terça-feira, março 31, 2015
Palavras
as palavras que mais me ocorrem são amor e dor. constantes dos últimos dias. a ver se a parte física melhora, já dava jeito.
sexta-feira, março 27, 2015
Pessoas acontecimento
Há pessoas que se encontram e há pessoas que acontecem. Uma pessoa acontecimento altera as leis da física, do espaço e do tempo. O mundo sobra, o tempo dobra e o corpo abre-se até ao átomo. O universo torna-se amplo e pequeno. As emoções misturam-se na matéria fundamental da existência. Plutão fica mesmo aqui ao lado, sem esforço. É amor é metafísico e tu... tu és tão bonito para mim.
quarta-feira, março 25, 2015
segunda-feira, março 23, 2015
E o dia está ao virar da esquina
Como é natural estou um bocadinho tenso. Amanhã é o dia da operação e a coluna não é exactamente um cotovelo. De qualquer das formas sinto-me feliz por ver a família mobilizada. E acho que vou ser muito bem tratado. A minha mãe surpreende-me mais uma vez e ultrapassa-se a si mesma. Sempre disse que o único limite que tinha relativamente à homossexualidade do filho era vê-lo ir deitar-se à noite com outro homem no quarto e beijos na boca. Pois o namorado vai estar a dormir na casa do filho com ele e ela está confortável com isso e já a pensar no que é que vai fazer para o jantar de todos. O medo que tem de gatos, agora mesmo não é importante para ela (espero que o Limão seja fofinho com a "avó" e não lhe salte para as costas como agora tem a mania de fazer). O meu irmão também já se organizou para ir trabalhar para a minha casa nos dias em que a mãe tem coisas para fazer e o namorado está no trabalho. Tenho uma família muito pequena, mas muito grande em afecto. Suponho que o amor vai ser o melhor analgésico.
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sexta-feira, março 20, 2015
Será que o cheiro muda?
Quando assumimos um compromisso sério, de repente, começam os mortos a desenterrar-se por todo o lado e a voltar à vida. Será que o nosso cheiro muda? Deve haver alguma coisa no ar...
quinta-feira, março 19, 2015
As coisas grandes e as coisas pequenas
Para quem pensava que este era um post sobre pilas pode já ficar "desenganado". É antes um post sobre cedências. Eu odeio tabaco. O meu pai morreu derivado ao estado em que anos e anos de tabaco lhe deixaram o corpo. Tenho uma raiva especial pelo tabaco e por pessoas que invadem o meu espaço pessoal com o fumo sem autorização. Por exemplo, as pessoas que acendem cigarros logo na saída do metro e que não compreendem que a deslocação de ar faz levar quem vem atrás com fumo na cara. Se eu não os incomodo quando respiro, também não me podem incomodar a mim. Na minha última relação o tabaco foi um foco de tensão. Na presente poderia ser, mas não está a ser. Sinto que recebo tanto, que o tabaco acaba por não me incomodar. A minha única preocupação é que ele fume dentro dos limites que uma vida saudável (alimentação e desporto) possam compensar. Como ele me disse «eu gosto mesmo de fumar, tenho um prazer enorme». E fuma mesmo por prazer, saboreia o cigarro de tal forma que não precisa de entupir-se com uns atrás dos outros, em que o fumar já é mais um acto mecânico/nervoso que outra coisa.
O cerne da questão é que ele tem acrescentado tanto à minha vida que não quero retirar-lhe esse prazer. Inclusive posso beijá-lo a seguir a ter fumado sem que isso me incomode. Quando alguém nos dá tanto queremos retribuir, na escala dos incómodos, uma coisa grande em importância pode tornar-se pequena em importância. A reciprocidade torna as coisas relativas. De repente penso que 4 cigarros por dia não são nada.
quarta-feira, março 18, 2015
terça-feira, março 17, 2015
Nãoooooooooooooooo...
Estava eu ontem na praia da Falésia a curtir um solzinho bom, porque tive de voltar a Lisboa com esta chuva?
sexta-feira, março 13, 2015
CyGnO Awards
Sou oficialmente boring. Queria tanto contribuir com montes de nomes para as nomeações e vejo que não conheço assim tantos blogues na "blogaysfera" e que nem os que conheço consigo ler com regularidade. Até escrever aqui no Silvestre qualquer coisa de jeito é difícil. Só tenho tempo para coisas rápidas e vagas. Se fosse isto fosse transposto para o mundo do sexo, dir-se-ia que só tenho tempo para rapidinhas casuais. Mas vou fazer um esforço... (espero que se note).
Se o Mick Jagger pode...

Disse a Madonna em entrevista «se o Mick Jagger pode andar com miúdas de 25 anos sem que ninguém ache mal, porque não posso eu andar com rapazes de 25?». Na realidade o Mick jagger até vai fazer 72 anos e a Madonna apenas 57. Vivemos mesmo numa sociedade sexista em que as mulheres têm de calçar pantufas a seguir a uma certa idade. Não gosto nada disto.
O que mais me chateia é que são as mulheres que mais vêem isto como uma coisa péssima. Não me parece que haja um mínimo de solidariedade de género.
Girls unite! Vá lá...
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