quarta-feira, junho 24, 2026

A poesia de Manuel António Pina

Caiu o mito, rachei a cara contra o muro.
Mas há um sabor a terra molhada que fica,
um sol que teima em nascer no escuro. 
Desiludido? Talvez. Mas vivo, 
e com uma pressa enorme de ser feliz 
antes que a noite regresse.

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