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segunda-feira, maio 06, 2024

Animal de circo

É muito giro parecer jovem. Eu na realidade fico muito contente quando me dão menos 10 anos, por vezes menos 12 ou 13. Contudo, este sábado estive numa festa de anos temática, vestido de Hermes e a minha idade tornou-se numa espécie de atração. As caras de espanto, a admiração, etc. 

A coisa começou a tornar-se pesada quando me tornei um jogo, vinha uma pessoa com outra pela mão e dizia "diz lá que idade é que ele tem?" e passado um bocado vinha essa pessoa com outra. E a cara de satisfação dos primeiros quando era revelada a idade verdadeira e tinham conseguido enganar o outro. É o que é, às vezes a discriminação positiva chateia. 

quarta-feira, abril 13, 2011

Bichas da pior espécie...

A discriminação é uma coisa muito feia. Se fossem gays a discutir entre si como fazem os políticos no Parlamento e a fazer intriga como eles também (e tão bem) a fazem, chamavam-nos logo bichas da pior espécie que adoram fazer "bitching" (no caso deles chamam-lhe política).

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Espertalhices de Países "em Vias de Desenvolvimento"

Odeio fazer trabalho doméstico. É inglório porque nunca está feito, e dura pouco quando está. A única coisa que me deixa satisfeito é passar a ferro e passajar meias (que é bastante terapêutico, na medida em que é um trabalho de detalhe). Tenho então uma senhora romena (a vontade até é chamar-lhe anjo) que me liberta desse terrível fardo. Chama-se Mina.

Hoje pediu-me para, via Internet, lhe fazer a compra dos bilhetes de avião para ir nas férias de verão para a Roménia. Existe uma companhia que faz voos directos para Bucareste e lá fui eu ao site com todas as informações necessárias para fazer o booking e a compra. Descobri que, no site, para se fazer a compra tem de se ter um cartão fidelidade da companhia, pois sem o número de fidelidade não podemos efectuar o pagamento. A Mina não conseguia fazer a compra e por isso pediu-me a pensar que era ela que não percebia de computadores. O marido já tinha telefonado duas vezes para o número gratuito da companhia, mas como falava em romeno, mandavam-no telefonar para a Roménia, neste caso já a pagar.

Telefonei para o número e a mim resolveram-me o problema e disseram-me que eu até podia fazer a compra por telefone, o que fica 2 euros mais barato do que comprando pela Internet. Achei lamentável, supondo que seja pelo facto de eu falar português, que a mim me resolvessem problema na hora. Interessa é que a história acabou bem, mas não deixa de ser triste que as pessoas sejam tratadas com indiferença porque... hoje sou eu, amanhã és tu.