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quinta-feira, junho 05, 2014

sexta-feira, janeiro 31, 2014

Festas de lançamento

Ontem fui a uma festa de lançamento do novo telemóvel Flex da LG no restaurante Kais. Um amigo pediu-me para ir com ele. Não há dúvida de que é um ecossistema diferente, este dos "eventos". Só consigo pensar que há pessoas que levam vidas muito aborrecidas e que este momentos de se luzirem uns aos outros são um bocado deprimentes. O Kais continua lindo, de qualquer forma, e agradeço a bebida de graça.

segunda-feira, outubro 14, 2013

Se não tenho um anjo da guarda, não sei o que será...

Ontem antes de ir para a cama resolvi fazer arroz para a semana, estava cheio de sono e nem percebi que o bico de gás se tinha apagado. Como não tenho olfacto quando estou meio constipado fui-me deitar. Hoje de manhã não me cheirou a gás. Saí. Ao voltar do trabalho, fiz uma coisa que nunca faço ao chegar a casa, entrar sem acender a luz do corredor. Entrei o começou a arder-me os olhos e claro que me cheirou a gás com a quantidade que estava espalhada pela casa. Fui directo à cozinha e apaguei o bico. Abri todas as janelas. Vim para a varanda sentit o ar fresco entrar nos pulmões e pensei que sou um gajo de sorte e que alguém no outro lado deve gostar muito de mim.

sábado, julho 21, 2012

Portimão

não ia a portimão há mais de 25 anos. não posso dizer que o regresso tenha sido mau. na realidade foi bastante peculiar. fico contente que apesar da cidade ter crescido de modo pouco recomendável a praia da rocha continue a ser bastante bonita e não esteja concessionada de modo irreversível. E descobri a noite gay de portimão que se resume a um bar, onde travamos amizade com a atracção de transformismo na noite. Um miúdo bastante simpático e boa gente que me fez olhar para o transformismo de uma maneira diferente (sempre detestei transformismo e se calhar continuo a detestar, mas o miúdo vivia aquilo de uma forma tão séria que respeitei a coisa e até me diverti).

sexta-feira, maio 25, 2012

Experiências novas

Hoje de manhã desmaiei. Assim sem ter sido por ter batido com a cabeça foi a primeira vez. Fiz acunpunctura e perdi os sentidos. Estive desmaiado por 1 minuto e picos. Voltei a mim e não reconhecia onde estava. Em especial porque eu estava a falar com pessoas num sítio escuro e depois vejo a cara da minha colega à minha frente e não conseguia relacionar uma coisa com a outra. Lá me lembrei de onde estava antes e que devia ter adormecido. A minha colega disse-me que nunca fechei os olhos e que de repente só se via o branco dos olhos... creepy. Já estou bem e já bebi coca-cola, esse tónico de todos os males.

quarta-feira, julho 13, 2011

Experiência em lojas de roupa 'vintage'

Sempre que vou a uma loja de roupa vintage saio de lá com alergia e a coçar-me. Penso que em grande parte dos casos 'roupa vintage' é um sinónimo de 'roupa velha cheia de pó e ácaros'. Estive uma vez em Roma numa loja de 'roupa vintage', mas cheirava tudo a lavadinho e de pó nem sinal. Será a crise em Portugal? Ou o detergente é uma coisa pouco vintage?

quinta-feira, outubro 07, 2010

Parecem mesmo os parlamentares portugueses... alguém devia aprender com isto.

Depois de ver isto não há dúvida que me sinto a viver na capital do Terceiro Mundo.

terça-feira, outubro 27, 2009

O emprego e o dinheiro.

Que raio de emprego tenho eu. Ao fim de 30 minutos de cá estar já me sinto sem força anímica alguma. Esta dicotomia pagar contas/trabalho interessante não andam de braço dado. Adorava poder trabalhar de graça para algumas fundações que fazem um trabalho mesmo interessante. Mas não. É preciso dinheiro e tenho de me sentir grato por ter um trabalho seguro. Contudo, trabalho num sítio que me faz ter vontade de não sair da cama de manhã, que me faz desejar a hora de saída a partir do momento em que meto lá o pé, que me faz entrar em contagem decrescente para sexta assim que saio de casa às segundas de manhã. Provavelmente é a história de 60% da classe trabalhadora, não sei. Gostava de ter dinheiro a sério, para poder trabalhar por gosto. De graça. É que até gosto muito de trabalhar e produzir.

sexta-feira, setembro 18, 2009

O universo dos mal-entendidos

É espantoso como, por vezes, as palavras se metem no meio de qualquer coisa que se quer transmitir. As experiências e a expressão de cada um pode ser suficiente para que duas pessoas passem 15 minutos a defender a mesma coisa pensando estar em desacordo. A linguagem verbal é (pode ser) um grande impecilho, seja ela escrita ou oral. Mesmo quando duas pessoas falam a mesma língua, há muito que pode ficar perdido na tradução dos códigos. E é pena. Continuo a achar que a melhor linguagem é a corporal. A linguagem do gesto. Diga-se o que se disser, e possamos nós ter que dúvida for, os trejeitos faciais, os gestos de mão, a postura do corpo podem dizer tudo sem que as palavras sejam necessárias, ou confirmar para lá das dúvidas. O corpo dá segurança. O corpo não se perde na tradução.

terça-feira, junho 16, 2009

Silvestre volta a modelar...

Desta vez são mais 4 sessões como modelo em aulas de desenho a carvão. Sou o "projecto final" de duas turmas. Com a sessão de hoje, duas ficam despachadas. Na semana que vem despacho o resto. E com estas últimas sessões pago o curso de arte contemporânea por completo.
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Na sessão de ontem apenas 2 pessoas conseguiram fazer-me reconhecer nos seus desenhos (que eram apenas ensaios para a sessão final). Não sei o que acontece às pessoas enquanto desenham, talvez uma projecção de si mesmas. As pessoas mais velhas desenharam-me com um aspecto cinquentão e uma senhora ainda me conseguiu fazer um nariz enorme que não podia ser mais oposto à realidade (sim, tenho um daqueles orgulhos no meu nariz :-p). Vamos ver o que acontece com a turma de hoje.

terça-feira, novembro 20, 2007

O começo do dia

Hoje eram 8.40 da manhã e lá estava eu a começar o dia com uma aula de Iôga. Fui experimentar. Não correu nada mal, mas cai para o lado quando estava a fazer uma invertida sobre a cabeça. O medo faz destas coisas. Logo à tarde harmonizo os chacras e espero acabar o dia em beleza. Tenho ainda de pensar se continuo o Iôga ou não.