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sexta-feira, outubro 26, 2007
quinta-feira, outubro 25, 2007
Dark Road
It's a dark road
And a dark way that leads to my house
And the word says
You're never gonna find me there oh no
I've got an open door
It didn't get there by itself
It didn't get there by itself
There's a feelin
But you're not feelin' it at all
There's a meaning
But you're not listening any more
I look at that open road
I'm gonna walk there by myself
And if you catch me
I might try to run away
You know I can't be here too long
And if you let me
I might try to make you stay
Seems you never realise a good thing
Till it's gone..
Maybe im still searchin
But I dont know what it means
All the fires of destruction are still
Burnin' in my dreams
There's no water that can wash away
This longin' to come clean
Hey yea yea....
I cant find the joy within my soul
It's just sadness takin hold
I wanna come in from the cold
And make myself renewed again
It takes strength to live this way
The same old madness every day
I wanna kick these blues away
I wanna learn to live again...
It's a dark road
And a dark way that leads to my house
And the word says
You're never gonna find me there oh no
I've got an open door
It didn't get there by itself
It didn't get there by itself
Annie Lennox in «Songs of Mass Destruction»
Oh God...
Oh God...
Where are you now?
And what you gonna do
About the mess I've made
If there was ever a soul to save
It must be me
It must be me
Dear god...
Oh how can I survive?
Will I make this drop this dive?
When it all comes to this
I'm looking down at the abyss
Where you don't exist
You don't exist
But if you hear me
If you can see me...
I know I can't be that strong
'Cause everything I ever did went wrong
Everything I ever did went wrong
Oh god
Now where do I come in?
Gone and broken everything
So I hope you'll understand
If someone needed a helping hand
It must be now
It must be now
Annie Lennox in «Bare»
segunda-feira, julho 23, 2007
Alguém?
Nada. Não sai nada desta casca de betão.
Estou armado! Tenho canhões nos dentes,
e uma faca apontada ao coração.
Tenho alarmes em frequência elevada.
Tão alta que nem os cães conseguem ouvir.
Estou armado. Tenho uma crosta autista e
e uma fornalha acesa. Queima.
Nada. Não sai nada. Deixo-me estar quieto.
Enloqueço lentamente e sonho.
Sonho com o muito que me impeço.
São anos de solitária claustrofóbica.
O meu mundo imaginado. Não existo.
Existo? Não quero sair. Não há nada.
Serei arrancado à força? Há vidros,
Granadas. Não será fácil.
Não consigo tocar em nada.
E se sair estarei acordado? Onde estou?
Onde quero ir? Deixo-me estar.
Falsamente seguro deixo-me estar.
Alguém tem uma mão assim tão grande?
by Silvestre
Estou armado! Tenho canhões nos dentes,
e uma faca apontada ao coração.
Tenho alarmes em frequência elevada.
Tão alta que nem os cães conseguem ouvir.
Estou armado. Tenho uma crosta autista e
e uma fornalha acesa. Queima.
Nada. Não sai nada. Deixo-me estar quieto.
Enloqueço lentamente e sonho.
Sonho com o muito que me impeço.
São anos de solitária claustrofóbica.
O meu mundo imaginado. Não existo.
Existo? Não quero sair. Não há nada.
Serei arrancado à força? Há vidros,
Granadas. Não será fácil.
Não consigo tocar em nada.
E se sair estarei acordado? Onde estou?
Onde quero ir? Deixo-me estar.
Falsamente seguro deixo-me estar.
Alguém tem uma mão assim tão grande?
by Silvestre
Cumpre-se a profecia
É uma coisa lixada isto dos círculos viciosos. Como se quebra um círculo vicioso? Daqui a pouco começo mesmo a acreditar que as pessoas agem mesmo para reforçar as suas próprias crenças. Começo a ter algum azar às viagens programadas. É mesmo assim ou sou apenas eu? Não quero que a profecia se cumpra. Não quero não saber o que fazer com as minhas bençãos.
Etiquetas:
deprê,
existencialismo,
silvestre
terça-feira, julho 17, 2007
Tons pastel
Tudo creme, tudo calmo e claro.
São tons pastel. Paisagens sem riscos.
É tudo terra. É tudo o que já há,
o que já existia. Não há imaginação.
Não há metais pesados, dourados, prateados,
azuis eléctricos e tons de grafite.
Não há o choque de rosas fortes,
amarelos ácidos, laranjas arrojados.
É tudo creme... Tudo creme.
Uma sinfonia pálida e concordante.
Tudo pacífico, tudo compromisso.
Tudo belo e morto, tudo conformismo.
by Silvestre
São tons pastel. Paisagens sem riscos.
É tudo terra. É tudo o que já há,
o que já existia. Não há imaginação.
Não há metais pesados, dourados, prateados,
azuis eléctricos e tons de grafite.
Não há o choque de rosas fortes,
amarelos ácidos, laranjas arrojados.
É tudo creme... Tudo creme.
Uma sinfonia pálida e concordante.
Tudo pacífico, tudo compromisso.
Tudo belo e morto, tudo conformismo.
by Silvestre
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