sexta-feira, junho 24, 2016

Cena marada

Vou mesmo fazer audição para o The Voice e nestas alturas acontece tudo. Estou com as amígdalas que parecem laranjas. A ver se me ponho bom até ao início da semana ou estou frito (se calhar já estava mesmo antes disto lololol)

Pergunta:

Porque é que esterilizam as agulhas para administrar uma injecção letal?

O dia da independência: nova ameaça

Este filme tem os efeitos especiais mais extraordinários dos últimos tempos.  Tem o Jeff Goldblum e o Judd Hirsch a serem bons actores como nos habituaram e depois é tudo um pouco menos do que o primeiro filme. Menos humor, menos emoção, menos qualidade do argumento. A geração MTV vai ficar satisfeita. Penso que o filme é para eles ou para quem gosta de jogos de vídeo com excelente qualidade gráfica. 

12/20

quinta-feira, junho 23, 2016

Antes da Beyoncé

Antes da Beyoncé aparecer com os visual albuns, já a Annie Lennox o tinha feito em em 1992 com o Totally Diva. É só para que conste.

Pela primeira vez em 23 anos

Vou receber IRS, 337 euros. A porcaria da operação à coluna serviu para qualquer coisa lol.

Brooke Shields e o seu momento de iluminação.

«Fumar mata! E quando morremos perdemos uma parte muito importante das nossas vidas»

Brooke Shields

quarta-feira, junho 22, 2016

Pensamento aleatório

Há pessoas que são sempre pontuais, mas nota-se-lhes um certo atraso.

A categoria de "Gaja"

Para mim ser "Gaja" é o equivalente do banco mau. Ser mulher é o banco bom do género feminino e e ser gaja é o banco mau. Adoro mulheres e não suporto gajas. No categoria de Gaja estão os elementos mais tóxicos e prejudicais do género feminino. 

Catarina, a Grande.

Gosto de ler biografias históricas de rainhas a última foi «Catarina, a Grande». O livro começa equilibrado com uma forte componente de intriga palaciana e movimentações políticas de bastidores. No meio disto uma criança desenvolve o seu caminho para se tornar Imperatriz do Império Russo. A partir do momento em que Catarina é coroada Czarina, o livro começa a perder as suas virtudes. Parece quase que a autora estava farta de o escrever e começa a acelerar o passo. Na mesma medida os amores da Czarina são descritos com uma prosa de "gaja" o que de todo não é o meu género. 

Foi bom para perceber a Europa do Século XVIII e as forças políticas da altura, assim como os aspectos culturais mais marcantes. 

A bofetada

Já não lia um livro escrito de forma tão crua desde a «Trilogia Suja de Havana» de Pedro Juan Gutierrez (com as devidas diferenças culturais). Este livro de Christos Tsiolkas é verdadeiramente apaixonante no seu estilo pouco literário e quotidiano. Dei por mim a ler 540 páginas em 4/5 dias. O ponto de partida do livro é um bofetada que um adulto dá a uma criança de 3 anos durante uma festa que reúne amigos e familiares de um casal de classe média alta. As repercussões e a viagem à interioridade de cada um dos presentes é o que se segue desenrolando com desenvoltura todas as questões da contemporaneidade, da amizade, do amor, do sexo, da lealdade, da velhice, etc.

Muito, muito bom.

sexta-feira, junho 17, 2016

Prince does it better...


Este vídeo deixa-me super bem disposto




Can't stop the feeling - Justin Timberlake

É tão bom ver pessoas com um ar normal a divertirem-se. Não me importava nada de ter feito também uma perninha no vídeo, mas estava fora quando eles o filmaram :-p

Estamos a viver tempos tão estranhos

Massacra-se 49 pessoas a tiro porque não se gosta de gays. Mata-se uma deputada no Reino Unido a tiro e facada porque ela defende uma ideia diferente. Mata-se uma cantora que se fez famosa na televisão a tiro só porque porque não se gosta de pessoas públicas.  Ameaçam-se pessoas de morte por nada e matam-se pessoas por nada. Sou só eu que acho que estamos a viver tempos muito estranhos?

Ao olhar para a história do mundo, sabe-se que a seguir a uma idade da luz vem sempre uma idade das trevas. Será caso para dizer "the winter is coming"?

quarta-feira, junho 15, 2016

O meu irmão é um grande maluco

Agora mete fotos de dois homens a beijarem-se no perfil dele de FB para perceber se tem amigos homofóbicos. Já lhe pedi para me dar estatísticas :-p

Dei por mim a defender o Rui Sinel de Cordes sem querer...

Durante uma acesa discussão no Facebook fui obrigado a fazer de advogado do Diabo e defender o direito do Rui Cordes a ser idiota e desagradável. Como humorista tomou a opção de seguir o caminho da piada torpe e lesiva. É um estilo. Não vou dizer que sou um seguidor, na realidade nem sabia quem ele era, e depois pela cara lá me lembrei que o vi na televisão num programa sem piada nenhuma e fui pesquisar para saber do que se falava. 

Que o tipo de humor dele seja deplorável na maioria das vezes é uma coisa, agora que a comunidade LGBT o venha crucificar porque ele foi conforme ao seu estilo de sempre num tema que nos toca a nós é que não consigo aceitar. Compreendo, mas não aceito. 

Todos nós temos telhados de vidro e todos nós contamos piadas politicamente incorrectas, a anedota que conto com mais sucesso é sobre uma menina deficiente mental que recebe um cão pelo aniversário. Toda a gente ri a bandeiras despregadas (gays incluídos), mas um dia contei ao lado de uma pessoa que tem duas irmãs com essa deficiência e ela não achou graça nenhuma.

Parece que infelizmente só sentimos o que nos toca. Fui consultar as piadas do indivíduo e ele goza com toda a gente e com tudo: o holocausto, a Ágata, o José Cid, trissomia 21, pessoas com cancro,  negros, mulheres, etc. 

Não vou dizer que o humor dele é de bom gosto, sabemos que é do pior e a imitar, em grande parte, o que o Sasha Baron Cohen já fez com o Ali G, o Borat ou o Bruno. A parte fácil é que estes eram personagens e é menos complicado dissociá-las do humorista. No caso do Rui Cordes é mais difícil, mas sinceramente não acredito que ele odeie os gays, as mulheres, a Ágata, os judeus, etc. E duvido que qualquer pessoa com inteligência tenha uma ideia diferente.

Nunca consegui rir das piadas sobre o Aqua Parque e sobre as crianças que morreram lá. Quando alguém ia contar algo eu pedia para não contar à minha frente. Já não me importei com as piadas sobre a morte da Princesa Diana. Mas suponho que a família dela não gostaria de as ouvir. 

Estou a escrever isto porque odeio hipocrisia. Quem nunca riu de uma anedota sobre negros, alentejanos, católicos, deficientes, morte da princesa Diana, etc., que atire a primeira pedra. Odeio linchamentos. Odeio o que se passou com o José Cid e o Nuno Markl, apesar de achar o José Cid uma besta, acho o Nuno Markl um bonacheirão com sentido de humor que não merece ameaças de morte a si e à sua família.

O José Cid também não merece ameaças de morte e o Rui Cordes também não. As pessoas públicas são castigadas retirando-lhes a oportunidade de serem públicas. Retirando-lhes o público e o tempo de antena, manifestando repúdio inteligente e sensato, não o que se tem visto.

Quem quer seguir o Cordes que o siga. Eu não gosto de música pimba, sei que não presta, mas não sou ninguém para dizer que alguém não deve ouvir música pimba.

Sou homossexual e estou consternado com o que aconteceu em Orlando. Já chorei, já pensei na dor das famílias que perderam entes queridos, já pensei nos animais de estimação que nunca mais vêem os seus donos e não conseguem processar o abandono, já pensei que há tanta gente que não se importaria de me matar só porque sou gay. Detesto ódios e detesto ainda mais ver a minha "comunidade" disparar ódio irreflectido a um bode expiatório porque este faz piadas imbecis e é imbecil nas atitudes que toma quando não gostam daquilo que faz. 

Amor com amor se paga, mas o fogo não se extingue com fogo.  

terça-feira, junho 14, 2016

Warcraft - O primeiro encontro

Não está exactamente mal, mas não exerceu um factor WOW sobre mim. Pareceu-me assim algo tipo She-Ra ou He-Man, quase "cartoonesco". Não obstante tem bastantes referências ao filmes clássicos e às histórias clássicas de heróis de Hollywood. Acho que tem demasiada animação digital para o meu gosto. Penso que foi isso. Se houver mais vou ver para saber onde aquilo vai dar, mas é numa de "já que vi o primeiro..."


13/20

terça-feira, junho 07, 2016

Coisas que não compreendo

O delegado da Holanda ontem à tarde tinha as unhas das mãos cheias de porcaria com aquela risca meio cinza/preta. Hoje tens as unhas das mãos cheias de porcaria. Será que isto quer dizer que não tomou banho? E não consigo disfarçar e estou sempre a olhar-lhe para as mãos. A falta de higiene é algo que não me parece cool. O fato caro não o safa. 

Ser muçulmano na Finlândia não é fácil

Contaram-me que os muçulmanos têm a vida difícil no Ramadão com o horário de verão (na parte do circulo polar árctico) porque só pode comer depois do por do sol  e o sol quase não se põe. Já no Inverno podem comer o tempo todo porque a luz é muito pouca. 

segunda-feira, junho 06, 2016

Hotéis que vetam a entrada de gays

Ao efectuar uma reserva no site da Casa D’ João Enes, em Afife, Viana do Castelo, os termos da Política de Cancelamento e Condições de Venda mostram que nem todos são bem-vindos.

“Estimado hóspede caso se encontre numa das quatro situações abaixo indicadas, queira fazer o favor de não prosseguir com a sua reserva, ou de a cancelar caso a mesma já tenha sido concretizada, sob pena de ser vedada a vossa admissão às instalações”, lê-se nos termos.


Os quatro grupos excluídos: “adeptos de futebol; frequentadores/adeptos de festivais de música de verão; gays e lésbicas; consumidores de estupefacientes e/ou quaisquer substâncias psicotrópicas”.

Os Hotéis Casa d’Alambique, Casa d”Eira e Mima Concept também vetam o acesso a gays. O proprietário diz que os Hotéis são dele e ele tem o direito de escolher que tipo de pessoas é que frequentam o seu estabelecimento. 

Primeiro fiquei super chateado. Depois lembrei-me que achei uma excelente ideia os Hotéis que não aceitam casais com filhos. Porque muitas vezes em férias a última coisa que quero é estar a ouvir putos aos berros e a levar com bolas na cabeça. 

Assim sendo. Dou uma no cravo e outra na ferradura. 

Os Portugueses são moderados e bonzinhos e tal, mas...

Comecei a pensar no que pode acontecer se os cerca de 1.5 milhões de portugueses e luso-descendentes na Venezuela tem de voltar ao país de origem. Lá se vai o bom senso e essas pessoas vão ser tratadas da mesma maneira que os "retornados" foram nos anos 70. Ainda me lembro das pessoas terem esse rótulo. A minha vizinha era "retornada" e ninguém a tratava pelo nome. Era a "retornada". Vamos lá ver se somos verdadeiramente solidários para com os nossos. E o vosso palpite é?

Está um frio do caraças na Finlândia

A parte boa de estar a passar frio é que esta é a última viagem de trabalho até Setembro. Já estou fartinho disto e ainda me livrei de uma a Barcelona. Agora viajar só em férias e as ilhas Gregas (se tudo correr bem) esperam por mim. 

quinta-feira, junho 02, 2016

É possível os pés crescerem na idade adulta?

Sempre calcei o 42 desde os 15 anos. Não sei muito bem porquê o calçado 43 começa a servir-me que nem uma luva. O 42 fica assim para o justo no dedo grande. Weird...

Adoro quando o Limão desliga.



Para mal dos meus pecados, e apesar de meigo, o Limão é um gato hiper activo. Os momento mais deliciosos são quando ele desliga e vem aninhar-se para uma soneca. Era tão bom que fosse 80% do tempo assim e não o contrário. Mas pronto, por outro lado come as moscas todas que entram em casa e não tenho insectos a chatear :-p 

Recuerdos



Encontrei esta foto de quando o Limão era um bebé e não me deixava sossegado em lado nenhum. Até na sanita tinha de estar enfiado no meio dos meus pés (e neste caso nas cuecas).

Esta canção é brilhante e não fez sucesso.




Kissing You _ Des'Ree


Sempre achei a Des'Ree uma cantora brilhante que eventualmente acabou por desistir da música por não se sentir bem com as vicissitudes da indústria. Não posso dizer que sempre tenha feito as melhores escolhas, mas no caso, esta música é um momento alto de um filme que foi um sucesso brutal em todo o mundo (Romeo&Juliet) e não conseguiu impor-se em lado nenhum. Há tanta pepineira nas tabelas de vendas e esta música ficou ao lado.  

quarta-feira, junho 01, 2016

Gostava de ser mais caladinho

Tenho de repensar o meu paradigma de existência. As pessoas caladas ou pouco expressivas são muito menos propensas a desaires. Quem fala pouco, quase nada dá a conhecer de si e se for daquelas pessoas com expressões neutras, passa sempre por entre as gotas da chuva. 

Infelizmente falo demais. Parece que a minha opinião está sempre a querer transbordar dos lábios para fora. Não sou exactamente um incontinente verbal, mas sou alguém que se expõe na expressão das suas ideias que, normalmente, têm sempre um variação (maior ou menor) sobre as ideias restantes e para cumulo, falo sempre com muita assertividade o que pode ser visto (e às vezes é visto) como "ataque", "mania que é melhor do que os outros", "mania de ser diferente, etc.

Na realidade não gosto nada de me meter em problemas, mas até na rua se vejo alguém com um problema dou uma ajuda/solução sem ser chamado para o assunto. E no trabalho, depois de já ter jurado milhares de vezes que ia ficar reduzido ao que me pedem, aqui estou eu prestes a meter-me em sarilhos de novo porque há um trabalho que está a ser feito que precisa de reorientação ou o esforço não vai compensar. Logicamente, não tenho nada a ver com isso. Mas quando me perguntaram porque é que eu queria ter acesso à base de dados tive de explicar porquê (a tal opinião a transbordar). podia apenas ter dito que estava muito curioso porque acho o trabalho realizado muito interessante. 

Quando é que eu aprendo?

Coisas que não percebo

O sucesso do Drake e das Fifth Harmony.

Só os gays é que usam AussieBum?

Acho que as minhas cuecas fizeram o meu "coming out" no ginásio. Devo ter uns 20 pares de cuecas da AussieBum e reparei que há um grupo de pessoas heterossexuais que começaram a identificar a marca com os gays. Há sempre olhares estranhos e risinhos quando vêem um rapaz/homem com as ditas cuecas. Gostava de pensar que são só preconceitos e que os homens heterossexuais também vestem a marca. Será?

I love Feira do Livro (ainda mais)

Fui ontem à Feira e apanhei uma coisa chamada "Hora H" e trouxe todos os livros com 50% de desconto. Só gostava de saber se a Hora H é a mesma todos os dias ou se é itinerante. 

terça-feira, maio 31, 2016

I love Feira do Livro

Vamos lá ver se este ano tenho sorte. Hoje vou lá tentar deixar uns 80/90 euros :)

O Jaymes até consegue fazer a música do Bieber soar decente...



As long as you love me - Jaymes Young

Esta é uma cover e pêras. Uma música adolescente levada ao "next level".

Tesoura da relva, onde andas?

Já não vou adiar mais a tosquia. Toca a sacar o pêlo todo do corpo para estar bonito e aparadinho quando começar a ir à praia em Julho. É aquele dia, que acontece duas vezes, por ano em que o Limão diz «ah e eu é que sou acusado de andar a largar tufos de pêlo».

segunda-feira, maio 30, 2016

Mau humor... de Deus.

Deus devia estar com muito mau humor quando inventou os Jacarandás. Porcaria de árvore que deixa tudo peganhento num raio de metros. 

Uma prova de excelente jornalismo...Not!


Cinzento e Negro

Fui ver o filme porque simplesmente adorei «A outra Margem» e «A Passagem da noite» - filmes que aliás recomendo. Saí da sala de cinema com uma brutal desilusão para além de ter lutado durante grande parte do filme para não adormecer. Diria que este filme congrega quase todas as características académicas/intelectuais que afastam o público dos filmes de realização portuguesa. Não tem ritmo (mesmo nos silêncios são precisas noções de propósito e compasso que enquadram a contemplação num discurso de fluidez argumentativa), mistura poesia com teatro e cinema mas não de uma forma orgânica. A fotografia é bonita (mais devido à própria beleza dos Açores) e o Filipe Duarte defende bem o seu personagem. É o único actua como num filme e não como numa peça de teatro ou um video-livro.  


8/20

Alice do Outro lado do Espelho

Competente e divertido. Menos gótico que o filme original consegue uma maior fluidez na história (talvez por não ser tão denso) e acrescenta uma dose de humor que complementa o surrealismo da história. Os efeitos especiais são brilhantes. Não há heróis no filme, o filme é o herói na soma das suas partes. 

16/20

Senhoras e senhores... Jaymes Young



What is love - Jaymes Young

A minha última descoberta tem-me verdadeiramente apaixonado. Acho que quem ouvir o álbum Dark Star vai também enamorar-se algures entre a primeira e a última música. Jaymes Young pode ser visto como um novo valor do R&B onde as influências das electrónicas e de bandas como os Radiohead se sentem a cada batida. O espírito da música Indie está sem dúvida presente o que lhe dá esta "patine" tão especial.   

quarta-feira, maio 25, 2016

Esquecendo a letra e o hype à volta do moço...a música é boa.



Pillowtalk - Zayn Malik


Confesso que tinha um certo preconceito com o rapaz por ser dos One Direction, mas ao ler uma crítica sobre novos talentos do R&B colocavam-no ao lado do Weeknd e do Miguel (dois cantores que aprecio muitíssimo). Em termos líricos não é muito forte, mas musicalmente falando há algumas pérolas no álbum e a voz é de qualidade e vibrante. Portanto cá está a entrar para as músicas que tenho ouvido durante a semana (dele também gosto muito da faixa Befour).

terça-feira, maio 24, 2016

Mas é assim tão "hot" ter Snapchat?

Não tenho e não quero ter. Ponto.
Mas acho que isso me faz ter uma espécie de barba branca e bengala.
(just saying)

Invenções Japonesas 2 - Contra a ranhoca