segunda-feira, junho 29, 2026
Poesia de Luís Quintais
O último pezinho de dança
Coisas que marcam
quarta-feira, junho 24, 2026
Mais uma viagem
Madrid aguarda-me. Este ano não foi pródigo em viagens. Tive de saltar a Albânia e para já dou um pulinho a Madrid para ajuda na tomada de algumas decisões. Mas ainda tenho 6 meses para utilizar, vamos ver o que me reserva o resto do ano. A "grande" viagem pode não acontecer, mas soluções aparecerão.
A poesia de Manuel António Pina
segunda-feira, junho 22, 2026
Aquelas pessoas.
Aquelas pessoas que fazem tudo o que lhes apetece, mesmo o moralmente reprovável e não têm o menor problema de consciência com isso. Acho fascinante, às vezes chego a ter inveja desse estado de ausência de condicionalismos morais e/ou remorsos. Não consigo ser assim, por muito que tente. Pais com demasiados valores, foi o que deu.
sexta-feira, junho 19, 2026
A poesia da José luís Peixoto
A mãe da minha amiga
A mãe da minha amiga deu-me - para além das palavras escritas da filha que eu pude tatuar no meu braço - pensamentos seus, perspectivas de vida que fizeram pensar. Não foi fácil integrar toda a sabedoria gerada por uma mulher que perdeu o que tinha de mais valioso (após a perda), mas o tempo foi trazendo cada peça ao lugar. Ela deu-me essa capacidade maravilhosa de aceitar a perda. De ser perdedor com alegria. Uns dias perdemos, outros ganhamos. A partir do momento que deixei de importar com a perda, com o insucesso, com o lastimável, mais do que a duração dessa emoção a passar pelo corpo, as vida tornou-se muito mais brilhante. Cada ação é compensadora quando se vive sem medo. Já aceitei as todas as desilusões passageiras que hão-de vir, porque é isso que são. Não perco a infinita esperança e a alegria associada. A minha querida Begoña transformou a minha percepção das coisas em uma tarde, mas precisei de meses para integrar tudo. Que sorte tenho de ir conhecendo as pessoas mais extraordinárias ao longo do caminho.
terça-feira, junho 16, 2026
A poesia de Igor Pires
As pessoas, os afetos, as promessas.
O teu trabalho mais bonito é contrariar a época:
segura firme a mão de quem te faz bem
e não soltes por nada.
Num tempo em que nada nos pertence
Aquilo que nos pertence realmente é a nossa vida. Por essa razão não devemos ter medo de ser tolos, falhos e muito menos deixar que a cobardia alheia nos guie e nos determine. Devemos continuar a experimentar e a desafiar convenções. Não me importarei de ser um homem de 70 anos numa discoteca - se ainda existir música no meu corpo e vigor para a exprimir. Não me importarei de cantar na rua no meio das pessoas que passam. Não me importarei de vestir o que me faz bem à alma. Não me importarei de fazer ginásio aos 80 se o corpo assim o permitir. E mais importante, continuarei a não me importar com aquilo que os outros pensam sobre a minha agência.
A canção do ano?
segunda-feira, junho 15, 2026
Os santos populares de 2026
Foram os melhores de sempre. Tanto Vila Berta com o Topi ou Alfama com o grupo grande, foram 5 estrelas.
Descobri um grande amor
sexta-feira, junho 12, 2026
Casamenteiro
Projeto Hail Mary
O diabo veste Prada 2
13/20
Ribatejo
Fui fazer umas mini férias na minha aldeia. A aldeia ribatejana adotada há 5 anos é um lugar especial para mim, onde recarrego baterias e me sinto em paz com o mundo. Este ano depois das tempestades tive de trabalhar um pouquinho para meter o jardim a jeito e o terreno com bom ar. Mas quem corre por gosto não cansa e o trabalho acaba por ser alegre.
sexta-feira, junho 05, 2026
Preciso de dormir
terça-feira, junho 02, 2026
A arte de bem viver
segunda-feira, junho 01, 2026
A poesia de Ryane Leão
Este fds
Este fim de semana foi perfeito. Não faltou nada. O palácio da Fronteira, a Gulbenkian, o trabalho, a criatividade, o amor e o carinho. O preâmbulo do futuro.

