Um querido amigo meu do Porto, que tinha hoje de trabalhar em Lisboa, ficou lá em casa (ontem) para pernoitar. Como não nos víamos há muito tempo, ele chegou por volta das 18h para ficarmos na conversa. A alegria que ele me traz é indescritível. É uma pessoa muito boa, presidente de uma associação que ajuda pessoas com uma doença complexa, e o sentido de humor dele deixa-me sempre bem disposto. Ontem ficamos a ver um reality show manhoso no sofá e rir do que estávamos a ver, enquanto conversávamos sobre outras coisas ao mesmo tempo. Ensinei-o a fazer um bolo rápido e fizemos o jantar juntos. Trouxe-me chocolates com a tradicional dedicatória "Para o Patrick", o que me sabe sempre bem ler. Ele já está no terceiro ano do doutoramento e está numa fase em que está a ser devorado pela pressão, por isso soube bem a ambos estas horas de descompressão. Fiquei também a saber que um casal gay nosso conhecido (estão junto há uns 12 anos) foi brindado com a chegada de um bebé via barriga de aluguer. Que bonito vai ser ver uma criança crescer no meio de uma relação sólida.
Nota: O apelido Patrick, aconteceu porque o F. acha que eu sou o Patrick da série Schitt's Creek. Assim que ele completou a série disse-me que eu tinha de ver aquela sitcom porque o humor era mesmo o meu estilo, mas principalmente porque eu era o Patrick, um personagem que aparece na terceira série e que casa no final com um dos personagens principais. Certo é que ele tinha razão de que eu iria gostar, adorei a série e estamos ambos a revê-la porque a Catherine O'Hara morreu (a nossa eterna Moira Rose).
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