Apesar de nem toda a gente gostar de "pop jazzístico". Fiz ontem o download do último CD da Melody Gardot que começou a carreira em 2008 com um álbum jazz de cariz clássico. Este é tudo aquilo o que o outro não era, existe uma espécie de sofisticação sensual que flirta com a world music, movendo-se por melodias mais pop, sem nunca perder o calor do Jazz. Ontem meti uma das minhas canções preferidas do álbum, onde podemos encontrar uma outra de nome Lisboa e dedicada à nossa capital.
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quarta-feira, setembro 25, 2013
Cool e sofisticado
Apesar de nem toda a gente gostar de "pop jazzístico". Fiz ontem o download do último CD da Melody Gardot que começou a carreira em 2008 com um álbum jazz de cariz clássico. Este é tudo aquilo o que o outro não era, existe uma espécie de sofisticação sensual que flirta com a world music, movendo-se por melodias mais pop, sem nunca perder o calor do Jazz. Ontem meti uma das minhas canções preferidas do álbum, onde podemos encontrar uma outra de nome Lisboa e dedicada à nossa capital. quinta-feira, novembro 17, 2011
O melhor álbum do ano
Gostos não se discutem, mas este é para mim até agora o melhor álbum do ano. Ainda o vejo melhor que as ofertas de James Blake apenas porque a entrega emocional desta miúda é extraordinária. No seu primeiro álbum constam versões e apenas um original, mas deixa o seu cunho pessoal em cada uma delas. Entre a fragilidade e o punjente, os arranjos precisos dão nova vida a um conjunto de canções que revelam o seu bom gosto musical e que a distinguem de outras adolescentes que têm vindo a aparecer nos últimos anos com uma oferta muito mais radio friendly e menos interessante a meu ver. A maturidade da voz é apoiada por uma competência instrumental forte, nomeadamente ao piano, cujos arranjos nos transportam entre o onírico e uma realidade nostálgica e outonal, mas sem nunca perder a cor e um certo calor proveniente da emoção expressa no canto. Ponho-me a escutar este CD e parece que não há mais nada. É como se alguém me pegasse ao colo e está tudo bem. Uma janela de evasão.
terça-feira, abril 29, 2008
Asa
Para mim uma das grandes revelações de 2008. Asa é uma uma cantora das realidades quotidianas, com sensibilidade folk/r&B jazzística que cruza o melhor de Tracy Chapman, India Arie e Joan Baez. Nascida em Paris e criada em Lagos (Nigéria), Asa expressa em inglês e yoruba a experiência africana com particular sensibilidade e consciência social. Aqui há soul (alma).quarta-feira, abril 23, 2008
Tigerlily - Natalie Merchant
Passaram 13 anos desde que este álbum saiu. Já não me lembrava dele e hoje, a fazer zapping, cruzei-me com uma das músicas do álbum num programa sobre condenados à morte do canal Odisseia. Estava a dar um documentário que foi feito sobre uma das poucas mulheres serial killers da história dos EUA. A assassina pediu que o 'Carnival' fosse tocado na hora da sua morte. É a minha música preferida. A própria cantora autorizou que a música fosse utilizada no documentário quando soube que tinha trazido algum conforto à condenada dizendo «It's very odd to think of the places my music can go once it leaves my hands. If it gave her some solace, I have to be grateful». E desta forma o álbum voltou à minha vida. É belíssimo.quarta-feira, abril 09, 2008
terça-feira, abril 08, 2008
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Amy Winehouse - Back to Black
Ontem a Amy Winehouse ganhou 5 Grammys. Todos para os quais estava nomeada e tudo graças a este brilhante álbum Back to Black. Já não via há muito tempo tanta unânimidade entre público, críticos e pares (cantores). De facto, é um caso sério de talento, é uma voz como poucos e é uma música tão orgânica quanto de síntese de tudo o que já se fez até hoje, mas completamente diferente. O álbum é sexo, drogas e rock 'n roll, é anos 60, anos 70, é soul... Qual Beyoncé e Britney e Celine Dion... o tempo dos grande músicos voltou. Como disse tão bem a Mary J. Blige «graças à Amy Winehouse, não estamos mais presos. A música tem um futuro».quarta-feira, janeiro 30, 2008
Colleen - Les ondes silencieuses
Colleen é uma compositora francesa que se poderia enquadrar na categoria dos minimalistas neo-clássicos. A música que faz tem influências electrónicas e os ambientes que cria são de uma rara beleza. Este álbum Les Ondes Silencieuses resulta da manipulação digital de instrumentos de orquestra clássicos. As melodias são intimistas e sonhadoras. O melhor é ouvirem e depois digam-me alguma coisa.quinta-feira, janeiro 17, 2008
Tunng - Good Arrows
segunda-feira, janeiro 14, 2008
quinta-feira, janeiro 10, 2008
Anthony Hamilton - Ain't nobody Worryin'
Bem, se gostam da Alicia Keys, do que é que estão à espera para adquirir este álbum do Anthony Hamilton. É uma pena que apenas alguns tenham visibilidade no panorama comercial. Mas felizmente existem circuitos alternativos onde podemos tomar conhecimento de uma quantidade de cantores que são extraordinários.segunda-feira, dezembro 31, 2007
Kate Havnevik - Melankton
O que escrevi no outro dia não podia ser mais verdade, o ano só acaba no último segundo de 31 de Dezembro. Descobri KateHavnevik a meio da tarde de hoje, é uma cantora norueguesa e a sua música é, nas palavras da mesma, dramática, bela e eufórica. Eu não sei se usaria estas palavras, mas certamente arrisco-me a dizer que logo à primeira audição me prendeu. Este álbum, Melankton, é para mim um dos melhores de 2007. As melodias são como sonhos caleidoscópicos, leves e suaves. Esta é a minha definição. É tão bom acabar o ano de 2007 a ser inspirado e comovido desta forma.quinta-feira, dezembro 27, 2007
Ali Farka Touré - Savane
África é um continente pobre, mas rico em cultura e diversidade musical. Penso que às vezes o preconceito adstrito ao "imperialismo ocidental" faz esquecer esta verdade. Ali Farka Touré era um guitarrista do Mali, falecido em 2006, e conseguiu reconhecimento internacional pela qualidade da sua música com ritmos tão similares ao blues americano. Savane foi o último álbum a ser editado, já postumamente. É world music e música de todo o mundo. Para mim, já faz parte do meu património. Quem sabe poderá fazer parte do vosso também.terça-feira, dezembro 25, 2007
Burial - Untrue
Eles há pessoas estranhas, mas ainda bem que as há. Burial é um músico londrino anónimo. Segundo ele, apenas 5 pessoas sabem que ele faz música. Apareceu em 2005 e conheceu a consagração com o álbum Untrue em 2007. A música é electrónica, os ambientes entre o atmosférico e o drum n' bass. Vale a pena visitar este álbum.segunda-feira, dezembro 10, 2007
Bat for Lashes - Fur & Gold
Era uma vez uma cantora muito talentosa chamada Natasha Khan, que resolveu montar um projecto de nome Bat for Lashes. A música é evocativa de ambientes míticos, contos de fada e outras simbologias afins. Acaba por ser evocativa de Kate Bush numa fase etérea. É uma boa sugestão para o frio de dezembro. Enjoy!domingo, novembro 11, 2007
Bettye Lavette
Nunca conheci esta senhora mais gorda (nem mais magra). Mas quis o destino que a conhecesse e eu agradeço-lhe. Já não me lembrava de ter ouvido uma voz com tanto soul e blues. Ela consegue uma expressividade assombrosa. A senhora já tem 61 anos e recuperou a sua carreira ao fim de anos e anos no esquecimento. Ainda bem que não foi apenas Lázaro que voltou dos mortos. É um grande CD.sexta-feira, novembro 09, 2007
Joe Henry - Civilians
Parece que tenho um novo CD favorito. Este Civilians do Joe Henry vai ser a banda sonora do meu Outono. É um CD intimista entre o blues e o country alternativo, um pouco ao estilo do Tom Waits. As letras são de uma grande sensibilidade e quase que nos embalam num ritmo que nos deixa quentinhos. Diria que é ideal para Novembro e Dezembro.Trívia: O Joe Henry é casado há 22 anos com a irmã mais nova da Madonna e viveu 2 anos em Portugal. Consta que a Madonna é viciada na feijoada trasmontana que a irmã aprendeu a fazer cá pelas nossas terras.
segunda-feira, junho 25, 2007
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