Blog do Silvestre
segunda-feira, julho 27, 2026
Este fim de semana
quarta-feira, julho 22, 2026
Consulta de Tarot
Tive mais uma consulta de Tarot feita com uma estudiosa com quem desenvolvi uma boa conexão energética. Mais uma vez gostei muito da abordagem dela e foi bom olhar para o que vão ser os próximos três meses. Expectativas controladas.
terça-feira, julho 21, 2026
A poesia de Alice Neto Sousa
sexta-feira, julho 17, 2026
Terminado
Terminei ontem os últimos trabalhos do PhD. O primeiro ano já foi. Em Setembro é que começa a coisa a sério, com o início da tese. Depois são 3/4 anos de dureza, mas o final será de grande satisfação.
Temos de respirar fundo
terça-feira, julho 14, 2026
A poesia de Thomas Vinau
segunda-feira, julho 13, 2026
Ando perigoso
Primeiras impressões
sexta-feira, julho 10, 2026
Bonnie Tyler
terça-feira, julho 07, 2026
Não percebo esta devoção
Pulga atrás da orelha
segunda-feira, julho 06, 2026
Idade
sexta-feira, julho 03, 2026
Julho
Julho entrou dorido, uma dor que não vem da minha vida, mas de terceiros. Dois amigos trilharam caminhos menos bons e fiquei muito triste por saber. A desilusão é complexa quando não se deixa de sentir amor. Porque temos de continuar a roçar na ferida. Espero sinceramente que eles se endireitem, que encontrem um caminho positivo e com significado. Do meu lado parece que agora sou responsável por algo de que não sou. A necessidade de estar constantemente a "policiar" se o equilíbrio está lá. tenho de combater isto, contudo. No mundo dos adultos somos responsáveis por nós e pelas consequências das nossas escolhas. Não devo agir sobre os outros, devo procurar apenas inspirar, mostrar caminhos possíveis. Tudo o resto não me cabe. Cada um sabe de si. Só espero que ninguém se magoe.
A poesia de Adília Lopes
segunda-feira, junho 29, 2026
Poesia de Luís Quintais
O último pezinho de dança
Coisas que marcam
quarta-feira, junho 24, 2026
Mais uma viagem
Madrid aguarda-me. Este ano não foi pródigo em viagens. Tive de saltar a Albânia e para já dou um pulinho a Madrid para ajuda na tomada de algumas decisões. Mas ainda tenho 6 meses para utilizar, vamos ver o que me reserva o resto do ano. A "grande" viagem pode não acontecer, mas soluções aparecerão.
A poesia de Manuel António Pina
segunda-feira, junho 22, 2026
Aquelas pessoas.
Aquelas pessoas que fazem tudo o que lhes apetece, mesmo o moralmente reprovável e não têm o menor problema de consciência com isso. Acho fascinante, às vezes chego a ter inveja desse estado de ausência de condicionalismos morais e/ou remorsos. Não consigo ser assim, por muito que tente. Pais com demasiados valores, foi o que deu.
sexta-feira, junho 19, 2026
A poesia da José luís Peixoto
A mãe da minha amiga
A mãe da minha amiga deu-me - para além das palavras escritas da filha que eu pude tatuar no meu braço - pensamentos seus, perspectivas de vida que fizeram pensar. Não foi fácil integrar toda a sabedoria gerada por uma mulher que perdeu o que tinha de mais valioso (após a perda), mas o tempo foi trazendo cada peça ao lugar. Ela deu-me essa capacidade maravilhosa de aceitar a perda. De ser perdedor com alegria. Uns dias perdemos, outros ganhamos. A partir do momento que deixei de importar com a perda, com o insucesso, com o lastimável, mais do que a duração dessa emoção a passar pelo corpo, as vida tornou-se muito mais brilhante. Cada ação é compensadora quando se vive sem medo. Já aceitei as todas as desilusões passageiras que hão-de vir, porque é isso que são. Não perco a infinita esperança e a alegria associada. A minha querida Begoña transformou a minha percepção das coisas em uma tarde, mas precisei de meses para integrar tudo. Que sorte tenho de ir conhecendo as pessoas mais extraordinárias ao longo do caminho.
terça-feira, junho 16, 2026
A poesia de Igor Pires
As pessoas, os afetos, as promessas.
O teu trabalho mais bonito é contrariar a época:
segura firme a mão de quem te faz bem
e não soltes por nada.
Num tempo em que nada nos pertence
Aquilo que nos pertence realmente é a nossa vida. Por essa razão não devemos ter medo de ser tolos, falhos e muito menos deixar que a cobardia alheia nos guie e nos determine. Devemos continuar a experimentar e a desafiar convenções. Não me importarei de ser um homem de 70 anos numa discoteca - se ainda existir música no meu corpo e vigor para a exprimir. Não me importarei de cantar na rua no meio das pessoas que passam. Não me importarei de vestir o que me faz bem à alma. Não me importarei de fazer ginásio aos 80 se o corpo assim o permitir. E mais importante, continuarei a não me importar com aquilo que os outros pensam sobre a minha agência.
A canção do ano?
segunda-feira, junho 15, 2026
Os santos populares de 2026
Foram os melhores de sempre. Tanto Vila Berta com o Topi ou Alfama com o grupo grande, foram 5 estrelas.