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quarta-feira, julho 23, 2014

Data muito triste

Hoje é o 3º aniversário da morte da Amy Winehouse. Quem é músico ou gosta muito de música sabe a tragédia que foi o seu desaparecimento. Ela era um génio. A sensibilidade jazzística que possuía era rara e enquadrava-a no clube das grandes como a Billie ou a Ella. Estava na praia quando uma amiga disse «morreu a Amy Winehouse, já se estava à espera». Eu não estava à espera. Estava sim à espera que depois da droga ela se livrasse do álcool e voltasse a ser a mesma rapariga que nos ofereceu o álbum «Frank».  Ela não era cerebral e à prova de bala como a Madonna, os génios normalmente nunca são.
 
 
Respect!

sexta-feira, dezembro 23, 2011

Pensamentos sobre o Natal...

Ouvir a Amy Whinehouse a cantar da sua forma tão orgânica e honesta faz-me sentir que é Natal.

Amy and the girl from Ipanema




Girl from Ipanema - Amy Whinehouse

sexta-feira, agosto 12, 2011

Quando não há palavras



É bonito quando uma revista da importância do New Musical Express faz uma capa onde não existe mais nada do que uma fotografia. A mensagem implícita é muito forte. É um belo tributo.

sexta-feira, julho 29, 2011

sábado, julho 23, 2011

Amy.

Dizem que aconteceu o esperado. Eu não o esperava. Sempre tive a esperança que conseguisse sair da dependência. Tenho muito pena, não porque morreu alguém jovem (como há pouco tempo o Angélico), mas porque o mundo ficou mesmo mais pobre. Esta mulher tinha um talento incrível, uma sensibilidade musical extraordinária. Fica o último álbum como obra prima para ser apreciada para a vida e pelas gerações futuras. Lived fast, died young. Rest in peace Amy.