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quinta-feira, junho 30, 2016

Momentos que não são coincidência

Às vezes acontecem coisas para nos colocar na frente de alguém que vai ter uma epifania por algo que expressamos. Hoje aconteceu com uma colega. Fomos tirar café sem o querer fazer e numa coisa que eu disse ela encontrou a solução para resolver um estado de espírito que a anda a incomodar. Nem sei porque é que começou essa conversa. Se calhar simplesmente porque ela estava a precisar de a ouvir e o universo conspirou a favor dela. 

terça-feira, agosto 03, 2010

Energia, movimento, mudança

Acredito na energia. Tudo é energia no universo e desde o momento do nosso nascimento somos afectados pelos fluxos universais da mesma. Esses fluxos energéticos reorganizam-nos a vida porque o nosso corpo e a nossa mente (também energia) são reactivos ao movimento dos corpos maiores e ao (re)arranjo da estrutura universal. Apesar de saber que inúmeras coisas que me acontecem fazem sentido num plano maior e mais complexo, tenho alguma dificuldade em aceitar estas mudanças de ânimo leve. Talvez seja o meu ego a trabalhar contra aquilo que é natural. O meu apego ao que existe, ao que está.
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Racionalmente sei o que se passa, mas custa. Emocionalmente não consigo ter a leveza de libertar camadas como se largasse esta pele para viver uma nova vida, levemente. Provavelmente é esse mesmo o meu desafio, aprender a largar, a deixar ir. Esta recusa provoca efeitos cumulativos que mais tarde ou mais cedo rebentam com a minha própria estrutura. O que tem de mudar tem de fluir, tem de sair. E não vale a pena negá-lo. Podemos fingir que não é nada, mas é. Ninguém pode estar parado num sistema que depende do movimento, que em si é movimento. Podemos ir contra este movimento, mas mais tarde ou mais cedo ele acontece e com consequências mais dolorosas. Se sei que tenho de mudar? Sim, mas custa.

terça-feira, maio 20, 2008

Reposição de equilíbrio

O mundo em que vivemos é material, mas a matéria é energia e, por sua vez, os fluxos de energia devem estar em equilíbrio. Esse equilíbrio é precário e nós, seres humanos, somos quem mais o desequilibra. Roubar demasiada energia a um sítio ou sobrecarregá-lo é o suficente para que o próprio sistema se obrigue a mudanças bruscas, que podem assumir contornos dramáticos para as pessoas em geral.

Entre pessoas isso também acontece. Há pessoas que vampirizam outras e seguem as suas vidas com uma dívida energética. Se não fazem nada para a repor, quando menos esperarem, o sistema energético universal se encarregará de colocar as coisas no seu lugar. Há divídas que têm de ser pagas e o equilíbrio reposto.