O mundo precisa de mais humanidade e de menos Kardashian wannabies (e já agora de menos Kardashians também).
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sexta-feira, novembro 18, 2016
sexta-feira, julho 08, 2016
sexta-feira, junho 17, 2016
Estamos a viver tempos tão estranhos
Massacra-se 49 pessoas a tiro porque não se gosta de gays. Mata-se uma deputada no Reino Unido a tiro e facada porque ela defende uma ideia diferente. Mata-se uma cantora que se fez famosa na televisão a tiro só porque porque não se gosta de pessoas públicas. Ameaçam-se pessoas de morte por nada e matam-se pessoas por nada. Sou só eu que acho que estamos a viver tempos muito estranhos?
Ao olhar para a história do mundo, sabe-se que a seguir a uma idade da luz vem sempre uma idade das trevas. Será caso para dizer "the winter is coming"?
segunda-feira, maio 23, 2016
O mundo está demasiado amargo
O mundo está demasiado amargo. As pessoas adoram criticar. Talvez porque vivemos na Era da Informação, e todos podemos ser emissores, a grande maioria das pessoas pensa que tem algo a dizer e que o que diz interessa. Considero que, excepto em casos de mal-dizer assumido para humor, quando o que se diz não é construtivo, mais valia a pena estar-se calado.
A facilidade com que se critica uma pessoa pública então é chocante. Todos somos treinadores, todos somos modelos, todos somos designers, todos somos cantores, todos somos actores, mas de sofá. Uma crítica sem uma proposta/solução alternativa não é crítica, é destruição.
Também há coisas que valem pelo seu valor intrínseco (uma homenagem a alguém que se considera bastante, um tributo a alguém que se admira e que já não está entre nós) mesmo que não executadas na perfeição. O que é perfeito é a magnitude do sentimento. Vi uma vez num concurso onde a Paula Abdul é júri dois rapazes a fazerem uma coreografia de um vídeo dela só porque a admiravam. Não foi perfeito, mas eles sabiam a coreografia ao detalhe e via-se o quanto a admiravam e ela comoveu-se a agradeceu o gesto.
Ontem a Madonna fez um tributo ao Prince nos Billboard Music Awards. Eram amigos. Havia uma grande admiração. A Madonna não é o Prince. Não tem a sua voz extraordinária, mas não era acerca disso. A ela juntou-se o Stevie Wonder (um homem que não devia necessitar de apresentações e uma das melhores vozes soul de sempre). Os pares aplaudiram, porque foi emocional, porque foi um tributo. O público aka fãs do Prince arrasa. O público geral decide arrasar só porque sim. Porque não gosta da Madonna porque não sabe quem é o Stevie Wonder, porque são profundamente idiotas (diria eu).
A Britney Spears está de novo gira, cantou nos mesmos prémios em playback (que falou a dado momento), dançou as coreografias de forma pouco expedita, mas com uma roupinha bastante diminuta e sempre com bom ar. O público em geral adorou. É bom ainda estar nos 30s.
We are living in a Kardashian world. Toda a gente tem algo para dizer, toda a gente pode ser bitchy e toda a gente pode ser profundamente ignorante que não importa nada. Apetece-me citar o Manuel Luis Goucha em reposta à Bernardina que lhe chamou paneleiro «se disser que eu sou paneleiro porque faço panelas, é mentira. Se disser que é porque amo outro homem é verdade. mas não me ofende nada, ofendia-me era se me chamasse ignorante»
Para bom entendedor meia palavra basta, mas ela não entendeu.
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quarta-feira, novembro 18, 2015
E bandeirinhas do Quénia?
O meu coração está com a França onde morreram 132 pessoas, mas antes disso estava (e continua a estar) com os refugiados no Sudão (onde já assassinaram/mutilaram e violaram milhões de pessoas), com os católicos do Iraque (quase exterminados), com as vítimas do Boko Haram na Nigéria, com os cristão sírios e os muçulmanos não alinhados ao Estado Islâmico (milhões de deslocados), com os Rohingya na Birmânia (assassinados pelo Governo), com as largas centenas de raparigas Curdas e Yazidi vendidas como escravas sexuais pelo Estado Islâmico e para quem a comunidade internacional se está a borrifar (não sei se podia dizer cagar). O que me chateia na civilização ocidental é que ninguém se importa com o mal até que ele lhe bate à porta. Os outros são os outros, mas um dia os outros somos nós.
O meu coração está também com os estudantes do Quénia mortos em maior número que em Paris. Mas para os solidários de ocasião e "umbiguistas", não vale a pena chorar por negros em África. Eles que se entendam e os monumentos de Paris ficam melhor na foto do Facebook. A vida caucasiana e ocidental tem mais valor do que as outras infelizmente.
O canção «Imagine» do John Lennon está um pouco mais longe de ser uma realidade, mas continuo a acreditar no sonho e a trabalhar por ele. Nem terroristas, nem governos auto-centrados, nem solidários de ocasião me vão fazer pensar o contrário.
Imagine all the people
Living life in peace
You may say, I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one.
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