O que eu mais gosto na vida são as relações humanas. A ligação que podemos fazer/ter com outro indivíduo. Faz-me sentir cheio. A forma como tocamos alguém ou alguém nos toca em essência é algo de muito especial para pessoas que acham que memórias partilhadas são o mais bonito que há.
As memórias partilhadas, com o nosso parceiro, com família, com amigos, podem ser até com um estranho (como quando - na Tailândia em 2017 - duas senhoras de 69 e 65 anos me convidaram para me sentar na mesa delas a beber uma bebida e conversar e nunca mais me esqueci do que uma falou sobre o amor da vida dela com quem esteve apenas 5 anos).
É isso que me dá "gás" o contacto humano, as ligações que consigo estabelecer, a troca de energia que se dá. Nos últimos tempos tenho feito tudo ao contrário. Tudo do avesso. Não sou uma ilha e tenho tentado viver como uma ilha barricada contra os piratas. Às vezes sou tão totó, mas uma das minhas características é desenraízar-me com facilidade. Por isso, é retomar, as vezes que forem necessárias.
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