Ainda fico espantado com a maldade das pessoas. Com o mal que alguém pode desejar a quem não seguiu/não é o que entende por certo, com o mal que se pode falar nas costas/nos bastidores. Mas nos últimos tempos, sendo eu o visado, para além da perplexidade (que creio nunca conseguir deixar de sentir) tenho apenas pena pelo amargor na boca de quem aciona a maldade e sinto-me só distante desse tipo de sentimento.
A minha sobrinha - quando tinha oito anos - disse-me uma vez "pessoas bonitas são aquelas que têm amor no coração". Acho que está tudo dito. Por isso e seguindo o padrão da minha sobrinha, num mar de fealdade vou procurar a beleza e procurar ser bonito também.
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