terça-feira, agosto 04, 2015

Piada Seca XLI

Qual o tipo de mulher mais consensual?
A mulher com sardas. Tem centenas de pontos a seu favor.

Ainda levo um pêro.

No meu novo departamento a nova Directora indigitada veio pedir-me ajuda para modernizar os processos de gestão. A minha orelha direita começou a escaldar e várias pessoas olharam para mim com com um ar mortífero. Eu apenas me limitei a contar-lhe algumas ideias que tinha durante um lanche, mas se é para haver mau ambiente, vou passar a falar com ela apenas em privado e pedir para dizer que todas as ideias são dela. 

Um casal de idade


segunda-feira, agosto 03, 2015

Activos e passivos de qualidade

Hoje estava no ginásio e li na TV «activos e passivos de qualidade ficaram todos no Novo banco». Deve ser por isso que os meus amigos dizem que não conseguem encontrar ninguém de jeito no Grindr.

Amy

Lembro-me de estar na praia em Julho de 2011 e uma amiga me ter dado a notícia de que a Amy Whinehouse tinha morrido. Lembro-me de ter chorado, acima de tudo porque o mundo perdeu com a morte dela. A Amy Whinehouse era música e expressão. Quem percebe de música sabe que já não havia nada assim há muitos anos.  

A vida conturbada teve mais projecção do que o que realmente interessava. O documentário está feito com grande sensibilidade e permite ver um pouco de quem era esta "fazedora" de canções. Ela fazia canções e escrevia emoções. Ela cantava a vida. Ela era jazz puro. Inato. E era contemporânea como nunca um cantor de Jazz conseguiu ser. 

Aconselho a toda a gente a ver este documentário. É um retrato subtil que sem apontar o dedo a ninguém mete a nu os culpados do percurso em espiral descendente de uma mulher vulnerável que só queria fazer música. A indústria pode ser muito violenta e quando há dinheiro envolvido, toda a gente quer a sua parte. O mundo já perdeu outras grandes promessas, Kurt Cobain, Janis Joplin, Jimmy Hendrix, Jim Morrison, mas ao perder a Amy Whinehouse perdeu algo de muito precioso. Ela escrevia música, escrevia letras, cantava canções e cantava o zeitgeist com a maturidade de uma alma antiga e com as palavras de contemporaneidade crua. 


sexta-feira, julho 31, 2015

Can't feel my face



Can't feel my face - Weeknd


Eu estou com uma dor de cabeça que nem consigo sentir a minha cara. Então a canção vem bastante a propósito. De qualquer forma gosto muito da música do Weeknd. Acho que ele em conjunto com o Miguel têm o futuro do soul and r&b nas mãos. É bom uma lufada de ar fresco, se bem que o Miguel é apesar de tudo um pouco mais clássico em estilo de Marvin Gaye revisitado. Este Weeknd é bem mais inventivo. 

O casamento

Estou um pouco ansioso com um casamento de família que tenho em Setembro. Resolvi levar o namorado e é um grande passo para a minha mãe que nunca esteve exposta a perguntas ou insinuações por parte da família alargada. 

Há um sector conservador da família que me preocupa no sentido de poder fazer algum comentário que a deixe desconfortável. Está a preparar-se psicologicamente para o evento e sabe que pode ter de fazer alguma ginástica emocional para não dizer algo que não seja adequado. 

A minha mãe está totalmente a bordo do #TeamSilvestre, quando lhe disse que queria levar o namorado. Ela apenas respondeu «é lógico que se ele vive contigo tens de o levar, mas veste-lhe um fato bonito». Ele é muito "t-shirt e calça de ganga" e não sei bem o que é que lhe passou pela cabeça a ela. Volta e meia pergunta «já foram comprar o fato? azul fica-lhe bem por causa dos olhos claros». E está prometido que este fim de semana vamos.

O meu irmão foi ainda mais cool. Quando soube do casamento disse-me «vais levar o teu namorado, certo? Ou vai a família toda ou não vai ninguém». Assim que a minha a mãe se vai apresentar em Clã pela primeira vez com os filhos e respectivos acompanhantes. Uma família.

TGIF

Estou tão podre. Só quero dormir. Não consigo pensar em mais nada.
Uffaaaaa...

quinta-feira, julho 30, 2015

Pensamento do dia

Eu não estou a ficar velho, eu estou a ficar vintage.

Pensamentos aleatórios

Dói-me um quadril.

Mais uma consulta de florais

Desta vez os enraízadores estão a "bombar" forte. Entrou um cogumelo na fórmula para me dar concentração por via da mente tranquila. Parece que era mesmo o que faltava à fórmula.

quarta-feira, julho 29, 2015

Senhoras e senhores... Melanie Martinez



Dollhouse - Melanie Martinez

A Melanie Martinez é mais uma prova de que das competições televisivas tipo Idols, The Voice, etc, só vale a pena reter cantores que não chegam à final. São os únicos que fazem música original ou que têm um mínimo de carisma. 

Depois de ter participado na Season 3 do The Voice americano, Melanie começou a gravar música por conta própria num estilo pop (ora indie ou eléctrico ou dark) que para mim é bastante agradável e nada tem a ver com as xaropadas que os vencedores nos têm oferecido. 

Afinal havia outra...

Eu a pensar que a minha estreia seria em Buenos Aires, mas afinal vai ser em Oslo. Nunca fui à Noruega. Isto é que vai ser coleccionar magnetos para o frigorífico. Já fiquei com uma ideia mais clara do que vão ser as viagens no futuro e parece-me que terei de realizar por ano entre 12-16 viagens (se não tiver de apagar fogos). So far, so good.

O coração é um músculo

«The heart is a muscle like any other and the best exercise you can do for it is called picking yourself up off the floor.»

terça-feira, julho 28, 2015

Coisas que os gays fazem que eu não percebo

Frequentar a igreja católica: 
Eu compreendo que se tenha fé em Deus, mas existem igrejas cristãs que não dizem que a homossexualidade é um pecado e que os homossexuais são aberrações (como faz a Igreja Católica Apostólica Romana). Fazer parte de uma comunidade que não nos aceita e que nos renega como pessoas dignas é no mínimo masoquismo, mas eu aponto mais para a estupidez. 

Votar no PSD e CDS:
O CDS tem um Presidente homossexual e o PSD tem uma Presidente da Assembleia da República lésbica que votam  contra os direitos fundamentais dos homosseuxuais, que impedem crianças filhas de pais homossexuais assumidos de ter uma vida normal ao não legitimar a co-adopção pel@s parceir@s dos pais, entre outros mimos dos quais este é apenas um exemplo.

Hoje ainda li a pérola do Deputado do PSD Carlos Peixoto que disse numa entrevista à rádio:

«Se estamos a admitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo, então também podemos admitir, pelo mesmo princípio, casamentos entre pais e filhos, entre primos direitos e irmãos. Ao admitir-se este tipo de nova ligação, chegamos ao ponto quase surrealista de admitirmos soluções muito mais vanguardistas e perigosas até do ponto de vista da procriação».

Eu sou "Straight Acting"
O que me chateia no invocar desta expressão é a ideia escondida de que o gay "masculino e viril" é superior ao efeminado. Guess what? Um é tão gay como o outro, gostam os dois de homens. Se alguém gosta de imitar a Beyoncé na rua, seja. Desde que ninguém me obrigue a mim a fazer o mesmo, estamos bem. A mim o que me chateia mesmo são pessoas que fazem mal umas às outras e que falam gratuitamente mal umas das outras. E isso tanto se aplica a um gajo com ar de lenhador ou a um gajo vestido de Hello Kitty.


segunda-feira, julho 27, 2015

Obcecado com esta faixa



Fade out Lines - The Avener ft. Phoebe Killdeer


A probabilidade de estar a esta música a tocar em qualquer lado e de eu estar a dançar é de 100%. Isto é tãooooooooo cool.

Ocorreu-me...

Quem inventou a palavra «abreijo» deve ter sido a mesma pessoa que inventou as Crocs.

Para bom entendedor...

Só porque o senhor foi simpático...

Hoje ajudei uma rapariga que se enganou no andar do elevador. Quando a meti de novo no elevador rumo ao sítio certo disse-me «só porque o senhor foi simpático, tenho de lhe dizer que tem um cabelo enorme a sair-lhe do queixo». 

Era um pêlo do Limão. 

Limão exercita a preguiça


sexta-feira, julho 24, 2015

A colega tiazorra porreiraça

«Já sei que o colega é um moderno, mas quando colar arte na parede, lembre-se que eu sou clássica e tenho de olhar para a sua parede o dia todo. Perdoo-o porque o quadro do Michael Jackson faz-me rir».

«Você sem barba ninguém lhe dá mais que trinta anos. Mas falta-lhe qualquer coisa. Não fique mais novo senão deixo de gostar de si».

«Ó colega. Conte lá mais das suas piadas secas que me farto de rir. Você é mau».

«Olhe, ontem contei na reunião do Jójó aquilo que me ensinou da borboleta sexual. Ninguém sabia o que era. Fiz um brilharete».

«Tem de vir comer connosco, mas não se esqueça que este lugar é meu. Se alguém se senta aqui fico mais irritada do que quando me chamam Belinha. Vai logo corrido».

A colega parece uma Britney Spears com 50 anos, com uma forte dependência da nicotina, e cada vez lhe acho mais piada.

Há que ter paciência...


Mundo dos modelos - homens e mulheres

O top 10 das modelos femininas mais bem pagas do mundo soma cerca de 83 milhões de dólares e o top 10 dos modelos masculinos mais bem pagos do mundo soma cerca de 8 milhões de dólares. Digamos que deve ser o único ramo profissional onde as mulheres dão uma "abada" nos homens em termos de poder e retorno económico.

quinta-feira, julho 23, 2015

Componentes de uma relação amorosa a dois (faça você mesmo)

Qual a vossa fórmula (escolher componentes) para fazer uma relação funcionar com sucesso e em que percentagem devem esses componentes estar presentes (a soma das percentagens dos diferentes componentes deverá perfazer 100%).

Paixão
Responsabilidade
Segurança
Honestidade
Apoio
Cooperação
Confiança
Comunicação
Sexo
Amizade
Privacidade
Elogio
Negociação
Compromisso
Amor-próprio
Respeito
Privacidade
Intimidade
Romance
Independência
Fusão
Motivação

Uma das melhores expressões faciais de sempre!



A-D-O-R-O!!!!

quarta-feira, julho 22, 2015

Dinâmicas de casal


Piadas Secas XL

O que é que é vermelho e cheira a tinta azul?
Tinta vermelha.

Piadas Secas XXXIX

O que aconteceu quando o elefante se apoiou numa pata?
O pato ficou viúvo.

A colega a dar-me lições de moral

colega: Queria falar contigo. Não tens o Acrobat Writer? Precisava de fazer uma alteração num pdf.
silvestre: Já falaste com a informática?
colega: Quando lhes mando um pedido de assistência pelo sistema demoram 2 meses a responder
silvestre: Eu vou à informática em pessoa, digo o que preciso e depois formalizo através do sistema.
colega: Não sei se já percebeste que estás a duplicar trabalho. Vais lá e mandas pedido pelo sistema. Eu não faço duplicação de trabalho, há que haver racionalidade.
silvestre: Tens trabalho atrasado por ficares à espera?
colega: sim, bastante.
silvestre: pois... a mim não me importa nada perder 5 minutos a ir à informática e mais 5 minutos a formalizar um pedido que já está em andamento. Se calhar devia ser mais racional, mas para mim o que importa é ter o trabalho feito a horas e com qualidade e até agora tem resultado.
colega: (...)

terça-feira, julho 21, 2015

Como se não bastasse a borbulha dentro do nariz...

Tenho uma colega (Professora Doutora) que não faz mais nada do que se queixar das injustiças e de que é PhD e de que não é reconhecida e que lhe dão trabalho de secretariado para fazer quando ela é PhD. Algo me diz que ela precisa desesperadamente de sexo. Mas com aquele feitio e com aquele aspecto não sei quem é que irá lá molhar o pincel...

Coisas que doem

Uma borbulha dentro do nariz.

Pessoas práticas (ou talvez não...)


50 Curiosidades da minha infância

Respondendo ao desafio do Neko-Chan cá vão 50 factos saídos do baú de memórias. O curioso no meio disto tudo é que fui obrigado a lembrar-me de que não tenho saudades nenhumas da minha vida até aos 14/15 anos. 

1. Com 3 anos pintei os sapatos do meu pai com tinta de óleo verde porque ele era do Sporting.
2. Queria ser sapateiro porque a caminho da paragem do autocarro vivia um sapateiro sempre a cantar à porta da oficina. Achava que era uma profissão feliz.
3. A minha mãe obrigava-me a vestir camisolas de lã e calças de fazenda que picavam eu tinha de andar com o pijama por baixo da roupa e parecia ainda mais gordo do que era.
4. Comia tomates de salada como se fossem maças. Lavar e comer. Todos os dias 2 ou 3.
5. Era tão bicho do mato que o meu pai me oferecia dinheiro para eu ir brincar para a rua. 
6. Sempre fui muito bailarino (desde que comecei a andar) e a imitar as cantoras dos Gemini na música Dai-li-dou bati com a cabeça no móvel e parti a cabeça. Tinha 4 anos. 
7. Tinha os pés mais chatos do que uma mesa de mármore e tive de usar botas ortopédicas até aos 10 anos. 
8. Alimentava os cães da rua com latas de salsichas roubadas à dispensa da minha mãe.
9. Comia latas de leite condensado à colher e depois escondia-as debaixo da cama. As formigas acabaram por me delatar. 
10. Sempre tive uma atracção especial por água (deve ser por isso que meto água muitas vezes) e em bebé não podia ver um alguidar com água que me atirava lá para dentro. Em função disso a minha mãe mandou terraplanar a piscina com medo que eu me afogasse. 
11. Com seis anos ia chamar a professora a casa se ela se atrasava. Ela teve o azar de dizer onde eu morava e eu achava uma falta de respeito estarmos às 8h da manhã na escola e ela só chegar às 8h20.
12. As séries de televisão de que mais gostei na infância foram: Conan - o Rapaz do Futuro, Tom Sawyer, Dartacão, Sport Billy, Candy Candy e Jenny dos Cabelos Dourados.
13. Não fui amamentado.
14. Nasci duas vezes. Melhor explicando, quando a minha mãe entrou na Alfredo da Costa deixaram-na com uma estagiária que se assustou por eu estar a nascer sozinho. Meteu-me a mão na cabeça e empurrou para dentro, para ter tempo de ir chamar a parteira.
15. A minha primeira namorada chamava-se Carina e era filha da vizinha das traseiras.
16. Tinha 10 anos quando dei o meu primeiro beijo de língua e achei nojento (no mínimo).
17. Era completamente viciado por livros da Marvel e tinha uma colecção enorme. Os X-men eram os meus heróis favoritos (por isso até me dá vontade de vomitar quando vejo os filmes que não são minimamente fieis à história. O Wolverine tinha 1,55 metros de altura, por exemplo).
18. As minhas alcunhas eram: baleia azul, baleia branca, cachalote e buda (todas simpáticas).
19. Aos 7 anos o meu pai obrigou-me a comer arroz de marisco quando eu não queria. Vomitei e estive 21 anos sem comer este prato. 
20. Adorava comer melancia.
21. Tinha inveja dos outros miúdos que podiam usar sapatos normais.
22. A minha mãe tinha a mania de comprar-me meias pelos joelhos. Detestava a porcaria das meias.
23. Sempre gostei de brincar com carrinhos. Tinha centenas e fazia corridas em casa sozinho. 
24. Quando tinha 4 anos a minha mãe trouxe-me uma boneca da República Checa. Eu lava-lhe o cabelo no bidé e secava-lhe a cabeça no fogão. 
25. Conheci a mãe biológica da Ana Malhoa (frequentava o mesmo cabeleireiro da minha mãe).
26. Tive uma hepatite terrível e ia morrendo.
27. Ficava muito irritado quando me perguntavam se era menino ou menina. Tinha uma voz incrivelmente fina (não sei como acabei um baixo-barítono).
28. O meu irmão dava imensa porrada e espetou-me uma tesoura no joelho quando eu tinha 9 anos.
29. Sempre gostei de ler e o meu pai comprava-me as enciclopédias que eu pedia. 
30. A Carla Susana recusou o meu pedido de namoro porque eu era muito gordo (devo ter ficado gay com o trauma lolol)
31. Tinha uma mala de viagem cheia de Lego.
32. Gostava muito de escrever à máquina.
33. Não era nada atlético e era péssimo a jogar futebol, andebol e basquetebol.
34. Deixei as aulas de ginástica porque o professor me chamou selvagem.
35. Deixei a natação (onde até era uma promessa) porque o meu pai não me deixou ir a uma competição para ir para umas termas (parece que sempre tive mau feitio).
36. Com 5 anos já comia de garfo e faca, o que deixava a minha mãe muito contente.
37. Tinha 3 anos quando a minha mãe me encheu a boca com malagueta por dizer um palavrão (só voltei a dizer merda com 15 anos).
38. Tinha o hábito de roer as unhas.
39. Era pequeno para a minha idade até aos 10 anos.
40. A minha Tia Isabel dava-me medo porque gostava muito de mim e me apertava muito e dizia «a minha menina».
41. O meu pai dizia que não me pegava ao colo porque eu era muito gordo, mas vi-o ao colo com o meu primo Pedro que era ainda mais gordo do que eu. Fiquei com raiva ao Pedro desde os 6/7 anos (já me passou).
42. Gostava dos meus bichos da seda. 
43. Ajudava a minha mãe a lavar a loiça com 4 anos.
44. Comecei a cozinhar com 9 anos, nomeadamente pastelaria.
45. Adorava livros e escola. Quando as aulas começavam já eu tinha lido os livros (deve ser um facto comum a todos os miúdos que não têm amigos).
46. Tinha uma vontade enorme de fazer a primeira comunhão. No fim da rua havia uma igreja e os miúdos passavam em frente à minha casa com as velas. O meu pai era ateu e não me deixava frequentar a catequese. Ele é que teve juízo.
47. Tive uma cadela chamada Daisy Priscila
48. Tive um periquito chamado Pom Pom e outro chamado TinTin e voltei a ter mais dois com os mesmos nomes. 
49. Pequei fogo ao pijama por estar a brincar com fósforos e álcool. 
50. A minha mãe insistia que eu tinha de dormir a sesta. Ia deitar-se comigo, eu esperava que ela adormecesse e depois ia brincar. 

segunda-feira, julho 20, 2015

A Leona Lewis a fazer música que eu não detesto?

Acho que andou por aí a ouvir a Adele e a Emeli Sandé, misturou as duas e a coisa até resulta de modo mais ou menos sem que eu a ache das coisas mais sem sal à face da terra. Toma lá morangos e bico calado.

Desejos de esposa...


É incontornável

Sem barba pareço um nenuco. Ainda bem que até sexta ela cresce e no fim de semana já sou um orgulhoso barbudo de novo. 

Senhoras e senhores... That Rogue Romeo



City of Glass - That Rogue Romeo

Kevin Stea é, primariamente, bailarino e coreógrafo. Mas esta aventura no mundo da música de dança não lhe correu nada mal. Só tomei conhecimento hoje. O CD já tem alguns anos, mas creio que este tipo de música vai conseguir aguentar o traço do tempo.  É electro qb para isso. 

sexta-feira, julho 17, 2015

À Procura de Alaska

«A Culpa é das Estrelas» foi o romance que tornou John Green conhecido, mas este «À Procura de Alaska» foi o seu primeiro livro e um belo primeiro livro por sinal. Gosto bastante destes escritores que são actuais sem serem desinteressantes e que são profundos sem serem pretensiosos. É o tipo de escrita que é tão sugestiva e realista que a sua adaptação ao cinema é fácil como juntar as mãos uma à outra. Gostei muito.

As nuvens de Sils Maria

Por um lado é um excelente ensaio sobre o efeito do tempo sobre nós e sobre as diferenças entre a idade jovem e a idade madura, às quais não podemos escapar. Neste filme essa metáfora é explorada através de uma actriz que representa agora o papel de uma mulher de 40 anos, na mesma peça onde 20 anos antes representou o papel da outra protagonista de 20. Aos 20 anos tinha desprezo pela pela personagem que agora está a representar, tendo de lida com o facto de eventualmente se ter tornado essa mulher. 

Do ponto de vista existencial adorei o filme. O argumento é muito bom. Do ponto de vista da realização tem todos aqueles tiques do cinema francês que me fazem ranger os dentes. O facto de ser falado em inglês e ter duas actrizes americanas no elenco suaviza, mas não anula.


15/20

Senhoras e senhores... Kimbra



Goldmine - Kimbra

Senão fosse Gotye, nunca o mundo mainstream teria conhecido Kimbra cuja música eu acho bem mais interessante do que a do homem que a deu a conhecer.  Mas nem tudo é justo no mundo e por isso mesmo o maravilhoso universo indie pop da "piquena" continua prontinho a ser descoberto por quem tiver curiosidade.

quinta-feira, julho 16, 2015

Piadas Secas XXXVIII

O que disse a zebra à mosca?
Tu estás na minha lista negra.

Piadas Secas XXXVII

Porque é que a manteiga não entrou na discoteca?
Porque foi barrada.

Antepassados


Coisas do amor/nada é linear

Ontem eu e o namorado completamos 5 meses e ontem foi também o dia mais difícil que tivemos até hoje. Acabou por ser um dia feio e triste. A nossa "crise" acabou por ser pelo facto de ele ser um rapaz demasiado bondoso e de ter tido um problema financeiro em função disso. Feliz ou infelizmente, eu tenho uma personalidade a atirar para o "forte" e sou muito protector das pessoas de quem gosto.  Não admito que ele seja tratado como um banco, quando ele vive de um ordenado um pouco abaixo da média portuguesa.

Talvez porque trabalha numa empresa conhecida, talvez porque é o único licenciado, a família recorre a ele abusivamente. E, desta vez, deixaram-no numa situação em que ele teria de endividar-se não fosse estar comigo. Portanto, ele não se mima a si mesmo, vive com simplicidade para poder ter desafogo e acaba a financiar (muitas vezes sem retorno) quem não deveria ter precisão, se vivesse de acordo com as suas possibilidades. Acresce a falta de respeito, ao falharem compromissos assumidos sem sequer ser dada uma satisfação e ele ser apanhado de surpresa.

Como venho de uma família pobre onde para honrar um compromisso, as pessoas comiam pão com azeitonas ao almoço e jantar, se fosse preciso (o meu pai até mortos enterrou num cemitério para fazer dinheiro extra), tenho uma tolerância mínima para pessoas que utilizam o afecto de alguém por si para levar vantagem e tenho tolerância mínima para faltas de respeito contra pessoas que confiam em alguém.

Vi-me metido no meio de um cocktail de me fazer trepar as paredes. O meu primeiro impulso seria contactar essas pessoas e ter uma conversa com elas. Mas tenho de lhe dar a oportunidade de ser ele a quebrar o ciclo. De ser ele a reclamar o respeito que lhe é devido. Tive de lhe fazer ver que ninguém se está a preocupar com ele e isto foi muito duro. Para ambos. Ele por ter de encarar a verdade e eu por ser o carrasco portador da má notícia. Ainda fiquei a sentir-me um sacana porque o fiz olhar para uma perspectiva menos bonita do mundo, que regra geral ele não tem. É como se lhe tivesse aberto os olhos pelo acto de lhe arrancar as pálpebras.

Nos próximos dois meses, por culpa de terceiros. sou eu que pago as contas e provavelmente as férias, quando ele tinha dinheiro para tudo isto e mais. É a quarta situação de falta de respeito a que eu assisto desde que estamos juntos e a mais grave. O dinheiro tenho de sobra para para os dois, não é isso que me chateia.

O amor é uma coisa lixada. Ele ama a família. A família abusa desse amor.  Eu amo-o a ele e com o meu temperamento vou sempre proteger as pessoas que amo. Ele, a minha mãe, o meu irmão, a minha sobrinha são carne do meu corpo. Quem lhes fizer mal é o equivalente a arrancaram-me um pedaço de carne. Deixam-me em ferida. E eu disparo as armas ao foco de dor. 

Quando vou para a guerra parto com o arsenal todo. Já aconteceu antes. Em 2008 parti em defesa do namorado da altura e o que fiz foi resolver tudo o que ele não conseguia. E ele passou a sentir-se inferior ao pé de mim. Incapaz. E a relação ficou danificada. Deixou de haver paridade.

Aprendi que tem de ser ele a resolver a situação para não quebrar a paridade. Se ele não conseguir resolver, aí sim vou estar entre a espada e a parede. Ou me meto no assunto e meto aquelas pessoas no lugar devido ou me vou embora por ser incapaz de lidar com o desconforto de ver um ente querido ser desrespeitado. 

Neste momento, só peço ao universo que a energia nos seja propícia. Nunca estive tão bem com ninguém e nunca ninguém mereceu tanto o meu respeito. Ele diz que abriu os olhos e que isto acabou. Só espero que acabe tudo bem e isto seja apenas uma lomba no nosso caminho conjunto. 

quarta-feira, julho 15, 2015

Money

It's all about the money

Money chages everything

Mo money mo problems

She works hard for the money

Money for nothing

Money talks

Bills, bills, bills

Gold digger


Porque é que acabaram os ovos de Páscoa?


Bad Girls Club

Este Reality Show que passa na SIC Radical de segunda a sexta pelas 19h (ou perto disso) leva o "rasca" a limites nunca vistos. Acho interessante do ponto de visto sociológico e enquanto produto cultural da América, mas é impressionante. Em comparação com deste programa a Casa dos Segredos devia passar na RTP 2.

Coisas difíceis

Deixei de comer doces durante a semana. Há um mês que ando nisto. Não sei quando é que vou voltar aos meus três bolos e uma tablet de chocolate que me faziam tão feliz. 

terça-feira, julho 14, 2015

Ocorreu-me agora...

Depois da operação à coluna o meu Twerking não voltará a ser o mesmo :-p

Relações verdadeiras.


Aquele momento da vida em que chegamos à conlusão

Sempre cresci com a ideia (por culpa da mãe) de que tinha de ser perfeito. Mas quando comecei a falhar e  a aceitar que tenho muitas limitações, foi quando ganhei a oportunidade de ser verdadeiramente bom.