Hoje é o 3º aniversário da morte da Amy Winehouse. Quem é músico ou gosta muito de música sabe a tragédia que foi o seu desaparecimento. Ela era um génio. A sensibilidade jazzística que possuía era rara e enquadrava-a no clube das grandes como a Billie ou a Ella. Estava na praia quando uma amiga disse «morreu a Amy Winehouse, já se estava à espera». Eu não estava à espera. Estava sim à espera que depois da droga ela se livrasse do álcool e voltasse a ser a mesma rapariga que nos ofereceu o álbum «Frank». Ela não era cerebral e à prova de bala como a Madonna, os génios normalmente nunca são.
Respect!
