quarta-feira, abril 15, 2026
O que ficou.
quinta-feira, outubro 10, 2024
Overthinking
Pensar demasiado nas coisas faz mal. Quando deixamos o nosso cérebro em roda viva conduzido pelas nossas emoções é uma caca (para não dizer merda). Acho que às vezes é melhor mesmo sentir o que vai no corpo. Escutar a intuição mais primordial. Acho que algumas das minhas melhores escolhas foram intuitivas e não racionais. Ando a ser racional há demasiado tempo ou a "patinar na maionese" porque o cérebro tenta arranjar justificações para o que intuitivamente parece errado. Acho mesmo que as primeiras impressões são fidedignas. O que diz o corpo? O que diz o espaço dentro do peito? Acho que é melhor escutar estas impressões. Simplificar.
quinta-feira, agosto 31, 2023
Diz que...
quinta-feira, novembro 24, 2022
Carma?
segunda-feira, agosto 08, 2022
O quadro maior das coisas
Este fim de semana que passou estreei a nova casa de família, um refúgio no campo a 1h20 de Lisboa, perto do rio e com piscina. Foi num dos períodos em que estava na boia a apanhar sol que tive uma espécie de epifania - como a epifania do ovo estrelado há anos atrás - sobre como as coisas se estavam a organizar na minha vida apesar das dores provocadas pelas mudanças dos últimos 3 anos.
Já consegui mais dos meus objetivos do que aquilo que inicialmente pensava. O novo (e desejado trabalho) também está aí à porta. E as coisas que não estão vão sendo aceites com uma nova calma que o regresso à boa forma física/psicológica me tem proporcionado.
A vida está a acontecer e tenho de aproveitar as bênçãos que aparecem - nem sempre visíveis num primeiro olhar. Estou a ganhar fé de novo. Tomara que se mantenha este sentimento.
quarta-feira, outubro 21, 2020
Como fomentar a união?
sexta-feira, dezembro 29, 2017
Reflexão para 2018 - Um bom ano a todos
e sentir-lhe um paladar,
e se a terra fosse uma coisa para trincar,
seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade,
naturalmente, como quem não estranha
que haja montanhas e planícies
e que haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
na felicidade ou na infelicidade,
sentir como quem olha,
pensar como quem anda,
e quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
e que o poente é belo e é bela a noite que fica...
E que se assim é, é porque é assim.
Alberto Caeiro