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segunda-feira, novembro 16, 2009
domingo, novembro 15, 2009
Poetry of Hafiz
The Truth has opened so many mysteries
that I can no longer call myself
a Christian, Hindu, Muslim, or Jew.
I have learned
so much from God
that I can no longer call myself
a man, a woman, angel, or even a pure soul.
What happens when your soul
Begins to awaken
Your eyes and your heart
And the cells of your body
To the great Journey of Love?
that I can no longer call myself
a Christian, Hindu, Muslim, or Jew.
I have learned
so much from God
that I can no longer call myself
a man, a woman, angel, or even a pure soul.
What happens when your soul
Begins to awaken
Your eyes and your heart
And the cells of your body
To the great Journey of Love?
Depeche Mode no Atlântico
sexta-feira, novembro 13, 2009
O amor.
«O amor é um investimento a fundo perdido». Digo muito esta frase aos meus amigos. É verdade. Podemos perder todo o investimento, mas se não investirmos não há retorno.
quinta-feira, novembro 12, 2009
I have a...
... BIG MOuth, BIG MOUTH, big Mouth, BIg MoUth, Big MOUTH, bIg mouTH, Big MoUTh, big mouth, biG mouTh, BIG MOuth, BIG MOUTH, big Mouth, BIg MoUth, Big MOUTH, bIg mouTH, Big MoUTh, big mouth, biG mouTh, BIG MOuth, BIG MOUTH, big Mouth, BIg MoUth, Big MOUTH, bIg mouTH, Big MoUTh, big mouth, biG mouTh, BIG MOuth, BIG MOUTH, big Mouth, BIg MoUth, Big MOUTH, bIg mouTH, Big MoUTh, big mouth, biG mouTh, BIG MOuth, BIG MOUTH, big Mouth, BIg MoUth, Big MOUTH, bIg mouTH, Big MoUTh, big mouth, biG mouTh,BIG MOuth, BIG MOUTH, big Mouth, BIg MoUth, Big MOUTH, bIg mouTH, Big MoUTh, big mouth, biG mouTh, BIG MOuth, BIG MOUTH, big Mouth, BIg MoUth, Big MOUTH, bIg mouTH, Big MoUTh, big mouth, biG mouTh.
Coisas do corpo
Cada vez mais acredito na expressão «o corpo é o templo da espírito». O mês em que estive lesionado e proibido de fazer exercício foi difícil. E quebrado o corpo quebrei o espírito também. Nunca pensei que me pudesse afectar psicologicamente uma lesão. No passado já andei com um braço ao peito e não me causou mossa. O que foi diferente desta vez? As pernas. Sempre tive umas pernas muito musculadas o que, para mim, era quase a representação da minha força. Era a única parte do meu corpo que eu pensava que nunca iria falhar. De repente, foi um músculo da perna que eu rasguei. Rasguei um símbolo de invulnerabilidade. De repente comecei a ter pensamentos sobre a possibilidade da minha falência física, sobre a minha finitude. O templo do espírito tornou-se instável. Instalou-se a instabilidade a todos os níveis. De certa forma, o "templo do meu espírito" parecia inviolável também. Não é. Pode ser minado a partir de dentro.
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Recuperei, percebi que estou funcional (ou a caminho disso) e o importante é que se façam aprendizagens. O corpo tem limites que têm de ser respeitados. E tem de ser mantido. Nada deve ser tomado por certo.
Etiquetas:
corpo,
existencialismo,
silvestre
Piscinas e mais piscinas
Hoje nadei 1km de manhã. Que bem que me soube. A vida vai retornando ao corpo, lentamente.
quarta-feira, novembro 11, 2009
Conversa. XXXIII
Silvestre: Não sabia que tinha aquele poder pélvico todo a dançar.
P.: Olha conheces a história do eunuco que caiu ao rio apaixonado por si.
J.: Qual eunuco, isso foi o Narciso...
P.: Mas não há uma história com um Eunuco?
J.: Os eunucos eram crianças prostitutas...
Silvestre: Não eram nada pá, eram guardas dos haréns que eram castrados para não pevaricar.
J.: Olha vai lá à Wiki...
Magda: Eunuco é um homem cujos testículos foram removidos por orquidectomia ou são congenitamente não-funcionais.
Silvestre: Também havia os miúdos tenores castrados para a voz não engrossar, os castrati.
P.: Tanta coisa e afinal os eunucos são castrini
Silvestre: Castrati...
Violência doméstica (um caso)
Soube ontem de uma história de violência doméstica que me deixou bastante indisposto, não só pelo acto da violência, mas pela forma como a autoridade lidou com o assunto. Uma mulher foi espancada pelo ex-marido na sua casa, deixando-lhe a cara num bolo e com os dentes da frente partidos. O tipo fez isto em frente a um dos filhos ainda pequeno que lhe pedia para ele não bater na mãe. Os vizinhos chamaram a polícia que entrou em casa da vítima, onde só estava ela toda esmurrada, o marido e os três filhos. Ele com as mãos com sangue. O filho disse aos polícias que o pai bateu na mãe. Trata-se portanto de um flagrante.
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Quando na mesma noite ela saiu do hospital, o tipo estava lá à espera dela a pedir desculpa, que não queria ter feito o que fez. Não há prisão preventiva para esta gente? Foi um flagrante. E ela sai do hospital e ele está ali soltinho à espera dela? Mas que cena é esta? Se lhe quisesse dar outra sova dava.
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Há coisas que me ultrapassam. O tipo deu-lhe uma sova com base em ciúmes, quando até estão separados, e porque lhe vai ao telemóvel e interpreta mal uma mensagem que lá estava. Teve um acesso de insanidade temporária provocado por ciúmes. E fica por isto mesmo? Ela ficou toda partida e ele anda ao fresco. Há outras questões que me passam pela cabeça, os amigos dele continuam todos a falar com ele como se nada fosse? A família vai dizer «coitadinho foi um momento mau, mas ele não é assim»? Fico enjoado.
Conversa. XXXII
Silvestre: Já repararam que as secretárias, depois das canetas e cadernos, agora também trancaram as vassouras?
Colega: Claro que trancaram as vassouras, tinham de garantir o transporte para ir para casa.
terça-feira, novembro 10, 2009
Operação Face Oculta
Um dos arguidos da operação Face Oculta chama-se Namércio Cunha. Mas quem é que chama Namércio a um filho. O Sr. Cunha devia ter pensado que o filho um dia podia ser arguido num processo de corrupção e que este nome estaria escarrapachado em todos os jornais. Esperem só até os Gato Fedorento descobrirem isto.
segunda-feira, novembro 09, 2009
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