quarta-feira, Agosto 20, 2014

A Viagem dos 100 Passos

Que nervos me deu este filme. Um oportunidade perdida, desde o desperdício das localizações até ao desperdício do talento dos actores. A história é estupenda e estou certo de que o livro será maravilhoso, mas o filme tenta resolver um duas horas o que não é resolúvel sem saltos no argumento ou falta de densidade dramática. Não temos tempo para saborear nem os personagens, nem o enamoramento que deveria existir entre o actor principal e a comida e entre os protagonistas principais. É como comer um prato de "cuisine" mas sem sabor. Não é um filme fast-food, mas também não alimenta.

12/20 

Sex Tape - O nosso vídeo proibido

Que posso eu dizer? Blhác! Foi-me difícil rir. Não era suposto ser uma comédia?  10/20





De volta com uma imagem desconcertante...


Isto é o rabo de uma cidadã. Palpites? Eu não tenho resposta.

quarta-feira, Agosto 13, 2014

Pergunta

Serão 20 anos felizes ao lado de alguém a mesma coisa que 20 anos felizes ao lado de 6 pessoas? O que importa é ser feliz, mas o ter de começar de novo e ter de fechar capítulos... it sucks!

terça-feira, Agosto 12, 2014

Lisboa

Desde que entrei de férias não fui a lado nenhum. Só praia na Costa e Lisboa. É bom ser turista na minha cidade.

quarta-feira, Agosto 06, 2014

Limão fez 4 meses


Dia 5 de Agosto e quatro meses já cá cantam. Estragou-me uma mala de cabedal, mas a culpa foi minha porque me esqueço que tenho um gato. Está saudável e é um gato muito sociável que aceita colo de qualquer um. Finalmente eliminei o problema das pulgas (yes!!) e embora ele tente esquemas de sedução ainda não o deixo ter acesso aos quartos. Fez mais uma viagem ao Algarve de carro e não aprecia muito, mas cala-se ao fim de 15 minutos de miados. 

terça-feira, Agosto 05, 2014

3 de Agosto de 2014

Fim.
Na natureza nada se ganha, nada se perde, tudo se transforma.
A vida vai reciclar-se de novo.

sexta-feira, Agosto 01, 2014

Realismo númerico


Resolução de problemas


Retorno



Return to innocence - Enigma

Poder

«There’s power in looking silly and not caring that you do.» 
by Amy Poehler

quinta-feira, Julho 31, 2014

I blame myself



I blame myself - Sky Ferreira

Liberté, egalité et?


Uma perspectiva urbana da coisa... a Beyoncé é muito fraterna.

Consumismo: já cá canta.



Jokes

«There’s always a joke lurking in the darkest shit. That’s how we forgive ourselves.»
by Steve Almond

quarta-feira, Julho 30, 2014

Sim... é um gato.


Cereais...


10 argumentos a favor da tourada: uma dissertação


Deparei-me hoje com este texto [LINK]e gostei muito da forma desempoeirada (e bem humorada) como se desmontam os 10 argumentos mais utilizados a favor da tourada. Eu sou contra a tourada, mas muitas vezes é difícil fazer passar a mensagem aos mais "tradicionais" de pensamento. O autor do texto foi muito eloquente.

terça-feira, Julho 29, 2014

Cirurgia Plástica


Sabedoria de Rumi

Yesterday I was clever, so I wanted to change the world. Today I am wise, so I am changing myself. 

by Rumi 

Snowpiercer - Expresso do amanhã

Duas coisas: Primeiro, o Chris Evans é um bom actor, e a pensar que ele só fazia apenas aquelas xaropadas da Marvel. Segundo, o filme tem uma profundidade existencial como poucas coisas que tenho visto ultimamente. Uma metáfora para a humanidade com pontos de vista que podem ser discutíveis, mas acerca dos quais somos forçados a pensar. Terceiro, a forma como o filme está filmado entre o noir e o manga, faz maravilhas ao filme. Para quem gosta de ficção científica ou filmes pós-apocalípticos, aconselho vivamente.

17/20

Selfies...


segunda-feira, Julho 28, 2014

Sky Fits Heaven



Sky Fits Heaven - Madonna

Life fits living so let your judgments go
That's how our future should be...

Silvestre: reflexão sobre o corpo

Este é o meu corpo neste momento. Fico a pensar no valor do  corpo, e quanto o valorizo. Quando era miúdo era gordinho e as coisas não eram nada fáceis, bateram-me e humilharam-me diversas vezes por isso, talvez porque em cima disso era tímido, marrão e tinha voz de menina. Não tinha muitos amigos com a excepção dos outros excluídos, que também não eram lá muito bonitos ou eram pirosos ou outra coisa qualquer que os fazia ser desprezados pelos demais. O que eu aprendi desses tempos foi o que é realmente importante. Que o material interno que anima um corpo é o que vale a pena. Quando comecei a ser legitimado pelas pessoas "cool" não sei porquê, mas não me senti assim tão cool. 
 
Hoje tenho um corpo valorizado pelos padrões estéticos das sociedades ocidentais e reparo que estou em contradição interna. Não me reconheço na descrição do meu corpo, nem na valorização do meu corpo (apesar de gostar muito dele). Gosto que as pessoas queiram falar comigo porque tenho um ar simpático, porque tenho um olhar convidativo, uma expressão meiga no rosto.
 
Ontem uma pessoa bastante próxima disse-me que eu era um corpo. Que quando falam de mim num determinado círculo (a bem dizer entre rapazes gay) falam do corpo. Não se fala de que eu sou simpático ou gentil ou até mesmo giro. Não sou nada dessas coisas. Sou carne para canhão. Sou um corpo que alguém gostaria de possuir. Não me fez sentir bem e fiquei na dúvida se isto, de certa forma, não é o equivalente aos tempos da minha infância, mas no outro extremo. Ninguém quer saber quem sou na mesma.
 
Percebo a solidão das pessoas que procuraram a sua projecção com base na beleza física. E percebo que tenho muita sorte em não ser isso para mim. Eu defino-me pelas coisas que sei e pelas coisas em que acredito e tenho um imenso orgulho nisso. Isso é o que eu sou. Não um corpo.
 
O corpo que tento manter são e vigoroso é para ser a casa de algo maior, daquilo que me define para mim. Esse é o lugar do meu corpo, uma casa. O meu corpo é a ostra, não a pérola. E fico muito contente pelos anos em que nada disto era assim e que me fizeram ver onde estão as pérolas nas nossas vidas. As pérolas que mantenho comigo são todas as pessoas que me fazem sentir humilde perante a sua forma de estar e feliz por as ter perto. Elas também com uma casa, que se quer forte e sã, para guardar o essencial.
 
 
 

A imigrante

Um excelente filme de época bem conduzido com interpretações convincentes, em especial da actriz Marion Cotillard que nos tem habituado sempre a bons papéis. Não temos a sensação de ser um filme de época feito hoje. Ficamos no início do século no tempo em que dura o filme. Um bom documento para ilustrar e trazer à luz alguns dos fantasmas do passado dos EUA.
 
16/20

Terceira Pessoa

Depois do fantástico «Colisão», estava desejoso de ver este filme. A estrutura segue a mesma ideia nas três histórias interligadas, mas no caso é uma grande confusão. Trata-se  de um escritor que tem incapaz de sentir, escreve através das suas personagens, uma mãe a braços com a proibição de ver o filho e um homem solitário em Itália. No fim percebemos afinal o que estavamos a ver e o resultado é medíocre, percebemos que afinal não foi nada bem conseguido. É uma pena o desperdício do maravilhoso elenco.
 
11/20

O castelo em Itália

Neste filme quase familiar (onde a mãe da actriz principal também o é  na vida real) há uma grande percentagem de autobiografia. Talvez uma purga do que se passou na família no passado. Como já li algures e concordo, a fraqueza do filme é também a sua força. As famílias possuem o seu quê de desestruturadas, mas por outro lado um calor e uma intimidade que ultrapassa essa loucura. Sente-se ali o amor, o desamor e o desencanto da existência. Fazer as pazes com o passado é difícil e o desapego mais ainda.
 
15/20

Omar

Este filme, que vi por acaso, é uma maravilhosa história de amor vivida na primeira pessoa, mas também um documento muito preciso do que é a realidade nos territórios ocupados da Cisjordânia. O filme é uma surpresa até ao final, está muito bem construído e percebemos um pouco melhor o "sentir árabe". Fala-se da vida das pessoas normais, as que não são de grupos políticos e que têm de sobreviver no meio de toda aquela enormidade humana.
 
17/20

sexta-feira, Julho 25, 2014

Totalmenteeeeeee!!!


Hoje...

E quando...

...Gostaríamos de ser uma prioridade e não somos?

quinta-feira, Julho 24, 2014

quarta-feira, Julho 23, 2014

Data muito triste

Hoje é o 3º aniversário da morte da Amy Winehouse. Quem é músico ou gosta muito de música sabe a tragédia que foi o seu desaparecimento. Ela era um génio. A sensibilidade jazzística que possuía era rara e enquadrava-a no clube das grandes como a Billie ou a Ella. Estava na praia quando uma amiga disse «morreu a Amy Winehouse, já se estava à espera». Eu não estava à espera. Estava sim à espera que depois da droga ela se livrasse do álcool e voltasse a ser a mesma rapariga que nos ofereceu o álbum «Frank».  Ela não era cerebral e à prova de bala como a Madonna, os génios normalmente nunca são.
 
 
Respect!

I don't mind...



Physical Attraction - Madonna

"You say that you need my love,
but you're wanting my body... i don't mind."

terça-feira, Julho 22, 2014

Deuses...

Um colega que está na minha sala cortou o cabelo de forma tão horrível que chega a ser ofensivo à vista. É que até evitamos olhar e isto não me acontece com facilidade...

Este homem faz-me percorrer o abecedário emocional num segundo


segunda-feira, Julho 21, 2014

Existe explicação para isto?

 
Nem na casa de banho me larga...

sexta-feira, Julho 18, 2014

Ando de novo a ouvi-la...



Turning tables - Adele

Ideias

Estou a pensar a comprar uma casa para obras num sítio central em Lisboa. A ideia é alugar para turismo. Procura-se um T1. Alguém tem sugestões? Agradecido.

Nós mortais...

To live is to be marked. To live is to change, to acquire the words of a story, and that is the only celebration we mortals really know.
by Barbara Kingsolver