sábado, abril 18, 2015

Azeite e gatos não é uma boa combinação

Entornei azeite na bancada e o Sr. Limão foi logo pisar o azeite. Irritado, empurrei-o para fora da bancada e posso dizer que graças ao azeite ele não aterrou de 4. Não foi propriamente uma aterragem, foi mais derrapagem e cabeçada na parede. Azeite e gatos não é uma boa ideia. 

sexta-feira, abril 17, 2015

Momento introspectivo do dia

Sinto-me como uma grávida de 8 meses.

Pessoas... Wild Belle



Another Girl - Wild Belle

Adoro esta banda de Indie Pop, que cruza um pop psicadélico com sons electrónicos, soul e reggae. O álbum Isles é de 2013 e acho que vale a pena ouvir, em especial quem é fã das bandas sonoras dos filmes do Tarantino ou quem gosta de nostalgia revisitada com um "cheirinho" de modernidade. O som deixa-me mesmo bem disposto, assim como aquele sol de fim de tarde. 

Pessoas... Miss Leela James



My Joy - Leela James

Quase neste ponto...


Complexo de inferioridade

Quando as pessoas são:

- descomplexadas
- seguras de si
- assertivas
- que vivem bem com o seu corpo
- que se sentem felizes na sua pele
- que encaram tudo com naturalidade
- com poucos tabus
- que têm opinião formada acerca de muitos assuntos

Uma boa percentagem de pessoas vê-as como:

- mundanas
- com complexo de superioridade
- com a mania que sabem mais do que os outros
- exibicionistas (se tiverem bom aspecto)/ ridículas (se tiverem mau aspecto)
- frívolas
- levianas
- demasiado liberais ou imorais
- pedantes

Mas algo me diz que as pessoas que emitem o segundo grupo de juízos não reúne as características do primeiro grupo. Pergunto-me é se dão conta disso em algum momento. As pessoas inseguras e com complexo de inferioridade assustam-me bastante, são capazes de destilar os actos mais ferozes para atacar as pessoas que as fazem sentir pequenas e inferiores. E está tudo na cabeça das próprias, são elas que se sentem assim. A cabeça das pessoas pode ser um lugar muito sombrio e quem vive de uma forma plena e leve pode ser um alvo a abater simplesmente por isso. Já diziam as En Vogue "free your mind".

quinta-feira, abril 16, 2015

Memórias IV - A minha segunda ida ao Trumps

Estávamos em Agosto de 1996 e eu tinha começado a sair em Lisboa à noite com mais frequência depois de ter descoberto Frágil. O único problema deste local era ser bastante pequeno e por isso a porteira ficava um bocado à rasca com grupos grandes, o que faz sentido caso houvesse confusão. Assim o meu grupo de 8 pessoas foi barrado à porta (culpa da distracção porque normalmente partíamos o grupo e entrávamos em duas vezes).

As meninas do grupo e mais um amigo hetero sugeriram o Trumps porque não conheciam e queriam conhecer aquilo, nunca tinham estado numa discoteca gay. Fomos a votos e perdi. Só eu e um amigo hetero apavorado com a ideia é que votamos não. 

Problema. Tinha 22 anos, o corpo já atlético e tinha começado a vestir-me de acordo porque as amigas insistiam (na realidade eu continuava bastante complexado, porque um rapaz que foi gordo e sofreu por isso nunca o deixa de ser na cabeça) e estava todo de preto com uma t-shirt de pele de pêssego justa (eu sei, mas eram os anos 90 e usava-se), calças justas, botas e casaco de cabedal até aos joelhos.

Entramos no Trumps e não passei tão despercebido como da última vez. Tirei o casaco. Descemos as escadas as meninas radiantes porque ninguém parecia ligar-lhes e sentiam-se super seguras, eu vigilante, os outros gays confortáveis, o amigo hetero dos para-quedistas radiante porque tinha visto um casal de lésbicas giras a beijarem-se e isso excitava-o e o último amigo hetero num estado de nervosismo tal, como se o fossem violar a qualquer momento.

A música estava gira, bastante dançável. E como o grupo era grande comecei a dançar, o amigo para-quedista começou a roçar-se nas raparigas que ao fim de uma hora estavam bastante incomodadas. Enquanto aquilo esteve relativamente vazio não estive muito intimidado, mas quando começou a encher (e continuava a ser um local pequeno) havia demasiado homem e eram bem mais pesados do que aquilo que se vê hoje. 

Ofereceram-me duas bebidas que recusei com toda a antipatia de que fui capaz (hoje penso diferente, tinha aproveitado a bebida e vinha embora para o pé dos meus amigos, lol), lá fui dançando com as amigas, mas começou o assédio mais apertado. Não se podia olhar para a cara de ninguém que era logo entendido como um convite ao qual respondiam gestos de língua de fora, beijos aéreos ou toques. Dos 5 assédios da noite, os dois últimos já me deixaram farto, um tipo com cabelo cor de Sonosol e uma corrente no pescoço estava sempre colado a mim a dançar e um tipo parecido com o Steven Segal na faixa dos seus 50, que me puxou o braço para atenção e depois despiu a camisa até aos cotovelos para mostrar o corpo numa tentativa "poucochinha" de sedução. Ali achei que era demais e resolvi vir-me embora. O amigo hetero em pânico agradeceu, acho que o casal de raparigas lésbicas também apesar de já se rirem com o assédio do meu amigo para-quedista, que estava mais a brincar que outra coisa.

Na segunda feira seguinte, estava eu a apanhar o metro no Rossio para a universidade quando reparei num cabelo cor de Sonosol dentro da primeira carruagem, não entrei e fui para a segunda, mas ele veio atrás de mim e seguiu-me até Entrecampos. Achei isto um bocado tétrico e decidi nunca mais meter os pés no Trumps (ou outras discotecas gays). Entretanto o Frágil e depois o Lux eram os meus sítios costumeiros para dançar. Pelo menos mantive a promessa até ao verão de 2008 quando fui pela terceira vez ao Trumps e tudo foi diferente.

30 anos depois ainda adoro esta canção.



Slave to Love - Bryan Ferry

Alguém adivinha o original desta cover?



Put your hand on your heart - José Gonzalez

It's a hard knock life...

Pois.

quarta-feira, abril 15, 2015

Música das 18.45h...



Glorious - Foxes

O meu Instagram droga-se...

Como sugestão de pessoas a seguir tenho todo o clã Kardashian, a Taylor Swift, o Justin Bieber e a Miley Cirus. Não sei qual é a base de cálculo, o único famoso que sigo é a Madonna. Really Instagram?

Memórias III - Traição ou talvez não... (parte 1)

Parece que o conceito de infidelidade quando se está numa relação é uma coisa muito relativa. Na minha cabeça tenho uma definição que me parece bastante afinada, mas já me deparei com 3 situações em que os visados não sentiam que estavam a fazer nada de mal.

Na primeira situação o namorado foi para Londres com um amigo fazer uma viagem cultural. Depois do amigo ir para a cama com as galinhas porque não gostava de vida nocturna, o namorado aproveitava para ir ele sozinho para as discotecas gay que ficavam à mão. 

Numa bebedeira que apanhou uns meses depois dessa viagem contou que numa das saídas conheceu um taxista que o levou para casa dele onde vivia com o namorado e onde ficaram a noite toda na conversa e trocaram uns beijos, mas só por curiosidade. Não aconteceu nada de mais. Noutra noite conheceu um rapaz negro com um corpo musculado espectacular e foi para casa dele, mas não tiveram sexo só ficaram os dois nus na cama e só se beijaram e tocaram e ele resolveu vir embora antes de ir mais longe. A razão por não me ter contado nada é porque já sabia como eu era e eu ia levar estas coisas muito a sério e ficar chateado. E não aconteceu nada, ele não teve sexo com ninguém. 

Era o meu primeiro namorado e estávamos juntos há 5 anos e meio. Como eu tinha aquela ideia de ter uma pessoa para sempre, acabei por perdoar. Cerca de 1 ano e tal depois ele diz que precisa de tempo para pensar porque acabou de fazer 30 anos e só teve sexo com 3 pessoas na vida. Como a nossa relação era monogâmica e estávamos juntos há mais de 7 anos isso queria dizer que ele não ia ter mais experiências. Diga-se de passagem que tive uma sorte descomunal. E assim acabou a minha primeira relação. Ele arrependeu-se mais tarde e voltou com as armas todas que resultam com um coração de manteiga. O factor sorte foi eu ter conhecido o rapaz que viria a ser o segundo namorado 4 dias antes. Disse não. E a vida começou a desenhar-se muito mais feliz. 

terça-feira, abril 14, 2015

Upbeat fun song... toma lá Chromeo.



Jealous (I ain't with) - Chromeo

Parece mentira mas é verdade

Desde que estou de cama já vi quase todos os filmes do Resident Evil. São tão maus. Mas estou numa de junk food. 

Memórias II - Silvestre mete o pé na poça (à grande)

Resolvi fazer a tese de licenciatura na área de sociologia da família, estávamos em 1997 e eu era dado que era aos temas esquisitos e assim resolvi sugerir à orientadora: o síndrome do ninho vazio (problema enfrentado pelas domésticas depois dos filhos saírem de casa) e as dinâmicas de conjugalidade homossexual. Ela achou por bem eu fazer o segundo por estava desejosa de perceber o que se passava numa relação conjugal que não era orientada pelas determinações sociais do género. 

Meti mãos à obra de forma ambiciosa. Queria lésbicas e homossexuais. Ao fim de meses percebi que as lésbicas viviam numa espécie de bunker escondidas e que tinham medo de qualquer tipo de exposição. Não consegui nem uma entrevista. Fiquei reduzido aos homossexuais masculinos, o que mesmo assim não se revelou fácil. Seria mais fácil se eu dissesse que era gay também, mas eu só era assumido para heterossexuais e para a família (já tinha namorado, mas continuava 3/4 amigos gay e a não querer que mais gays soubessem que eu era gay). 

Numa das entrevistas que me foi conseguida por uma amiga, fui entrevistar um senhor muito simpático à Baixa. Nessa altura o meu conhecimento de Lisboa resumia-se ao Bairro Alto, Universidade e as Docas. Depois de uma hora e tal de conversa e uma excelente entrevista, eu disse-lhe que também gostaria de entrevistar o companheiro dele. Ele respondeu-me que isso não ia ser possível porque o companheiro estava no Alto de São João. E eu continuei «não faz mal eu posso esperar, não tem de ser já. Quando é que ele volta?». Ele olhou-me de forma esquisita, a minha amiga mudou de cor para um vermelho tomate. Eu sem perceber nada e de repente a minha amiga diz-me que o Alto de São João é um cemitério. Aí fui eu que mudei de cor, tive aqueles 3 segundos que parecem uma eternidade, mas ele não se chateou porque percebeu pelo meu ar aflito que foi mesmo desconhecimento da minha parte.  

segunda-feira, abril 13, 2015

Selah Sue tem novo álbum



Reason - Selah Sue

Deixo aqui o tema que dá nome ao álbum e que é o terceiro single. Vale a pena para quem gosta de música com um cheirinho de blues e soul, sem deixar de ter um feeling contemporâneo ali a roçar o trip-hop e o acústico. Espero que gostem.

O meu amigo dos últimos dias


Assinado: Silvestre (a Orca)

Memórias I - A minha primeira ida ao Trumps

No final de 1993 admiti para mim mesmo que não era bissexual, mas sim homossexual apesar de, até ao momento nunca ter concretizado uma relação sexual com um homem. Os tempos eram diferentes. Ainda não existia Internet e as pessoas que se poderiam conhecer era em locais de engate que eu não frequentava ou na universidade onde conheci os 3 primeiros amigos gay. Tirando um que ainda era mais tanso do que eu, os outros dois eram já batidos na noite e nas discotecas de ambiente. 

Demoraram quase dois meses a convencer-me. No fim de Janeiro de 1994 lá me decidi a ir, mas estava em pânico. Tinha muito medo do que podia acontecer. Estava mais no armário que uma meia esquecida no fundo do guarda-fatos. Os meus amigos adoravam a atenção que recebiam, homens que lhe pagavam bebidas, que queriam sair com eles, que lhes diziam que eles eram os mais giros da discoteca. Isso a mim (que na altura, sim pasme-se, era muito tímido) causava-me transtorno. Queria mais passar despercebido do que outra coisa, poder observar e ver se aquilo me dizia alguma coisa ou se era um contexto que eu deveria evitar. 

Tive a brilhante ideia de andar a comer chocolates durante duas semanas porque eu tinha um acne bera e assim era garantido que ia ficar com borbulhas na cara. No dia da ida, em vez de me colocar no meu melhor, vesti uma camisa castanha e cinzenta bem feiosa e penteei-me com risco ao lado e o cabelo agarrado à cabeça. Não tinha tantas borbulhas como seria de esperar, mas algum acne rebentou. 

Quando entrei no Trumps ia todo a tremer. Na altura aquilo era bastante pequeno e tinha apenas uma escada de acesso à pista onde todos os gajos se encostavam à parede para "micar" melhor quem passava. Parecia um misto de garagem com outra coisa qualquer. Preguei os olhos ao chão e assim passei a noite toda. Não dancei e mantive-me o mais discreto possível pedindo ao namorado do amigo que andava tipo rainha do baile a luzir, que por favor não me deixasse nem para ir à casa de banho. 

Além de ser um sítio feio, o ambiente era muito pesado. Se estavam lá 3 mulheres era muito e os homens olhavam demasiado, chegavam-se demasiado. O namorado do amigo foi um 'compincha' e ficou sempre comigo (inclusive para ir ao WC e ao bar buscar uma bebida) enquanto o amigo andava a mostrar os peitorais e a beber de graça e a distribuir charme pela pista, alto e loiro como só ele sabia ser.

Quando me vi no cacilheiro da manhã rumo à margem sul senti um enorme alívio. A noite tinha acabado e eu não metia mais os pés ali. Ia continuar a ir às discotecas hetero onde podia dançar com as amigas e onde não tinha de me preocupar com o facto de alguém me meter a mão no rabo ou na pila. Comecei a ir ao Frágil. Gostava muito da música e do ambiente misto. Estar em sítios só com homens stressava-me muito. As mulheres davam um ar mais levezinho aos sítios. 

Decidi não meter mais os pés no Trumps. Contudo, em 1996, vi-me lá caído de novo, mas essa foi a segunda vez em que fui ao Trumps e desta vez sem acne.

domingo, abril 12, 2015

Para desviar a cabeça das coisas parvas

Blogue nº2 também com nova imagem.

Pessimismo ganha terreno

Acordei 4h31min cheio de dores. o balanço de 3 semanas de recuperação sou eu a tentar habituar-me às pioras que são constantes. assim é difícil. antes da operação tinha dormência na perna, agora tenho dormência, dor, ardor e rigidez muscular. o somatório não me parece nada positivo. o operador diz que não é comum, mas que não está fora de um quadro normal. não me parece nada normal. tento bloquear o cérebro à ideia de que isto não vai ter volta e de que não volto a ser a mesma pessoa. é difícil evitar o drama quando sentimos o corpo a desfazer-se por dentro. queria portar-me como um homenzinho, mas agora mesmo, só me apetece é chorar. sinto-me desesperado e ao mesmo tempo envergonhado por não conseguir reagir com outra atitude. mas ao fim de 3 semanas sem uma única evolução positiva sem ser a cicatrização da costura é dose.

sábado, abril 11, 2015

Mais uma musiquinha... Hold back the River



Hold back the river - James Bay

Amor de gato

Para quem duvida que um gato possa ser canino (eu sempre fui um desses cépticos) o Limão tem dado provas do contrário. Está sempre enfiado aqui no quarto e não me deixa da mão, ora a lamber-me as pernas ou encostado. 

Está visivelmente mais magro porque se alimenta menos, mas se lhe fecho a porta do quarto também não sai dali e fica no tapete. 

Digamos que este bicho não para de me surpreender. Não percebo é o porquê de ter sempre um ar desconfiado com a minha mãe e também com o meu irmão. Deve sentir que ela tem pavor de gatos.

Com o namorado a relação é excelente, até lhe lambe a cara e pede-lhe colo (sim o gato está muito maricas). Mais dia menos dia vai ter de conhecer a cadela do namorado e aí vamos ver se continua tudo em regime "ouro sobre azul". 

Esperemos que daqui a umas semanas já esteja a ter uma vida normal e que o bicho já ande a empanturrar-se na cozinha com os soufflés de frango de que tanto gosta. 

Creep... so 40's version



Creep - Vintage Postmodern Jukebox ft Haley Reinhart

O real é bom

Os momentos complicados são aqueles que nos retiram os efeitos photoshop com que filtramos o mundo. Filtros fora. Só o brilhante tem brilho e o colorido tem cor. A realidade é uma maravilhosa forma de libertação e de separar o trigo do joio. Quando tudo tem a sua verdadeira tonalidade, nunca algumas pessoas pareceram tão belas. É assim a espantosa realidade das coisas. O real é bom. 

Purity Ring... estão de volta.



Begin again - Purity Ring

Para onde vão os guarda-chuvas

O último livro que li do meu "escritor fetiche" Afonso Cruz. A emoção de começar o livro foi enorme e a vontade de lê-lo foi sendo progressivamente menor. Toda a maravilhosa prosa do Afonso Cruz está lá (aqueles momentos filosóficos/existencialistas na escrita que quase comparo à poesia do Herberto Hélder), mas está em overdose. Há demasiado. Por vezes demasiado do mesmo. E a sensação com que fui ficando era de enfartamento, como aquela refeição de comida maravilhosa que se torna demasiado pesada e não nos conseguimos mexer. É tudo muito rico e ficamos perto do enjoo. Nem consegui pegar em mais nenhum livro depois disso. Tenho a certeza de que não sentirei o mesmo nos próximos 4 livros dele que ainda tenho para ler. Já os folheei na diagonal e são ligeiros. 

sexta-feira, abril 10, 2015

3 semanas de cama...

Começo a reagir ao incómodo físico. Há que ter humor. Haverá algo de engraçado no meio disto tudo, um destino maior, uma demanda do universo, blá blá blá...

Cinderella

Curto e grosso. Bons efeitos especiais. Conta a história, mas é um aborrecimento completo.

11/20

domingo, abril 05, 2015

Limão ... e já tem um ano.


O meu macaquinho fez hoje um ano. A vida nunca mais foi a mesma aqui em casa nestes últimos 11 meses. 

quinta-feira, abril 02, 2015

Hoje acordei a sentir-me assim...


Deve ser das doses maciças de cortisona. 
(Zehtoh, se calhar vou ter mesmo mais 10 kg no fim da recuperação)

terça-feira, março 31, 2015

Não sei quem inventou isto... mas fez-me rir. (estava a precisar)

Palavras

as palavras que mais me ocorrem são amor e dor. constantes dos últimos dias. a ver se a parte física melhora, já dava jeito.

sexta-feira, março 27, 2015

Pessoas acontecimento



Há pessoas que se encontram e há pessoas que acontecem. Uma pessoa acontecimento altera as leis da física, do espaço e do tempo. O mundo sobra, o tempo dobra e o corpo abre-se até ao átomo. O universo torna-se amplo e pequeno. As emoções misturam-se na matéria fundamental da existência. Plutão fica mesmo aqui ao lado, sem esforço. É amor é metafísico e tu... tu és tão bonito para mim. 

insónia

Dor, dor e mais dor. Fod***

quarta-feira, março 25, 2015

ser operado sucks big time!

Diz que correu bem. Mas estou moído.  Como se tivesse sido mastigado.

segunda-feira, março 23, 2015

Thelma & Louise um short movie?


Roupa interior de peso...


E o dia está ao virar da esquina

Como é natural estou um bocadinho tenso. Amanhã é o dia da operação e a coluna não é exactamente um cotovelo. De qualquer das formas sinto-me feliz por ver a família mobilizada. E acho que vou ser muito bem tratado. A minha mãe surpreende-me mais uma vez e ultrapassa-se a si mesma. Sempre disse que o único limite que tinha relativamente à homossexualidade do filho era vê-lo ir deitar-se à noite com outro homem no quarto e beijos na boca. Pois o namorado vai estar a dormir na casa do filho com ele e ela está confortável com isso e já a pensar no que é que vai fazer para o jantar de todos. O medo que tem de gatos, agora mesmo não é importante para ela (espero que o Limão seja fofinho com a "avó" e não lhe salte para as costas como agora tem a mania de fazer). O meu irmão também já se organizou para ir trabalhar para a minha casa nos dias em que a mãe tem coisas para fazer e o namorado está no trabalho. Tenho uma família muito pequena, mas muito grande em afecto. Suponho que o amor vai ser o melhor analgésico. 

sexta-feira, março 20, 2015

Medos... (ausência de)


Será que o cheiro muda?

Quando assumimos um compromisso sério, de repente, começam os mortos a desenterrar-se por todo o lado e a voltar à vida. Será que o nosso cheiro muda? Deve haver alguma coisa no ar...