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sexta-feira, janeiro 16, 2026

15 dias

Faltam 15 dias para a libertação.  Para mais um recomeço. Espero que este reset seja o ponto zero de uma bela e longa história. 

sexta-feira, março 07, 2025

A volta

O retorno há cerca de ano e meio à instituição profissional de onde tinha saído há 4 anos deveu-se á minha desilusão com a função pública e ao menos aqui existia um ambiente familiar e de interajuda. A questão é que eu saí antes da pandemia e voltei depois da pandemia. Muita coisa mudou. O teletrabalho disseminou-se e o individualismo também (talvez fruto desta nova configuração), assim dei por mim cada vez mais desmotivado e a pensar no sentido de me manter no departamento onde estou. Vou esperar pelo resultado do concurso de bolsas e posteriormente a isso, tratarei de mudar de departamento. É mesmo o melhor a fazer. A minha relação com a chefia está insustentável, não gosto mesmo de trabalhar com eles. Não há mais nada a prender-me aqui a este departamento.

sexta-feira, outubro 06, 2023

E uma semana já foi

A primeira semana no novo trabalho passou tranquila, como achei que seria. Acomodação, gestão dos aspetos informáticos do funcionário, indicação de projetos e leituras a seguir. Para a semana intensifica, mas sigo em paz. O que é familiar sabe bem.

quarta-feira, maio 25, 2022

Surpresas

Mudei de departamento no trabalho. Foi excelente, uma vez que estava completamente miserável. Não estou certo de que queira ficar aqui, mas de qualquer forma tenho 4 meses para ver se esta nova experiência funciona. Pelo menos tive a possibilidade de fazer trabalho inteligente nestes 3 dias.

quarta-feira, maio 18, 2022

E vão mais 3

Apesar de ser como achar uma agulha num palheiro e, apesar de uma entrevista de emprego ser mais um confronto de representações da realidade do que própria realidade em si, enviei mais três currículos e seja o que Deus quiser.

quinta-feira, maio 12, 2022

Sugado

Hoje até entrei ao trabalho com a alegria dos dois últimos dias ainda incrustada no corpo. É curioso como a meio da manhã já estou cheio de sono. Estar neste tipo de ambiente suga as energias. Às 9h ainda penso que alguma coisa pode acontecer, a partir das 11h já só penso na hora da saída às 17h. 

segunda-feira, maio 09, 2022

O que fazer?

Ao fim de 3 meses no novo trabalho verifico que também não é sítio para eu estar e ser feliz. Em teoria tinha tudo para correr bem. A hipótese de trabalhar em direitos humanos pareceu quase milagrosa, mas a verdade é que depois temos de lidar com pessoas. E vá eu dando voltas na função pública, os problemas acabam por ser muito semelhantes, más lideranças, comunicação deficiente, pequenos poderes, etc., etc.

A maioria das pessoas fica o resto da sua vida agarrada ao seu local de trabalho, porque é cómodo ou por medo ou descrença desconhecido. para mim o desconhecido é isso mesmo 'por conhecer' e se aquilo que eu conheço é fraco e não respeito, tenho de continuar a acreditar que o desconhecido tem algo de bom escondido. 

É possível que não esteja enganado, ou que sim. Perante uma nova oferta de trabalho esta dúvida persegue-me, o meu CV terá 2 sítios onde fiquei  4 meses e isso é mau. Para quem me quer empregar, fica sem confiança. Porque nas entrevistas parte-se sempre do princípio que os problemas estão com os trabalhadores e não com a instituição empregadora. 

Não faço puto ideia do que fazer. Posso aguentar neste marasmo onde não me dão nada (ou dão tarefas desqualificadas) para fazer ou partir. Mas também como estou em mobilidade só seria até final de Setembro.  

segunda-feira, abril 18, 2022

O meu trabalho

 Continua a ser facadas no coração. Mas tanto mudo que hei-de acertar... espero.

quinta-feira, fevereiro 03, 2022

Let's get physical

A instituição onde agora trabalho encontra-se num prédio de 4 andares, eu trabalho no quarto andar (tenho uma varanda virada para o rio Tejo) e o elevador está estragado. Fazer exercício no trabalho vai ser uma realidade. Me likes!

quinta-feira, janeiro 13, 2022

A dificuldade em compreender

Já falei noutro post que no ano de 2021 lidei com uma depressão. Falo de lidar com ela ativamente, uma vez que, sem perceber, eu estava num estado depressivo há uns 2 anos. Ainda não percebo bem as nuances de uma depressão e, no meu caso e de outros que são pessoas extrovertidas, pode ser bem difícil de perceber. Só quando ela se tornou "major" e começou a interferir com o meu funcionamento normal (em coisas tão simples como me levantar da cama, ou de imaginar um dia depois de amanhã) e a produzir uma alternância constante entre  inação e irritabilidade é que resolvi procurar ajuda. 

A medicação ajudou imenso e fez-me ter uma lucidez que há muito não tinha. Passei a olhar para a minha vida de uma forma diferente e reduzi, na medida do possível, os facilitadores do meu estado depressivo. Parece-me, contudo, que este estado não deixa de ser como uma espécie de "cancro latente" que volta e meia dá sinal de si. Tenho permanecido vigilante e, quem sabe, até policio demasiado as minhas emoções em busca de algo que possa não ser proporcional ao que estou a viver. 

No meu contexto geral está tudo bem com a exceção do trabalho. É a segunda vez que mudo em 2 anos e com maus resultados. Será este fator assim tão importante? A minha vida é muito mais do que isto e o que tenho fora do trabalho é tanto. Diria que só tenho razões para estar feliz, a nível pessoal, a nível familiar, mas então porquê este bicho que vem e que morde pela calada? 

Há 2 dias que estou deprimido. Só a presença de alguém de gosto muito permite abstrair-me. Fora desse espaço volta aquela espécie de peso que me empurra contra o chão e diz à cabeça para não pensar e ficar apenas parado, deixar o tempo que me dói passar, até que tenha de novo uma razão para estar bem. Fora do horário de trabalho. 

Fico irritado comigo mesmo porque sou o oposto disto e estou sem força.  Estou exausto. Depois vem a culpa. A culpa por deixar que isto tome conta de mim. Há tantas pessoas com "problemas reais" e eu, privilegiado, estou tolhido porque não consigo lidar com a frustração e com a infelicidade de trabalhar com pessoas em quem não acredito, numa instituição que não consigo respeitar, e a fazer coisas que não têm o menor significado para mim. 

Procuro todas as distrações possíveis e imaginárias. Mesmo agora, estou a escrever este post quando devia estar a trabalhar, mas fujo dessa infelicidade permanente, que me rouba tempo útil de vida que eu poderia estar a usar para fazer coisas que importassem. Pensei que 2022 começaria diferente, mas fui obrigado a continuar  onde não quero - quem sabe mais 9 meses. Tento dizer que está tudo bem, mas não está tudo bem. Estou farto de ser obrigado a fazer coisas que não quero. Já não consigo fingir mais, nem para mim. Pensei que tinha deixado esse problema em 2021. 

Porque é que uma pessoa forte deixa de o ser? Tenho bastante dificuldade em compreender. Porque é que o trabalho contamina tanto o resto da minha vida? Tenho de dar a volta, mas para isso é preciso acreditar em algo. Simplesmente acreditar. Não posso depender de quem me faz feliz para o meu bem-estar. E nas horas vagas?



quarta-feira, dezembro 15, 2021

O que é desistir?

Tomei a decisão de tornar-me mais próximo daquilo que é a imagem pública dos funcionários públicos em Portugal. Pensei em concorrer a um cargo de direção intermédia, para poder ter mais poder dentro da atual instituição onde estou, mas percebi que tendo a mesma presidência não adianta. A grande maioria das nossas Presidências e Direções Superiores são atribuídas por confiança e proximidade e não por mérito ou competência, logo ser Diretor de Departamento continua a ser frustrante.

Como tenho 47 anos de idade (e muitos anos a virar frangos na AP) percebi que a forma de não estar frustrado por ver pessoas a trabalhar pior que eu e a impedir o regular desenvolvimento do meu trabalho, é simplesmente fazer o que me mandam e estar num instituição que conheço bem e onde tenho amigos. Tenho a certeza de que terei umas 3h livres por dia, o que me vai permitir ter tempo para estudar e fazer coisas de índole pessoal que me ajudem a não estagnar e até crescer intelectualmente.

Portanto desisti de ajudar a melhorar o serviço público e Portugal, mas prefiro investir na minha saúde mental e estabilidade. A vida não é apenas o trabalho. Já dei para este peditório. Não farei nada que não me peçam (e farei da melhor forma e com o maior profissionalismo) e sei que não vão pedir muito no sítio para onde vou. Não desisti de mim, nem daqueles que precisam de mim fora da esfera profissional.

quinta-feira, novembro 04, 2021

Uma coisa para resolver

Tenho neste preciso momento uma coisa importante para resolver: sair do atual trabalho onde estou. A parte boa é ser uma mobilidade e poder ter uma vida depois das 18h. A parte má é que estou aqui apenas há 1 mês e não consigo arranjar nada de positivo, o que para me motivar a ser um profissional com brio é complicado. Parece que vou acabar por voltar onde estava há 2 anos. Agora com uma perspetiva diferente. A ver se consigo. Seria uma nova forma de encarar um contexto que não foi o melhor, mas que agora consigo ver quais os aspetos positivos e como criar mecanismos de controlo relativamente aos aspetos mais negativos. Não é preciso andar a dar murros em pontas de facas. Fazemos apostas na nossa vida, umas correm bem e outras não. Tem apenas de se seguir o caminho e mobilizar o conhecimento adquirido.

quinta-feira, outubro 21, 2021

Trabalhos do trabalho

O sítio onde atualmente trabalho dá-me alergia. Não tem as menores condições e fico com os olhos e o nariz em fogo. Posto isto, trabalhar em teletrabalho também não tem graça nenhuma quando é por sistema. Acho que não me aguento mais do que 6 meses aqui e volto ao meu poiso inicial. Não ganho mais, tenho mais gastos, demoro o triplo do tempo a chegar e o trabalho em si não é assim tão fascinante. Vai daí que, aparentemente, foi uma bonita movimentação nómada durante 2 anos que andei a fazer. 

segunda-feira, outubro 04, 2021

Novo trabalho

Eu fui atrás do projeto, mas chegando lá... não vi o projeto. Estou para perceber e por enquanto, ainda, tranquilo. 

sexta-feira, setembro 24, 2021

terça-feira, setembro 21, 2021

Na hora do adeus

Saber que o meu atual empregador e ainda um outro, no mesmo edifício, me deixam a porta aberta para se eu quiser voltar é reconfortante. Algo de bom terei feito, apesar de não ter sido muito feliz aqui (mas isso já são outras questões).

Contagem decrescente

 10.

quinta-feira, agosto 12, 2021

quarta-feira, agosto 11, 2021

Assim se gere por aqui

Fui chamado para fazer os indicadores de execução de um projeto (com 5 subprojectos). Até aí estaria tudo bem, o problema é que tudo isto foi feito sem o meu conhecimento (a pessoa designada para a gestão dos mesmos). Não faço ideia do que é o projeto e quem o escreveu já cá não está. Pura perfeição.

terça-feira, julho 27, 2021

Lá por fora

Há a hipótese de eu fazer uma perninha num trabalho lá por fora. Se acontecer é uma coisa bonita e fico muito feliz. Se não acontecer, o sonho de poder ser já não foi mal. Só o terem-se lembrado já é algo.