Ás vezes penso como seria se Deus não fosse uma frequência de amor e fosse realmente o Deus monoteísta castigador dos pecados e do mal, o mundo teria bastante mais espaço. Hoje estive a ouvir sobre o suicídio de uma pessoa (um professor universitário) e do assédio público que ela recebeu por parte da comunicação social e de pessoas que dizem coisas horríveis às outras. Agora são todos responsáveis pelo seu suicídio, e enquanto uns fazem um mea culpa, outros continuarão a ser as pessoas nefastas que sempre foram a despejar vitriolo (discursos azedos, ácidos, venenosos e cheios de maldade). Há muita gente amarga e infeliz. Pobres dos fracos de espírito que delas são vítimas. Nem toda a gente tem força para aguentar o veneno alheio.
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