quinta-feira, dezembro 14, 2017

Coco

O último filme da Pixar prima essencialmente pelo universo cultural de referência. Já sabemos que são exímios na animação que fazem e nos guiões que constroem. A esta altura do campeonato será difícil inventar algo de novo ou fazer-nos sentir o que os três filmes do seu período áureo nos fizeram sentir; falo do Ratatuille, do Wall-E e do Up!. Os primeiros 10 minutos do Up! serão algo de irrepetível (creio), mas mesmo assim o Coco tem uma competência e uma fluidez incríveis. Ressalvo apenas uma cena quase no final do filme que faz valer a pena. Por 4/5 minutos sentimos aquela magia que só os filmes da Pixar nos conseguiram fazer sentir. De resto, o filme é muito divertido e também introspectivo a momentos. Há uma certa aura de mistério cuja resolução não nos é dada de bandeja apesar de pensarmos que sim durante uma boa parte do filme. Não sendo extraordinário é muito bom.

16/20

120 Batimentos por Minuto

Tenho alguma dificuldade em falar sobre este filme porque o assunto é muito duro. Digamos que pensei que iria ver um documentário e na realidade é um drama, que está muito bem feito, não obstante alguma ou outra cena para provocar deliberadamente o expectador, por exemplo as cenas de sexo gay, que  não deixam de ser corajosas ali no limiar do explicito, mas mantendo o bom gosto. O estigma social de viver com HIV e implicação pessoal e psicológica da doença está muito bem retratada e os dilemas do activismo político (neste caso em favor dos doentes de HIV) também. A direcção está bem executada e a direcção de actores (não sei se por mérito do realizador ou por mérito dos actores que conseguiram oferecer uma tipificação bastante diversa) também. Aconselho a ver.


16/20

quarta-feira, dezembro 13, 2017

19 anos

O meu pai morreu há 19 anos, 12 dias antes do Natal. Este ano, também antes do Natal está a morrer o homem que criou o meu namorado, ou seja, o avô. É uma coincidência pouco agradável. 

quinta-feira, dezembro 07, 2017

Promiscuidade no ginásio

Antes que pensem que este post é sobre sexo... não é. Hoje no ginásio apercebi-me de que um senhor médico de profissão que andava ali em cuecas era o médico de uma quantidade de pessoas no ginásio. Vários homens se aproximavam dele e diziam «ò doutor, está cá?» ouvia-se outros de longe, «também é meu médico» e o senhor, dos seus 65 anos, meio à nora porque não conhecia ou lembrava a maioria das pessoas (pelo menos sem roupa). A isto se chama promiscuidade de contextos. 


quarta-feira, dezembro 06, 2017

Liga da Justiça

Gostei muito do filme Mulher-Maravilha, mas convenhamos que a Liga da Justiça em vez de ir beber ao sucesso do outro, foi apenas uma seca de primeira. Acho que o filme poderia chamar-se a Liga do Valium. O vilão é uma seca, o renascimento do Super Homem é uma seca, etc. etc. A honrosa excepção vem na personagem do Flash que embora não corresponda minimamente ao original, é divertida e minimamente interessante.

10/20

Um Crime no Expresso do Oriente

Gostei da nova versão do filme, não sendo, contudo, tão boa como a versão original. Mas parece que isso é um facto costumeiro.  Não gostei da forma como o Poirot está retratado, mas foi bom ver o retorno da Michelle Pfeiffer num papel adequado. A Judi Dench é sempre um prazer e todo o resto foi normal. A história em si, para quem não conhece, é mesmo muito boa. A vertente humana da mesma e como um simples facto pode estar interligado com tantos outros que provoca uma hecatombe.

14/20

terça-feira, dezembro 05, 2017

Trás-os-Montes II

















Trás-os-Montes I













Piada Seca LXII

Uma feminista perguntou-me de que forma eu via as relações lésbicas.
Parece que «Em HD» não era a resposta correcta.

Piada Seca LXI

Porque é que o Pai Natal não tem DSTs?
Porque embrulha sempre o presente antes de o enfiar na chaminé.

segunda-feira, dezembro 04, 2017

Ilusões ópticas

Como é que eu transformo o nome de Mariana Peneda em Marina Peida. Acho que tenho mesmo de ir rever os óculos.

terça-feira, novembro 28, 2017

Trás-os-montes

Fiz umas belas mini férias nessa região a norte de Portugal que ainda não conhecia. Gostei imenso a paisagem é muito bonita e há todo um conjunto de pequenas maravilhas românicas que me encheram o olho. 

Fiquei muito feliz ao ver que as cidades transmontanas não estão com a decadência que se encontra nas cidades alentejanas e algarvias do interior. Há vida em Bragança, em Vila real e Mirandela está a bombar. Bom, Chaves está a decair e Lamego está um pouco parada, mas pequenas vilas como Boticas começam a crescer e são um exemplo de organização e gestão de meios para gerar emprego. 

É sempre bom perceber que em portugal nem tudo vai mal. 

segunda-feira, novembro 20, 2017

Piadas Secas LX

Porque é que o Stevie Wonder não consegue ver os amigos?
Porque é casado.

Piadas Secas LIX

Uma baleia matou outra a tiro, como foi a manchete do Correio da Manhã?
Baleia baleia baleia.

quinta-feira, novembro 09, 2017

Ser mãe jovem

Apanhei uma conversa no supermercado entre duas senhoras e dizia a que foi mãe aos 18 e que agora está com 36:

- Fui com o meu filho à escola e ele apresentou-me a um grupínho de colegas, e um disse «fogo não me tinhas dito que a tua mãe era tão boazona. O meu filho ficou todo lixado».

Achei graça ela estava estar a dizer isto com um sorriso enorme e a sentir-se maravilhosa. Como será o filho a contar esta historia? Apesar de achar (pela discrição da mãe) que ele prefere esquecer o sucedido. 

segunda-feira, novembro 06, 2017

Sete Irmãs

Tinha uma enorme vontade de ver este filme e ainda bem que o fui ver. O filme, que tem críticas mistas, apresenta um futuro distópico onde a sobre-população da Terra leva a um regime opressivo  que permite apenas um filho por casal com condenação a sono criogénico das crianças "extra". Um avô dedicado consegue esconder, durante trinta anos, sete irmãs gémeas a viver debaixo da identidade da mãe (que morreu no parto). Cada uma dela tem o nome do dia da semana e pode sair à rua penas no dia que tem o seu nome. Um dia a Monday não retorna a casa e inicia a acção do filme.  Ste Irmãs é um filme de Sci-Fi e de acção no seu âmago, mas como cada pessoa que vê um filme acaba por enquadrar a história do mesmo, eu vi-o na perspectiva dos matizes do amor, da família e das prioridades na sobrevivência. Levanta questões filosóficas bastante engraçadas sobre quem é mais importante na nossa família e como a mesma se pode reconfigurar quase automaticamente.  Mas lá está, é apenas a minha visão. Ao contrário de uma grande maioria de pessoas, gostei muito.

17/20 

Stronger - Força de viver

Um filme americano sobre a forma americana de ser. Provavelmente o Jake Gyllenhaal vai ser nomeado ara um Óscar politicamente correcto, mas no final de contas eu não gostei do filme e creio que não tem a ver com a forma como está filmado ou com as interpretações que estão bastante bem (em especial a mãe do personagem principal e o Jake). Não gostei mesmo da história. Não gostei do personagem principal e das pessoas adjacentes. Não me tocou sobremaneira a história que ainda por cima é verdadeira.  Há imensos casos de pessoas que têm histórias terríveis e que lutam com os mínimos recursos que têm e que se convertem numa fonte de inspiração. Não me senti inspirado pela história. Senti pena que algo assim tenha acontecido a um jovem de 28 anos. Depois não senti nada que o destacasse. De certa forma até senti, que esta tragédia foi uma oportunidade para ele ao ser convertido num herói nacional. Posso estar a ser injusto, mas estou a ser sincero. O filme não tem nada de errado, mas saí de lá sem sentir que vi ou um grande filme ou uma grande história.

13/20


terça-feira, outubro 31, 2017

Kevin Spacey sai do armário aos trambulhões...

Acho que é a saída do armário mais desapropriada que já vi na vida. Mas na realidade o Kevin Spacey não saiu do armário, ele caiu do armário depois do armário ter sido chocalhado. Nunca se sabe as coisas se podem encontrar lá dentro.  

Geostorm: Ameaça global

Ora bem, o filme não é exactamente bom, mas também não é exactamente mau. Do ponto de vista do efeitos especiais é altamente competente. Depois há um emaranhado de ideias que são muito boas, mas que não foram bem transpostas para um argumento fluído e credível. Digamos que a direcção de actores também não será das melhores. 

Coloca na mesa as questão das alterações climáticas e os seu efeitos no Planeta, coloca na mesa a geopolítica e os bastidores do jogo de forças pela supremacia mundial, coloca na mesa a crítica ao Presidente Trump através de algumas (subtis) piadas como a do Mexicano.

Digamos que depois do filme ficamos a pensar em algumas coisas que se calhar nos passa ao lado a maioria dos dias, mas de resto o filme decalca um bocadinho o Armageddon e nunca chega às alturas que a história de base permitiria. 

12/20

Thor: Ragnarok

Lamentável ver actores como a Cate Blanchet e o Anthony Hopkins a tomarem parte desta chacha. Blhác!

7/20

quinta-feira, outubro 26, 2017

Injustiça

Uma das minhas colegas mais competentes tem apenas o 9º ano. Ganha uma miséria de acordo com as qualificações dela. Sempre detestou a escola e ainda tentou fazer o 12º nas Novas Oportunidades, mas a coisa não resultou. Resumindo e concluindo, como trabalha muito bem a Directora vai-lhe dando cada vez mais trabalho e agora foi um colega do financeiro embora e ela ficou com parte do trabalho dele. Temos licenciados aqui com fraca capacidade e alguns PhD que não lembram ao demónio, e todos a ganhar entre 500 a 1000 euros  mais do que ela. É mesmo injusto. 

O Castelo de Vidro

De tanto ver a apresentação do filme no canal E! tive ir vê-lo. Pelas imagens pensei que fosse um filme tipo Capitão Fantástico (que adorei). Não podia estar mais equivocado. O filme é baseado na autobiografia da escritora Jeanette Walls e é um impressionante documento de sobre o crescimento e a sobrevivência no seio de uma família disfuncional. Tal como há flores a nascerem no meio di cimento ou no meio do lixo, o filme coloca em perspectiva também os momentos de beleza e de amor no meio da angústia e do perigo. Não amamos todos da mesma maneira, não somos todos iguais, e as mesmas causas não produzem todas as mesmas consequências. A escritora e os 3 irmãos forjaram as suas personalidades no meio de condições muito adversas, apoiando-se mutuamente contra a disfuncionalidade parental. 

O resultado foi bom, três irmãos com personalidades muito fortes, à prova de bala e dos pais, mas a última a abandonar a casa e que ficou sozinha desenvolveu esquizofrenia (apesar de não ser abordado no filme). Esta história é um "acepipe" para os sociólogos da família. 

17/20

terça-feira, outubro 24, 2017

Adoro esta música totó




Diria que a Pink é uma das cantoras pop mais subvalorizadas. Para além da excelente voz, tem uma capacidade de expressão lírica estupenda e muito sentido de humor (como aliás se vê por esta canção).

segunda-feira, outubro 23, 2017

A música é eterna...




Fará no dia 1 de Janeiro 8 anos que Lhasa perdeu a batalha contra o cancro da mama. Deixou uma pequena obra de 3 CDs, mas grande em sentimento e significado. Tive a sorte de a ver em concerto e de testemunhar a boa energia e a paz que transmitia. Espero que a minha geração e as gerações vindouras não a deixem morrer. Que a música dela continue a soar.

sexta-feira, outubro 20, 2017

Ah Cracóvia, Cracóvia...

Mais uma viagem de trabalho a esta cidade e a ideia assalta-me. Eu podia viver aqui. A chatice seriam os Invernos sem luz, a noite às 16h. A atmosfera é maravilhosa.

terça-feira, outubro 17, 2017

Colega tiazorra porreiraça XIII

Estou super infeliz. Aproveitei o domingo para apanhar sol e deixei um anel posto no dedo e fiquei com a marca. Agora parece que sou casada e que tirei a aliança. Vou mandar uma imagem errada aos homens.Vão pensar que não sou solteira. Tenho de meter base.

Colega tiazorra porreiraça XII

Ó colega já viu, estive de férias 3 semanas na praia e venho branca. Passava as noites todas na borga e a lua não bronzeia, não é. Sou mesmo galdéria. 

José Sócrates Remix




Porque toda esta situação só mesmo a rir muito.

quinta-feira, outubro 12, 2017

Blade Runner 2049

Há filmes que não se conseguem descrever. Respeita a memória do original e é feito com elegância e qualidade dramática. Já merecíamos um filme de ficção científica que não é apenas acção, como os filmes Marvel desenhados para satisfazer necessidades imediatas. Não me vou alongar mais. É muito bom.


18/20

sexta-feira, outubro 06, 2017

Um recorde certamente...

Hoje quando voltava do ginásio para o trabalho senti um forte odor a suor, tipo a uns 5 metros de uma esplanada que normalmente costuma estar cheia, onde estava sentado um senhor (e mais ninguém). Depois de passar a esplanada, o cheiro a suor continuou a sentir-se por mais uns 5 metros. Conseguir empestar 10 metros de via pública com suor é certamente um recorde.

terça-feira, setembro 26, 2017

Coisas que se dizem

Two wrongs don't make a right.

Kingsman: O Círculo Dourado

O filme segue a linha do primeiro, mas desta vez um pouco mais kitsch (factor para o qual contribui uma participação especial do Elton John a fazer de ... Elton John). O filme é assumidamente uma fantasia de acção com desempenhos muito curiosos de grandes actores como a Julianne Moore e Colin Firth. Apesar de algumas falhas, há momentos muito engraçados como a colagem da personalidade do Presidente dos Estados Unidos ao Sr. Trump e outrso trocadilhos. Penso que iniciaram um franchise, tipo Guardiões da Galáxia, que ainda nos vai divertir bastante no futuro. Quando a parvoeira é assumida, um filme não é nada parvo. 


15/20

segunda-feira, setembro 25, 2017

Os problemas de amor da minha sobrinha...

Silvestre: Então já tens um namorado?
Leo: Não, mas há um rapaz apaixonado por mim e eu não quero.
Silvestre: Mas não gostas mesmo dele?
Leo: Ele é um cola. E diz que não importa o que eu faça vai gostar de mim na mesma.
Silvestre: Mas diz-lhe que não estás interessada.
Leo: Já disse e mesmo assim ofereceu-me um anel e uma rosa e (algo que eu não percebi) e eu tive de vir para casa carregada com coisas. Eu disse-lhe que faço coisas hiper nojentas, para ver se ele me larga, mas ele disse que sou a única na vida dele. As minhas amigas gozam todas comigo. 
Silvestre: Bom, parece que lhe vais partir o coração.
Leo: Eu só quero é fugir dele. 

sexta-feira, setembro 22, 2017

E se de repente...

A colega da Finlândia envia para coordenação na Argentina o teu contributo para o relatório do Working Group como se fosse ela a fazê-lo, dizendo que tudo o que está assinalado foi o que ela pode fazer e não tem tempo para mais?

Pois eu armei-me em mesquinho e não admitindo que tratem o meu trabalho e Portugal como se fosse de segunda, telefonei para coordenação na Argentina e disse que tudo o que estava assinalado era o contributo de Portugal, feito por mim, e que podia provar porque tenho o email enviado para a Finlândia ontem. Se tivessem dúvidas a pessoa a contactar era eu, porque eles nem sabiam nada do novo tema.

Estou a fumegar. 

quarta-feira, setembro 20, 2017

A Sorte à Logan

Este filme é tipicamente Steven Soderbergh. Não será muito diferente da linha da comédia dramática de Ocean's Eleven, mas aqui entra no universo redneck com o Channing Tatum a ter um desempenho muito convincente, para lá da imagem de menino bonito que a ele está colada

Uma família de irmão azarados, depois de mais um azar, resolve mudar de vida através de um assalta a uma recinto de corridas, onde decorre a corrida de NASCAR mais famosa da América. As peripécias são muitas, apimentadas pelo inusitado das personagens. Um filme divertido de ver, com alguns momentos bastante inteligentes. Não sendo uma novidade, acho que vale a pena dar uma olhada. 

15/20


Os crimes de LimeHouse

Um filme de época, situado na Londres do século XIX, que tem por tema uma série de assassinatos atribuídos a um ser que não se sabe ser sobrenatural ou humano. As possibilidades de um culpado são múltiplas e a investigação da polícia passa por todas elas. Não obstante, o filme surpreende até ao final, mesmo até ao final.

A representação da Londres suja e perigosa da época Vitoriana está muito bem representada e as interpretações são competentes, sendo que o actor mais conhecido (Bill Nighy) aparece aqui num registo bem diferente dos papéis que lhe renderam êxito. 

16/20

sexta-feira, setembro 15, 2017

Grace VanderWaal voltou

Adorei quando ela ganhou o America's Got Talent com apenas 12 anos. É tão bom quando se vê talento puro em bruto, acho que é a minha cantora adolescente favorita. Não anda por aí disfarçada de boazona de 19 anos, nem quer imitar as Beyoncé da vida. É ela mesma, as letras são sempre deliciosas, a voz é única e eu adora a pequena. O álbum sai em Novembro e espero que tenha uma carreira brilhante (quero dizer com isto que faça muita e boa música por bastante tempo). Em baixo o primeiro single do novo CD e ainda uma das músicas do primeiro EP que escreveu sobre como lidar com os bullies que a apoquentavam.  





quarta-feira, setembro 13, 2017

Coisas giras

Adoro quando vejo que o meu número de amigos de Facebook se tornou mais pequeno e não faço a mínima ideia de quem é que me "desamigou". Pessoas importantes, portanto... :-p 

iPhone X

Quando alguém está disposto a dar de 1180 a 1360 euros por um telemóvel. Eu diria que o mundo está definitivamente louco. 

terça-feira, setembro 12, 2017

Lágrima triste...

Depois de tanto tempo para estabilizar o coro, o condutor do coro pode ter de abandonar o país (por motivos profissionais) e lá se vai o coro gay de vozes masculinas. esta é daquelas notícias que me chateiam verdadeiramente. E arranjar um substituto que não leve dinheiro para conduzir o coro, não sei se vai ser fácil. 

quinta-feira, setembro 07, 2017

Isto sim era inovador

Os mosquitos e as melgas em vez de chupar sangue, quando nos picam, deviam chupar gordura. Não podem inventar melgas transgénicas?

terça-feira, setembro 05, 2017

Desenterrei esta canção de 1988




É a minha canção favorita da Siouxie and The Banshees. É curioso pensar que nos final dos anos 70, quando apareceram, ela era como um sex symbol da cena punk/alternativa. Depois vieram os 80 e as loiras vaporosas... Eu continuo a gostar taaaaaanto desta canção. 

sexta-feira, setembro 01, 2017

Um homem hiper sexy

Vi hoje a caminho do trabalho um turista com a sua namorada. Ele barbudo, musculado, pelo no peito e pernas. Posto isto, vinha com um vestido corte direito tipo túnica, decote redondo e saia pelo meio da perna. A complementar trazia umas botas adidas e uma mochila às costas. Não havia nada de feminino nele, antes pelo contrário. Uma prova de que a roupa não faz o homem, mas o homem faz a roupa. 

De certeza que por baixo daquilo tudo está uma enorme camada de auto-confiança. Nunca é de menos, quem tem deve usar em doses maciças. 

quinta-feira, agosto 31, 2017

Avaliação profissional

Só me apetece dizer MEEEEERDAAAAAAAAAAAAAA!!! 

São dois momentos difíceis para mim (mais dois na vida de funcionário público). O primeiro quando temos de definir os nossos objectivos para sermos avaliados (que em si é uma farsa porque quando fazemos isso já estamos a trabalhar há mais de 60% do período de avaliação), depois quando recebemos os resultados que tiveram de ser martelados para respeitar as cotas definidas pelo Governo para desempenhos superiores à média. E lá tenho eu de compactuar com esta porcaria. Se não assino isto, não tenho avaliação de todo. Digamos que depois de ver onde fui "martelado" e que assenta em competências que fazem parte do meu brio profissional, a vontade de continuar a trabalhar bem é zero. A partir de agora, faço o que eles mandam e está tudo (o que eles mandam é bem pouco, não fosse eu ter espírito de iniciativa). O problema é que não me aguentarei assim por muito tempo. Grrrrrrrrrrrrrr...

sexta-feira, agosto 25, 2017

Amor e uma cabana?... Walt Disney Alarm!



And like a fool who will never see the truth, 
I keep thinking something's gonna change. 
There's a reason why people don't stay who they are. 
Baby, sometimes love just ain't enough.

E a família volta a ser pequena

Separações. Não há ciência que possa definir a razão pela qual elas acontecem. Cada caso é um caso. Do lado de fora, fui obrigado a ver duas pessoas que gostam imenso uma da outra terminarem uma relação por manifesta imaturidade de ambas. Penso que a maioria das pessoas se esquecem que 70% de uma relação é trabalho de ajuste entre ambas as partes. O resto é amor. Quando a pessoa A e a pessoa B se juntam, se não forem coincidentes, têm de produzir um modo de vida C onde as cabem algumas das especificidades de cada um e se trabalham consensos. Quando as pessoas pensam que estão a trabalhar consensos sem abdicarem do que lhes era estrutural numa anterior, as possibilidades de dar certo são mais diminutas.

No caso do meu irmão e da minha (suponho que quase ex) cunhada número 2 foi isso que se passou. Eu, como observador, só posso interferir até certo ponto. Eram duas pessoas que tinham tudo para dar certo, mas discordam brutalmente no estilo de parentalidade que executam. O meu irmão tem uma filha que estava a ser educada por ele e a minha (suponho que quase ex) cunhada número 2 tinha dois filhos que tinham sido educados por ela. Ela acredita não em ser mãe, mas amiga dos filhos. estilo livre, sem regras, sem orientação. O meu irmão acredita em regras, em directrizes, em recompensa pelo mérito. 

Ao juntar-se com a mãe desses dois filhos ele acreditava que agora teria algo a dizer no que diz respeito à forma como os dois filhos levam a sua vida, em especial no caso do filho que vivia em permanência com ele. Eles pensavam ou sentiam de maneira diferente. Nenhum dos intervenientes desta equação procurou no início, gerir as diferenças que a coabitam com pessoas novas iriam exigir. Ao fim de algum tempo começam a existir ressentimentos, começam a existir más palavras e a situação torna-se insustentável. 

Quem diz que o amor é suficiente engana-se brutalmente. Vi pela o meu irmão ter um encanto e um respeito por uma namorada/mulher como nunca tinha tido. Vi a  minha (suponho que quase ex) cunhada número 2 falar do meu irmão  como se o amor lhe brotasse dos dedos e desesperada para fazer os problemas dissiparem-se. 

Apesar dos esforços desesperados de ambos, continuaram a ser infantis cada um à sua maneira. Não tendo cada um deles a capacidade de se colocar nos sapatos do outro quanto ao seu sistema cultural, educacional e de referências. 

Lamentos. Duas famílias juntaram-se por causa de duas pessoas. Criaram laços e desenvolveram afectos. A minha sobrinha adorava a madrasta que era excepcional com ela, a minha mãe gostava muito da nora. Eu, desconfiado no início, abri o coração e aprendi a respeitar a minha (suponho que quase ex) cunhada número 2 pela enorme generosidade, determinação na vida profissional, carinho com que tratava as pessoas que quem gosto. A imaturidade de dois adultos com mais de 40 anos, fez que quem um número elevado de pessoas em ambos os lados da família tivessem um doce que agora lhes é retirado das mãos. 

A vida continua. Os meus Natais vão voltar a ser pequenos, só com namorado, mãe, irmão e sobrinha. Mas o amor está lá na mesma. Quanto ao meu irmão e à sua  (suponho que quase ex) mulher só espero que eles aprendam que os grandes amores não são à prova de bala. Se me perguntarem, tenho quase a certeza de que não vão aprender nada. Mas desejo o melhor aos dois. 

quinta-feira, agosto 24, 2017

A vida dá-nos grandes lições...

Sempre achei a Kesha uma parva de primeira, apesar de ter também dançado ao som do Tik Tok (que quando apareceu foi giro, até toda a música da Kesha ser modelada em torno deste som). Assim sendo, vendo tantas críticas positivas ao novo álbum não resisti a pedir ao Artur Torres que me passasse o álbum. E estou boquiaberto pela diversidade e qualidade do mesmo. Um caleidoscópio de sons que faz sentido apesar de cada canção ser diferente da outra em termos estilísticos. As letras são o fio condutor que dão uma visão global ao mesmo. Um belo exemplo é logo a primeira canção.




Bastards - Kesha 


«Been underestimated my entire life. I know people gonna talk shit, and darling, that's fine» 


Eu fui um dos que a subestimou e agora tenho de dar o braço a torcer e bem. 

terça-feira, agosto 22, 2017

Limão... a Diva sofrida.

Com a cadela lá em casa, o Limão sente que já não é dono do seu domínio e resolveu, portanto, entrar em greve de fome como sinal de protesto e para nos mostrar que está indignado. Mas como já conhecemos bem o Sr. Limão, arranjamos umas latinhas de comida húmida Gourmet que vai desaparecendo a bom ritmo. Ele rapidamente passou de ofendido a vendido.  

Desejos Sinistros

A cadela do meu namorado está lá em casa de férias (ela normalmente vive com os avós) e está linda com aquele pelo preto brilhante lustroso. Não sei se por isso, ando cheio e vontade de lhe pintar as unhas com verniz cor-de rosa, para ir com o lacinho cor-de-rosa da coleira. Isto certamente deve ser depressão pós-férias. É a única explicação que encontro, para querer fazer uma coisa destas. 

segunda-feira, agosto 21, 2017

A Torre Negra

Baseado numa novela do Stephen King o filme resulta numa abordagem a uma ameaça apocalíptica liderada por um grande feiticeiro, que só pode ser parada pelos guardiões da Torre que têm em Idris Elba (este homem continua sexy como raio) o seu último e desencantado sobrevivente (aliás, o papel mais conseguido do filme).

Um rapaz com um poder especial vai ter uma palavra a dizer no desenrolar dos eventos. Existe neste filme também uma aura de redenção que mobiliza as nossas emoções mais positivas.

Posto isto, estava à espera de mais. Não que tenha sido insuficiente, mas não foi muito bom. Foi porreirinho.

13/20

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

Para mim um filme do Luc Besson é sempre um acontecimento, mais ainda se é um filme de ficção científica. Não obstante, continuo a achar que «O 5º Elemento» foi o ponto alto dele no género até agora. O «Lucy» patinou um bocado e agora este Valerian (que é extraordinário visualmente e em meios) também não convenceu da mesma forma. Em primeiro lugar acho que o protagonista não tem craveira ou carisma para liderar um elenco e em segundo lugar, já se percebe o "grande segredo" desde o início, logo não foi para mim um segredo tão grande quando ele se revelou, perdendo algum do impacto que deveria ter. Mas a imaginação, os efeitos visuais e também algum efeito de redenção à mistura são mais do que razões suficientes para ver o filme. 

15/20

A fabulosa Gilly Hopkins


Trata-se de um feel good movie, sem dúvida, mas a personagem principal irritou-me um bocado. Não obstante temos a sempre estupenda Kathy Bates, a sempre estupenda Glenn Close e octavia Spencer como bónus. A história no livro deve resultar mais interessante, mas de qualquer forma saímos felizes do cinema, porque as histórias de redenção deixam-nos sempre com o astral em alta. 


14/20 

Olha que duas

Não sei se foi um retorno glorioso da Goldie Hawn às comédias, mas a comédia tem graça em bastantes partes e os "gags" estão bem conseguidos. A Amy Schumer está igual a si mesma e usa a reality comedy para construir a sua personagem de uma forma bastante inspiradora. Podia ser melhor, mas não é nada mau. Gargalhadas garantidas.

15/20

quinta-feira, agosto 17, 2017

Tão adequado à volta ao trabalho




Carry your own weight - Buika ft. Jason Mraz

Custa tanto voltar de fériaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas..

O título do post é para ser lido com uma intenção dramática desesperado. Pronto, é tudo. Foi só um desabafo.

sexta-feira, julho 28, 2017

Hoje estive a limpar blogues mortos

Nem imaginam a nostalgia que me dá ter visto desaparecer alguns blogues tão brilhantes, que tanta companhia me fizeram. Dizer adeus de vez à recordação de gente tão colorida e luminosa que escrevia aquelas páginas. Não fui capaz de apagar o Hammering in my Shell, o Mélange ou o The Sartorialist, apesar de já lá não estar nada no caso do último. 

As pessoas realmente engraçadas foram embora, as pessoas interessantes e cultas e eu, que não tenho assim tanta piada, por cá me aguento há 10 anos. Custou, mas estou numa fase de trabalhar o desapego e de retirar da minha vida aquilo que já não é real.

Uma das melhores actuações musicais de sempre nos Óscares

Hoje revisitei uma daquelas que para mim é vocalmente, musicalmente, visualmente e emocionalmente uma das melhores actuações musicais nos Óscares. A mesma pertence a Lady Gaga (cantora que nos últimos anos não tenho apreciado), mas que interpretou a música magistralmente, talvez por ser ela também uma sobrevivente de violação sexual. Para quem não conhece a letra (nós Óscares a canção está editada para caber no tempo regulamentar) pode lê-la abaixo do vídeo.


You tell me it gets better, it gets better in time
You say I'll pull myself together
Pull it together, you'll be fine
Tell me, what the hell do you know? What do you know?
Tell me how the hell could you know? How could you know?

'Til It happens to you
You don't know how it feels, how it feels
'Til it happens to you, you won't know, it won't be real
No, it won't real, won't know how it feels

You tell me hold your head up
Hold your head up and be strong
Cause when you fall you gotta get up
You gotta get up and move on
Tell me how the hell could you talk, how could you talk?
'Cause until you walk where I walk
This is no joke

'Til it happens to you
You don't know how it feels, how it feels
'Til it happens to you
You won't know, it won't be real
(How could you know?)
No it won't be real
(How could you know?)
Won't know how I feel

'Til your world burns and crashes
'Til you're at the end, the end of your rope
'Til you're standing in my shoes
I don't wanna hear a thing from you, from you, from you
'Cause you don't know

'Til it happens to you
You don't know how I feel, how I feel, how I feel
'Til it happens to you
You won't know, it won't be real
(How could you know?)
No it won't be real
(How could you know?)
Won't know how it feels

Til it happens you
Happens to you
(How could you know?)
Til it happens you
You won't know how I feel.

Planeta dos Macacos: A Guerra

Foi bem melhor do que eu imaginava, mas como não vi os outros dois filmes da trilogia, acabei por estar um bocadinho "ao lado" da história. Não obstante, é um filme interessante que coloca em perspectiva alguns detalhes do comportamento humano, apesar de cair na ponto já batido de que os humanos é que são verdadeiros "animais". Há um aparte filosófica bastante interessante, mas quem a quiser descobrir terá de ver que eu nunca faço spoilers :-p

14/20

quinta-feira, julho 27, 2017

O valor da palavra.

É assim tão difícil manter a palavra? Chamem-me antigo, mas quando se diz que se vai fazer é para fazer, não é para ver se se faz. Se o que sai das nossas bocas não é seguro, então como pode alguém ter segurança em nós? O mundo está weird...

Aforismo

«Experiência é o nome que todas as pessoas dão aos seus erros».

Oscar Wilde

quarta-feira, julho 26, 2017

terça-feira, julho 25, 2017

Game of Thrones 7 - 02

Foi de novo impressão minha ou este episódio foi muito mehhhhh...? Um episódio "lamacento" na minha opinião. Nada aconteceu realmente. É tudo assim mais ou menos... parece o mesmo que se passou na temporada 6 em que nada andava realmente. 

O cão do vídeo

Não gosto particularmente da voz da Luísa Sobral (apesar de gostar da música) porque aquele tom de nasal de rinite alérgica ou constipação permanente incomoda-me. Mas esta música que em si é muito gira, tem um cão espectacular no vídeo, que até faz com que a gente se esqueça do tom nasalado da Luísa e tudo flui como deve de ser. 




O meu Cão - Luísa Sobral

Esta miúda tem pinta




Dog Years - Maggie Rogers

segunda-feira, julho 24, 2017

sexta-feira, julho 21, 2017

Orson Wells disse...

"We're born alone, we live alone, we die alone. Only through our love and friendship can we create the illusion for the moment that we're not alone".


Orson Welles

Wise



Wise enough - Lamb


Seriamente a questionar o meu discernimento e a minha capacidade de ver as coisas inteligivelmente. Só me vem esta música à cabeça. Até vale a pena sentir-me assim se isto vai trazer os Lamb à minha cabeça.  

quinta-feira, julho 20, 2017

Réplicas

Ainda bem que tenho algum jeitinho de mãos para fazer réplicas de obras de arte, caso contrário teria de gastar muito dinheiro a decorar as paredes :-p

Gosto muito deste quadro



Artista: Marlene Dumas

quarta-feira, julho 19, 2017

Cristiano Ronaldo e a compra dos bebés

Como já referi aqui várias vezes tenho o maior apreço/respeito pelo Cristiano Ronaldo como profissional/jogador e também como  familiar que cuida dos seus. Individualmente, como pessoa,  já  me sinto bastante distante dele e até o acho ridículo em muitos aspectos. Não obstante, dou por mim várias vezes a defendê-lo junto de colegas que o criticam por razões que eu não acho válidas, como é agora o caso dos bebés.

Foi um capricho? Pode ser. Mas ele é nitidamente uma pessoa que foi criada num regime de clã familiar, logo a família é muito importante. É natural que queira ter a sua prole e não tendo uma relação estável (e sabendo eu que as pessoas das ilhas são geralmente pais muito cedo, em particular as que não têm estudos independentemente do seu status financeiro) é natural que recorra a um meio que lhe possa dar os seus filhos. O seu sistema familiar permite fazê-lo, as crianças nunca irão crescer desapoiadas ou desprovidas de afecto (antes pelo contrário) e terão sempre presente modelos masculinos e femininos disponíveis, não necessitando da presença de uma "mãe oficial".

Quando me dizem que ele podia adoptar, porque já existem crianças no mundo que necessitam ser amadas, eu respondo que isso é válido para todos os casais heterossexuais que têm filhos biológicos. As razões que os leva a ter filhos e não adoptar serão as mesmas que levam o Cristiano Ronaldo a querer ter filhos biológicos em vez de adoptar. E não me venham dizer que é diferente porque não é. 

Acho que as pessoas que não têm uma relação estável e que querem ser pais têm todo o direito a sê-lo se existem meios disponíveis que o permite, e se têm um circulo familiar onde a criança se pode desenvolver de forma saudável. 

Posso achar o Cristiano Ronaldo um pirralho rico que pensa ser mais do que aquilo que é, mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. 

terça-feira, julho 18, 2017

Game of Thrones

O começo foi mais "meh" que "tcharaaaan", ou foi impressão minha?

Tirei a barba

Assim de repente acho que pareço um nenuco. Não obstante as colegas colegas dizem que pareço 32/33.  Digamos que é a única razão pela qual vale a pena tirar a barba :-p

sexta-feira, julho 14, 2017

A Beth Ditto tem um novo álbum



Fire - Beth Ditto

Ora cá está outra cantora que eu acho extraordinariamente subvalorizada. Adorei o primeiro EP (mais dançável), que por alguma razão não pegou com o público. Este último trabalho é uma (re)interpretação sexy das tonalidades da música country e eu, mais uma vez, gosto muito. 

terça-feira, julho 11, 2017

O meu outro blogue

Acabei de perceber que  não faço postagens no meu outro blogue desde Novembro de 2016. Ai, ai, ai... estou a merecer um valente tau-tau, mas na realidade o tempo não chega para tudo. A ver se esta semana faço alguma pesquisa e avanço com aquilo de novo. 

Dalai Lama knows best

"Be kind whenever possible. It is always possible."

Dalai Lama

segunda-feira, julho 10, 2017

Nota-se tanto que é verão

Só havia uma passadeira livre no ginásio. As meninas estão a dar-lhe forte, mas alguém devia dizer-lhes que só 2 meses a "dar à perna" não chega. E fechar a boquinha só em Junho também não ajuda. :-p

AlunaGeorge retornam em modo tropical


Turn Up the Love - AlunaGeorge

Há algo no novo som que me faz lembrar Purity Ring, mas gosto. É muito "tropicalzinho" e transporta-me para uma praia nas caraíbas em fim de tarde. Acho que é uma daquelas bandas mesmo muito subvalorizadas.

quinta-feira, julho 06, 2017

Love is...

"Love is forgiveness. And it’s atonement. And it’s basically like putting your soul in a washing machine – it’s not some gentle cycle, it’s a fierce whipping that rings you out good. It makes the stains fade. Best of all, it fills the holes."

Hannah Brencher

Enquanto uns pintam a casa, o Limão apanha sol



Em resposta a uma pergunta da Magg num outro post. Isto é o que o Limão faz enquanto os donos da casa (e servos do Limão) estão a pintar o quarto. Relaxa ao sol...