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segunda-feira, setembro 30, 2019

Globos de Ouro da SIC

Nunca achei muita graça aos Globos de Ouro e prémios em versão poucochinha, mas os de ontem merecem-me um comentário.  A Cristina Ferreira disse que «quis receber o prémio porque é justo» e a Portugalidade ofendeu-se. Se há coisa que eu gosto são pessoas que sabem o seu valor e sem falsas modéstias. Ela tem um valor brutal (tanto que até dá para o Cláudio Ramos andar a reboque) e merece a distinção que recebeu e cada cêntimo do seu enorme ordenado (e até dá bem mais que isso a ganhar à SIC). 

Dito isto e achando que Cristina Ferreira foi mesmo a personalidade deste ano (ela mudou o panorama da televisão portuguesa em 6 meses). Não gostei muito da apresentação dela. O que eu mais prezo na Cristina é a espontaneidade e isso não se coaduna com a leitura de telepontos e encenação. Logo, foi uma apresentação com um brilho contido. Outra pessoa mais solene, seria mais adequada a este papel. 

quinta-feira, novembro 10, 2011

A crítica mal intencionada ou "cotovelose"

Fico muito chateado com a dor de cotovelo. Um exemplo, as pessoas criticam o último filme da Madonna. É legítimo, mas há a crítica cinéfila e a crítica a ela "porque sim". As cinéfilas tem de as engolir e aprender com elas. As críticas ao filme com base na vida privada dela ou em dor de cotovelo não interessam para nada.


Sem querer ser sexista, as mulheres são peritas em fazer do último tipo de críticas em especial se for a outra mulher (nunca percebi isto muito bem). Entre gays, em especial aqueles com estereótipo de machão, também. Aliás estes "machões" são sempre uma capa para um interior de adolescente de 14 anos conflituosa.


Depois de fazer um trabalho muito sério e totalmente voluntário, vejo-me a braços com algumas críticas de índole "cotovelo". É uma merda apostarmos tempo privado e abdicarmos da nossa vida pessoal para ajudarmos um grupo e vermos que no final, porque a coisa ficou mais profissional que amadora, ainda somos de forma implícita acusados de o fazer pelo protagonismo. Cada vez menos vou em grupos de grupos. E o próximo trabalho? Que o façam eles. Eu aproveitarei para ler, ir ao cinema, estar com amigos e família.

segunda-feira, junho 16, 2008

Derrocadas

Uma das imagens que me está gravada na memória é a do povo iraquiano a derrubar a estátua de Saddam Hussein. O que se faz depois de derrubar o poder vigente? O que se faz quando acontece a derrocada de algo que nos orienta? Usei o exemplo do Iraque porque penso ser uma boa metáfora para aquilo que se pode passar quando as crenças, valores, ídolos e/ou orientações caem por terra. Algumas das coisas em que eu acreditava cairam por terra. E agora? Não tinha um substituto para colocar no pedestal e estou a sentir-me um pouco sem referências quanto à expansão da minha consciência e da minha evolução como ser humano. Provavelmente é o sinal de uma nova etapa que se avizinha. Vai ficar tudo bem, não vai? Vai...

quarta-feira, maio 21, 2008

Sinais

Muitas vezes digo que temos tudo aquilo de que precisamos à nossa volta. Muitas vezes me esqueço disso. Estar sintonizado é mais complicado do que possa imaginar. É altura de reagrupar.

terça-feira, maio 20, 2008

Reposição de equilíbrio

O mundo em que vivemos é material, mas a matéria é energia e, por sua vez, os fluxos de energia devem estar em equilíbrio. Esse equilíbrio é precário e nós, seres humanos, somos quem mais o desequilibra. Roubar demasiada energia a um sítio ou sobrecarregá-lo é o suficente para que o próprio sistema se obrigue a mudanças bruscas, que podem assumir contornos dramáticos para as pessoas em geral.

Entre pessoas isso também acontece. Há pessoas que vampirizam outras e seguem as suas vidas com uma dívida energética. Se não fazem nada para a repor, quando menos esperarem, o sistema energético universal se encarregará de colocar as coisas no seu lugar. Há divídas que têm de ser pagas e o equilíbrio reposto.

terça-feira, abril 29, 2008

Mais notas de frigorífico

Quando me perco de mim, daquilo que quero para mim e da procura do que é melhor para mim, não é porque deixo de raciocinar/pensar, mas sim porque deixo de sentir.

Mães e PCs

Misturar mães e PCs é uma coisa cansativa, mesmo quando as mães estão motivadas. Todavia, confesso que estou muito orgulhoso da minha e dos progressos que está a fazer.

sexta-feira, abril 18, 2008

O amor é difícil

O amor não é nada fácil. É fácil sentir amor, mas exercê-lo não é um processo linear. Como é que podemos exercer o amor para com aqueles que amamos? Às vezes o amor que se sente obriga a fazer coisas complicadas. Nem sempre é o mimo, o carinho, o afago. Muitas vezes é dizer que não, é a crítica e outras coisas que podem ser entendidas como menos positivas. No meio disto tudo, acho que o principal é fazer ver às pessoas que existe um afago por trás das acções que parecem menos positivas. E demonstrar que as acções que temos não são impositivas. Acima de tudo, da nossa parte, acho que deve haver também a percepção que não somos donos da vida do outro e que por essa razão não o podemos obrigar a nada. É não deixar de ser o que somos, não deixar de gostar o que gostamos, não deixar de dizer o que pensamos, mas nunca (mesmo nunca) querer que o outro deixe de ser o que é para ser aquilo que achamos que ele deveria ser. Devemos passar a nossa mensagem, mas ter o cuidado de usar os códigos do outro. Há que compreender acima de tudo. Porque amar é isso mesmo, compreender.

segunda-feira, abril 07, 2008

Era uma vez...

Era uma vez o Marco. Nascido numa família de classe média, era o filho do meio de 5 irmãos. Ele não era nem alto nem baixo, nem bonito nem feio, nem gordo nem magro, nem muito calado nem muito falador. Em tudo o Marco era mais ou menos. Na sua vida, nas suas acções, nada saía da média. Ninguém reparava no Marco porque ele era sempre assim-assim. E para ele era indiferente porque nunca foi nem muito interessado nem muito desinteressado por nada. Certo dia o Marco olhou para si e viu que já era um homem feito. Nunca nada tinha sido fácil ou difícil na sua vida, nem bom nem mau. Percebeu então que era único, nunca se tinha ouvido falar de alguém tão médio e tão constante nessa medianidade. Este pensamento transformou para sempre a sua vida nem interessante nem desinteressante. Era tão único. Quando percebeu que ninguém era como ele, nunca mais ninguém olhou para ele da mesma maneira. A sua perspectiva do mundo exterior mudou e o mundo exterior mudou com ele.

quarta-feira, março 19, 2008

Certo dia...


...Ela deixou de olhar para começar a ver.

terça-feira, março 18, 2008

Os dias não são todos iguais

Os dias não são todos iguais. Há dias em que nos sentimos especiais e há dias em que não nos sentimos nada glamorosos. Nos dias em que estamos vibrantes e luminosos é fácil estarmos rodeados de gente, de palavras simpáticas e de interesse. É natural. Todos nós crescemos em direcção à luz e procuramo-la em todos os sítios, somos ressonantes a ela.

No meio dos dias em que não estamos radiantes e radiosos, é comum encontrarmo-nos em lugares mais ou menos vazios, lugares mais ou menos silenciosos. Mas mesmo nesses lugares há uma pessoa ou outra que nunca se vai embora. Às vezes é só uma presença, mas é o suficiente para nos lembrar que existem outros sítios e que não deixam de haver dias em que somos especiais, porque para estas pessoas somos especiais até com a cabeça enfiada na sanita ou com olheiras até ao umbigo. Nestes meus dias que não são todos iguais. Procuro o meu equilíbrio e sinto-me feliz pela atenção que recebo e humilde perante isso. Essa ressonância, por si só, gera luz. Obrigado Batata.

quarta-feira, março 05, 2008

Conectado

Às vezes é preciso tirar a ficha. Foi o que fiz no último ano, tirei a ficha. Algo não estava bem com a minha tomada e isso causava-me um grande desconforto e uma quantidade de constrangimentos. Foram essencialmente esses constrangimentos que me fizeram desligar a ficha. Achei, nessa altura, que o problema era da electricidade, que era do formato da tomada em questão, enfim... desculpas. O problema estava no tamanho do meu fio e da tensão a que ele era submetido. Precisava, de facto, de desligar e olhar em volta, aprender e perceber que o problema era interior e não exterior. Hoje, meu fio está maior, mais maleável, extensível, e também ganhei a consciência de que existem mais tomadas na "casa". Estou prestes a conectar-me de novo... gonna get myself connected.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Sobre a felicidade

Muita gente tem dificuldade em encontrar a felicidade porque confunde alegria com felicidade. Pode ser-se muito feliz e não estar sempre alegre. E a felicidade ao contrário da alegria não é uma coisa que se adquire, é uma coisa que se aprende a reconhecer. A felicidade aprende-se. Ela existe em nós e revela-se pela percepção que temos das coisas e das pessoas. O mundo exterior/material nada mais é do que a nossa percepção do mesmo. Tanto os pessimistas como os optimistas têm razão, nenhum dos dois grupos está enganado, apenas têm perspectivas diferentes do mesmo acontecimento. É o que somos interiormente que informa essa mesma percepção. É a aprendizagem desse espírito interior, que é mais do que a soma de um corpo e de uma alma, que consiste na construção da verdadeira felicidade. A felicidade é algo que para se conquistar tem de se compreender. Quem não compreende o que é a felicidade, nunca poderá ser feliz.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

E a vida segue o seu rumo.

Este fim de semana a minha vida deu mais um passo a caminho da completude. Diz que a completude é um meta-resultado lógico importante, que garante que toda razão válida pode ser formalmente derivada, estabelecendo assim uma certa relação entre o contexto de significado e e o contexto sistémico de uma determinada acção ou conjunto de acções.

sábado, fevereiro 02, 2008

Também se aprende com o Dr.House

Em qualquer lado se podem encontrar frases que podem servir como mantras. Estava eu a ver um episódio do Dr. House, que acabou há momentos, quando, numa cena em que ele tinha de priscindir de um médico auxiliar, ele deixa ir aquele que pensava exactamente como ele. A resposta para esse comportamento foi «não precisamos de alguém que nos diga aquilo que a gente já sabe e que pensa aquilo que já pensamos». A descoberta e a inovação nascem do confronto de ideias diferentes. Às vezes penso que, no nosso país, as pessoas gostam mais de se rodear daqueles que pensam exactamente o mesmo. Deve ser por isso que continuamos pequeninos.

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Vitórias pessoais...

Às vezes conseguimos algumas vitórias que são tão importantes que não interessa nada que os outros saibam. Hoje consegui uma vitória pessoal muito importante. Fiz dois telefonemas a duas pessoas importantes e pronto, assunto encerrado. Quando acordei senti que era um dia bom. E de facto «tudo correu bem no melhor dos mundos possíveis» (quem viu a peça Cândido ou o Optimismo sabe do que falo). O nosso trabalho interior, efectivamente, compensa e nunca está acabado. E os espelhos ajudam. Não mais quero viver numa casa sem espelhos ;-)

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Ela chama-se Natalie Goldberg

Natalie Goldberg é uma professora de escrita. Mas também poderia ser uma professora de vida. Em discussão com alguém que é próximo, foi-me dito que a seguinte frase desta senhora é um pouco a minha filosofia de vida.

«Apaguem a parte lógica do vosso cérebro, a que diz que 1+1 são 2. Abram a mente à possibilidade de que 1+1 possa ser 48, um Mercedes Benz, uma tarte de maçã, um cavalo azul».

Não tinha pensado nisso, mas sim, é um pouco verdade. A criação deu-me a lógica e a criatividade. Nunca renego nenhuma das duas. Deixo-as coexistir, todos os dias.

terça-feira, janeiro 08, 2008

Ouvi hoje durante o jantar...

Existem 3 tipos de pessoas:

- Pessoas que são instantes
- Pessoas que são temporadas
- Pessoas que são para a vida toda

segunda-feira, dezembro 31, 2007

E 2007 a acabar

Este ano poderia dizer tanta coisa em jeito de balanço. Mas curiosamente apetece-me mais sentir do que falar, do que escrever. Posso dizer que foi um ano em que aprendi a ser mais humilde, um ano em que me declarei oficialmente um estudante da vida. De 2008 espero que seja o próximo degrau... Este é o meu maior desejo para mim e para todos aqueles que amo (familiares, amigos, pessoas que admiro), que 2008 seja o próximo degrau.

domingo, dezembro 30, 2007

Diz o povo...

... que «até à lavagem dos cestos ainda é vindima». É verdade. O ano só acaba no último segundo do dia 31 de Dezembro. Há muita gente que não tem paciência para esperar, mas pensemos no exemplo do futebol; quantas vezes o golo que define a vitória não acontece apenas uns segundos antes do apito do árbito?