segunda-feira, maio 23, 2016

Invenções Japonesas 1 - Contra salpicos no cabelo


Aparentemente por ser gay não posso gostar de futebol

Um colega de trabalho ficou muito admirado por eu ver os jogos do Benfica e saber de futebol é que segundo ele «não se espera, de uma pessoa do meu "género"». Repondo a verdade das coisas, não sou super fã, mas o meu namorado adora futebol (ver e jogar) e é um Benfiquista ferrenho. Assim sendo, acabo por ver jogos de futebol com regularidade. Só lhe disse que não fazia sentido pensar assim. Não havia razão para o fazer. Mesmo entre pessoas que aceitam a homossexualidade o preconceito continua a ser enorme. Os lugares comuns subsistem.

X-Men Apocalipse

Como já disse aqui várias vezes sou super fã dos X-Men. Qualquer semelhança dos filmes com a cronologia e realidade das histórias é coincidência, mas não interessa nada a quem vai ver, ou porque não conhece a história ou porque o que interessa são os efeitos especiais. Se eu assumir que os filmes são uma versão alternativa dos X-Men, a respeito deste último, o que tenho a dizer é que é um filme muito competente, com actores de qualidade que fazem um bom trabalho. A realização é boa e os efeitos especiais brutais. 

14/20

O mundo está demasiado amargo

O mundo está demasiado amargo. As pessoas adoram criticar. Talvez porque vivemos na Era da Informação, e todos podemos ser emissores, a grande maioria das pessoas pensa que tem algo a dizer e que o que diz interessa. Considero que, excepto em casos de mal-dizer assumido para humor, quando o que se diz não é construtivo, mais valia a pena estar-se calado. 

A facilidade com que se critica uma pessoa pública então é chocante. Todos somos treinadores, todos somos modelos, todos somos designers, todos somos cantores, todos somos actores, mas de sofá. Uma crítica sem uma proposta/solução alternativa não é crítica, é destruição. 

Também há coisas que valem pelo seu valor intrínseco (uma homenagem a alguém que se considera bastante, um tributo a alguém que se admira e que já não está entre nós) mesmo que não executadas na perfeição. O que é perfeito é a magnitude do sentimento. Vi uma vez num concurso onde a Paula Abdul é júri dois rapazes a fazerem uma coreografia de um vídeo dela só porque a admiravam. Não foi perfeito, mas eles sabiam a coreografia ao detalhe e via-se o quanto a admiravam e ela comoveu-se a agradeceu o gesto.

Ontem a Madonna fez um tributo ao Prince nos Billboard Music Awards. Eram amigos. Havia uma grande admiração. A Madonna não é o Prince. Não tem a  sua voz extraordinária, mas não era acerca disso. A ela juntou-se o Stevie Wonder (um homem que não devia necessitar de apresentações e uma das melhores vozes soul de sempre). Os pares aplaudiram, porque foi emocional, porque foi um tributo. O público aka fãs do Prince arrasa. O público geral decide arrasar só porque sim. Porque não gosta da Madonna porque não sabe quem é o Stevie Wonder, porque são profundamente idiotas (diria eu). 

A Britney Spears está de novo gira, cantou nos mesmos prémios em playback (que falou a dado momento), dançou as coreografias de forma pouco expedita, mas com uma roupinha bastante diminuta e sempre com bom ar. O público em geral adorou. É bom ainda estar nos 30s.  

We are living in a Kardashian world. Toda a gente tem algo para dizer, toda a gente pode ser bitchy e toda a gente pode ser profundamente ignorante que não importa nada. Apetece-me citar o Manuel Luis Goucha em reposta à Bernardina que lhe chamou paneleiro «se disser que eu sou paneleiro porque faço panelas, é mentira. Se disser que é porque amo outro homem é verdade. mas não me ofende nada, ofendia-me era se me chamasse ignorante»

Para bom entendedor meia palavra basta, mas ela não entendeu. 


quarta-feira, maio 18, 2016

Coisas de gaja

Uma amiga andava toda chateada por haver pessoas que chateiam a Carolina Patrocínio por mostrar o peito ossudo. Os argumentos são válidos «O corpo é dela, os valores são dela»,  «As pessoas não têm direitos sobre a imagem dos outros» blá, blá, blá... Eu concordo com tudo. No dia dos meus anos publiquei uma foto de jardineiras sem nada por baixo e reparo mais tarde num comentário dela «olha já te tapavas não? isso de mostrar o corpo já não é para a idade do menino». É curioso como os valores das pessoas mudam como quem muda de camisa. 

Ceguinho

Estou numa reunião em Cracóvia num hotel de topo e porque estou farto de beber água fui ao WC umas 5 vezes. Chocou-me que não houvessem toalhas de papel para limpar as mãos. E pensei nisso de cada vez que lá fui, até que, na última vez, um homem com umas lentes de garrafa simplesmente esticou a mão na direcção do espelho e tirou as ditas toalhas. Estava mesmo à frente da minha cara e o papel branco contra a parede branca enganou-me. O pior cego é aquele que não vê. 

segunda-feira, maio 16, 2016

As honestidade das crianças


O namorado da Madonna chama-se João Afonso

Hoje no ginásio ouvi a seguinte conversa:

- Epá eu conheço a Madonna há muito mais tempo do que a Patrícia e o João Afonso, já sei como ela é. A minha namorada não me falava assim, mas o João Afonso é que sabe.

Logicamente que não é a "Madonna", mas achei giro na mesma existir uma Madonna em Portugal. Nunca pensei que alguém fosse dar esse nome a um filho.


Aniversário

Fiz 42 anos no dia 10 de Maio. E curiosamente foi um dia tranquilo como qualquer outro. Não trabalhei e passei com o namorado e com a família. O dia em si já não me diz muito. Os anos que somo sim. 42 anos já me parece alguma história acumulada. É bom termos uma história larga :)

domingo, maio 15, 2016

O livro de contos

Finalmente dei por terminado o livro de contos que começou a ser escrito há muito tempo e que tantas vezes deixei para segundo plano para entrar noutros projectos. Hoje senti uma enorme satisfação e saiu-me uma espécie de peso de cima. Foi quase como dar à luz. Mais umas afinadelas (que certamente terão de acontecer) e depois toca a ver se consigo trazer aquelas histórias "à vida". Estou definitivamente feliz.

segunda-feira, maio 09, 2016

Um dia de mãe

Não consigo acreditar que este filme vem da mesma pessoa que nos ofereceu «Pretty Woman» há 25 anos atrás. Comédia sem sem graça, clichés atrás de clichés e muita emoção de folhetim num filme que é um desperdício de recursos, supostamente os actores são de qualidade. 

Fui a uma sessão da meia-noite e foi difícil não adormecer com tamanha pastelice. A única cena que arranca um sorriso é a primeira da mãe indiana.

10/20


sexta-feira, maio 06, 2016

Dois regressos em Bandas Sonoras (estão tão pop hoje)



I can't stop the feeling - Justin Timberlake



Just like fire - Pink

quarta-feira, maio 04, 2016

A praia começou (Silvestre bem disposto)



Já estreei a época balnear no Algarve e estou contente que não posso. estava farto de humidades. Um homem nestas condições até se sente a ganhar musgo. Viva o sol! Yeeeiiiiiii...

Capitão América: Guerra Civil

Ai as coisas que eu faço por amor. Até o meu rapaz achou o filme um bocado secante. Para mim foi uma estopada. Já sabia que ia ser o costume dos filmes de super heróis em que tudo se mistura com tudo e qualquer semelhança com as histórias e personalidades originais é pura coincidência. Aquela Feiticeira Escarlate jamais seria assim, e o Homem Formiga, e o Visão... poupem-me. 


10/20 (só para não dar negativa aos filmes que o babe gosta)

10 Cloverfiled Lane

Cá está uma boa surpresa. Um filme que não é minimamente pretensioso e que nos deixa completamente "à nora" (num sentido positivo). É bom ver o John Goodman num registo oposto ao cómico e com a qualidade com que o faz. Já prevejo um sequela para o filme par aí em 2 anos. Um thriller que nos troca as voltas e que não se pode perder.  

16/20

O Caçador e a Rainha do Gelo

Estava super entusiasmado para ver este filme que resulta em pouco mais do que efeitos especiais e bons adereços e boa cenografia. É incrível o desperdício de meios tendo à disposição um naipe de actores com bastante categoria (na realidade, todo o elenco feminino). É um filme visulamente bonito e não se tira mais nada dali.


10/20

A Chefe

Uma comédia politicamente incorrecta (o que em partes a torna deliciosa). A Melissa McCarthy usa o melhor de si neste filme e com bons resultados. A única coisa que me chateou é que, em partes, o argumento parece colado a pastilha elástica. Há ali uns minutos fraquinhos (e às vezes sem sentido) entre cenas muito boas que incomodam. Vale a pena.


15/20

Assalto a Londres

Dentro do género o filme é bom. A acção é continua e, ainda dentro do género, os desempenhos são bons. O filme tem um fundo de verdade que é assustador. Para quem já trabalhou profundamente com tecnologias de informação e comunicação posso apenas dizer que é tudo possível. Diverte.

14/20

terça-feira, maio 03, 2016

sexta-feira, abril 15, 2016

Fui ali a Amesterdão e voltei.



A aproveitei para tirar umas fotografias...

E esta hein?

A almofada (dura como às pedras) que comprei na loja do chinês para me dar apoio à coluna quando estou sentado a trabalhar ainda não deformou, ao contrário do aparelho ortopédico da minha colega que comprado para o mesmo efeito. Parece que os meus 3 euros foram mais bem investidos que os 89 euros dela.  Adoro pechinchas. 

quinta-feira, abril 07, 2016

João Soares é bem pior que a Kátia Aveiro

Depois do meu último post (sobre alguém que não teve educação e privilégios) cá está um exemplo de alguém com educação e privilégios, que estando num lugar público de relevo, Ministro da Cultura, não deveria comportar-se como um menino mimado. Já dizia o meu pai que contra factos não há argumentos. Quer isto dizer que os detractores devem ser combatidos com acções e trabalho bem feito, em vez de ameaças de violência física. Se o pai já se comporta como um "Barão" pelo estatuto adquirido, João Soares devia saber que não é sequer um Baronete e que deveria trabalhar inteligentemente para provar o seu valor e conquistar o seu lugar na história política Portuguesa. Até agora está-lhe a correr mal. O texto dele no Facebook sobre os seus críticos é o seguinte:

Em 1999 prometi-lhe publicamente um par de bofetadas. Foi uma promessa que ainda não pude cumprir. Não me cruzei com a personagem, Augusto M. Seabra, ao longo de todos estes anos. Mas continuo a esperar ter essa sorte. Lá chegará o dia. Ele tinha, então, bolçado sobre mim umas aleivosias e calunias. Agora volta a bolçar, no "Publico". É estória de "tempo velho" na cultura. Uma amiga escreveu: "vale o que vale, isto é: nada vale, pois o combustível que o faz escrever é o azedume, o álcool e a consequente degradação cerebral. Eis o verdadeiro vampiro, pois alimenta-se do trabalho (para ele sempre mau) dos outros." Estou a ver que tenho de o procurar, a ele e já agora ao Vasco Pulido Valente, para as salutares bofetadas. Só lhes podem fazer bem. A mim também.  

Triste.

quarta-feira, abril 06, 2016

Não suporto a Kátia Aveiro (mas quase consegui simpatizar com ela quando esteve na ilha)

Sempre ouvi dizer que «quem nasceu para chinelo nunca chegará a salto alto» e «pode tirar-se a pessoa da pobreza, mas não se pode tirar a pobreza das pessoa». Começando pelo princípio. A jovem é conhecida apenas por ser a irmã do Cristiano Ronaldo (que quer se goste ou não é um prodígio do futebol) e as oportunidades que tem recebido são fruto dessa ligação (embora possa sempre negá-lo e dizer que lutou muito na vida e blábláblá... o que é verdade para ela e mais não sei quantos mulheres de mulheres - mais - talentosas que nunca conseguiram chegar a lado nenhum por não ter uma figura de proa na família que as catapultasse). 

Não lhe desejando mal nenhum, antes pelo contrário, acho que alguém com a  sua história devia mais era ser humilde e não causar muito estardalhaço para não lhe cair vidro em cima. 

A última tirada da jovem revela a sua classe (ou falta dela) é um comentário dirigido ao filho do José Mourinho que meteu uma foto no Instagram com o Messi, dizendo que está com o melhor do mundo. Aparentemente depois do Ronaldo marcar o golo da vitório cantra o Barcelona a menina escreveu no seu Facebook Pois é…agora falem …quem ri por último ri melhor ..metam fotos ao lado de quem realmente é o melhor do mundo… Totós…ainda têm muito que aprender”

O nepotismo desta rapariga é impressionante, parece um cão com raiva quando na sua cabeça (apenas na sua cabeça) alguém diminui um membro da sua família. Pessoas destas (sem freio) metem-me medo. Atacam porque sim, porque são demasiado "simples" (declaradamente um eufemismo) para compreender o mundo como uma coisa maior que o quintal lá de casa.

Ainda bem que eu sou um cidadão sem a menor importância e/ou relevância. Razão pela qual não vou ser lido ou citado pela visada e, por conseguinte não vou ser atacado (porque ofendido dificilmente ficaria). 

Espero que nenhuma das 30/40 pessoas que lêem o meu blogue sejam fãs da jovem (o que representa um tragédia em si mesmo) e se sintam no direito de usar os mesmo argumentos da dita. Mas como disse no título, eu até tentei simpatizar com ela (e com os restantes membros mais proeminentes da família Aveiro) mas ela torna a tarefa difícil, cada vez que abre a boca cegamente para atacar quem não acha que a família Aveiro é a família portuguesa mais cool. A família cool é outra, chama-se Kardashian e está povoada de gente inteligente que conseguiu um império sem o que algum possua o maravilhoso talento do mano Aveiro. também não tenho os Kardashian em grande conta, mas a educação faz a diferença e esses nasceram mesmo para salto altos.  

terça-feira, abril 05, 2016

Macro vs Micro


Deus no Jardim de Santos

Volta e meia no Jardim de Santos está uma senhora Jeová com um amiga e passa-se sempre um folheto que diz que Jesus resolve todos os problemas. Hoje achei que já era tempo de devolver alguma perspectiva à senhora sobre a verdade das coisas e disse-lhe que Jesus não resolve tudo, na realidade se não formos nós a resolver não teremos muito sucesso. E ela disse que Jesus é a resposta e que Deus está a observar tudo o que faço. Eu respondi que isso eu sabia e é por que tento levar uma vida gira para ele não morrer de tédio. Acho que ela não percebeu a ironia, o que é uma pena porque a piada até nem é má.   

segunda-feira, abril 04, 2016

Eddie - A Águia

Parece que ultimamente ando viciado em filmes baseados em histórias verídicas. Este filme conta a proeza de Michael "Eddie" Edwards que em 1988 foi a estrela mediática dos Jogos Olímpicos de Inverno de Calgary. O mais fantástico perdedor de sempre. Muito míope  e com vários problemas de saúde desde criança, alimentou sempre o sonho de um dia ir aos jogos olímpicos e sem capacidades atléticas ou dinheiro teve apenas a sua determinação. Conseguiu. Para ele o importante não era a vitória, o importante era competir. O esforço que se investe para conseguir chegar a um objectivo. Há quem o tenha achado uma vergonha, há quem o tenha achado um herói (este grupo foi largamente superior).

Mais uma vez estamos perante o caso de um filme que não é extraordinariamente bem feito, mas a história é extraordinária e faz-nos colocar as coisas em perspectiva. É uma forte lição de perseverança e uma exemplo a ter em mente quando andamos armados em "queixinhas" da vida.


15/20 (e preparem o lencinho)

Como fazer o coming out de um filho a uma amiga

A minha mãe estava a conversar com uma amiga (que já conviveu diversas vezes com o meu namorado e que eu até pensava que sabia de mim, mas pelos vistos nunca lhe passou pela cabeça que eu fosse gay) quando lhe disse que vinha passar o fim de semana à nossa casa. Disse-me a minha mãe que a conversa foi assim:

Amiga: Eles vivem juntos, são muito amigos, não é?
Mãe: Mais do que amigos...
Amiga: Têm uma grande amizade...
Mãe: Mais do que uma grande amizade...
Amiga: São como irmãos...
Mãe: Mais do que irmãos...
A amiga bloqueou
Mãe: São namorados, não vivem só juntos, partilham cama. 
A amiga abraçou a minha mãe a chorar
Amiga: Deve ser um desgosto tão grande
Mãe: Foi um desgosto muito grande, mas quero que o meu filho seja feliz e vejo que ele está muito bem com o moço. E eu também gosto dele, tem muitas qualidades.
A amiga deixou de chorar e continuaram a falar normalmente. 

sexta-feira, abril 01, 2016

A idade afasta as pessoas do essencial (ver o vídeo).

Sabes o que é o Vasalgel?

Não é nenhum tipo de lubrificante para sexo anal. É um contraceptivo masculino que vai chegar ao mercado em 2018. O Vasalgel é um hidrogel administrado através de uma injecção no canal deferente que funciona como um tampa e faz com que o esperma saia sem espermatozóides, ou seja apenas líquido prostático e líquido seminal. os testes em coelhos permitiram ver que um injecção garante 1 ano sem espermatozóides. O processo depois tem de ser repetido. Estou extremamente curioso porque as implicações sociais são enormes e é também um passo à frente na luta pelos direitos das mulheres que podem assim libertar-se da pílula. 

Estou cada vez mais parecido com o meu irmão

No outro dia o meu namorado usou uma aplicação para meter a minha cara na cabeça do meu irmão. Na realidade, ao ver-me com cabelo e com a barba que uso há uns anos sou a cara do meu irmão quando ele tem sono. Não era exactamente o meu sonho de consumo, mas pronto. Sempre usamos a nossa diferença facial par nos distanciarmos, uma vez que a voz é igual e as expressões idênticas, temos aproximadamente a mesma altura e não fosse o facto de eu rapar o cabelo e de ele ter (agora) quase 100kg, passávamos por gémeos.

quinta-feira, março 31, 2016

quarta-feira, março 30, 2016

Hoje de manhã no metro - o horror

Hoje no metro estava um tipo dos seus 30 anos a tentar seduzir uma rapariga de idade mais ou menos aproximada. Ele lá ia dando as suas tiradas (começou antes de eu entrar na carruagem, certamente) e quando estávamos a chegar ao Cais do Sodré ele diz «bem, não é normal, mas eu que sou um homem visado e versado nas artes da sedução não estou a conseguir». O que veio a seguir foi algo de indescritível, ela riu e tinha o riso mais feio que já ouvi na vida, aquele tipo de som que causa danos cerebrais sob exposição prolongada. Acho que ele deve ter ficado contentíssimo. Eu ficava e aproveitava para fugir.  

Freeheld - Amor e Justiça

Um filme complicado de analisar. Por um lado temos a história verdadeira que é, em si, inspiradora, corajosa e que representou um avanço enorme no que respeita a luta pelo tratamento igualitário dos homossexuais pela lei civil. Emocionei-me muito, mas pela simbologia associada e por de alguma forma ter uma história parecida (ela tinha 19 anos de diferença da namorada e eu 16 anos). Aconselho toda a gente a ver pelo princípio de dignidade associado à pessoa que foi Laurel Hester. 

Falando do filme per se, cinematograficamente não tem muita qualidade. Há o desempenho da Julianne Moore e do Michael Shannon (ainda melhor que a primeira) e depois há o resto do filme caracterizado por personagens sem alma. Parece tudo mecânico. Fiquei até bastante decepcionado com a Ellen Page, mas talvez seja difícil para uma lésbica fazer de lésbica, não sei.

15/20 (pela história, que deve ser conhecida)


Batman vs Super Homem

Eu amo o meu namorado. É a única razão pela qual fui ver este filme porque uma relação também é ceder. Nem sei bem o que dizer sobre o mesmo. Bom, cá vai. O filme é o prelúdio para a introdução da Liga da Justiça, e então enchoiriçam uma quantidade de informação em duas horas e meia (e como já vem sendo hábito  em outros franchises como os X-Men ou Vingadores tudo rescrito ao gosto do produtor e nada fiel às histórias originais. Gostava de saber como é que o Wolverine passou de 1.55 para 1.96 metros de altura). Os efeitos especiais são brutais e há um momento senhor dos anéis com um bicho tipo Ork que era dispensável. Os primeiros 40 minutos do filme são muito pastelões.

11/20 (pelos efeitos especiais e pela Amy Adams)