Tenho saudade dos tempos em que joguei rugby. Com todos os seus defeitos havia também uma grande dose de companheirismo naquela equipa. Coisas que não se encontram com facilidade em outras equipas por onde tenho passado, desportivas ou não.
quarta-feira, outubro 31, 2012
Aldeias serranas na Lousã
Aproveitei a visita ao Piodão para fazer a rota das Aldeias do Xisto, muitas delas decepcionam porque têm apenas 2 ou 3 casas em Xisto e só estão nessa rota porque pediram fundos europeus para reconstruir essas casas. Outras são verdadeiras maravilhas, seja em Arganil, seja na Serra da Lousã onde descobri uma verdadeira jóia. Tivesse eu dinheiro e sairia dali um empreendimento "eco friendly" de turismo rural. Não me importava de viver mesmo ali à beira do Candal.
Experiências para não esquecer
Nos início dos anos 20 o meu bisavô José vendeu a casa e as terras que tinha no Piodão e veio com os 9 filhos para Lisboa. Era um tempo em que uma viagem até Lisboa demorava mais de um dia e saia-se da Serra do Açor a pé ou em burro. Foi a minha segunda ida ao Piodão, mas esta tornou-se mais especial porque encontrei um homem agora com 80 anos que era nada mais nada menos que o filho do homem que comprou tudo ao meu bisavô. Disse-me ele «o meu pai comprou tudo ao seu bisavô por 18 contos, era muito dinheiro naquele tempo. Passou o resto da vida a trabalhar para pagar o dinheiro que pediu emprestado». E continuou «a sua avó Inocência não a conhecia tão bem, ela casou-se na Cova da Piedade e já ficava fora de mão. Eu mantive contacto com os irmão dela, o Adelino, o José e o Abílio que montou o restaurante, eram muito boa gente. Quem ia do Piodão para Lisboa não passava fome. Já sabia que ia ter com o seu tio-avô e ele dava comida a toda a gente e os irmãos tratavam de arranjar trabalho para toda a gente. Só se não podiam é que não o faziam». O melhor de tudo foi que ele me disse qual era a casa que pertencia ao meu bisavô e onde a minha avó foi criada (veio para Lisboa com uns 16 anos). Disse-me que depois da minha família já viveram outras quatro famílias, contando com os que estão agora. Fiquei contente por saber que a aldeia nunca perdeu vida. Tem cerca de 90 casas e, umas vezes mais ou umas vezes menos, tem sempre gente a viver lá. Desta vez, por ter ouvido falar dos meus e ter descoberto a casa teve tudo um sabor muito mais especial.
domingo, outubro 28, 2012
sábado, outubro 27, 2012
escapadela
Vou dois dias escapar-me pelo Piodão e pelas aldeias do Xisto. Regresso às origens ancestrais da família.
sexta-feira, outubro 26, 2012
No metro
Estava a sair do metro na volta da reunião acidentada quando me deparei com um par de mamas tão maravilhoso e hipnótico (tipo Sofia Vergara mas numa rapariga mais baixa, o que as tornava ainda mais imponentes) que não consegui deixar de segui-lo com os olhos. Se já fazem este efeito num gay, imagino o que diria um hetero.
Coisas do arco da velha
Estava hoje de manhã de reunião numa instituição parceira, quando se houve um barulho esquisito durante uns 5 minutos, de repente toca o telefone de um dos participantes que nos diz que vamos ter de encurtar a reunião porque deflagrou um incêndio na sala das máquinas. Há sempre uma primeira vez para tudo.
quinta-feira, outubro 25, 2012
E se de repente um homem...
É novamente confrontado com números do seu guarda-roupa? Depois dos 130 pares de meias e dos 50 pares de calças, acabo de descobrir que tenho 100 t-shirts para usar na rua e mais 40 para usar em casa e fazer desporto. Já percebo melhor porque é que não tenho espaço.
O síndrome do Ex
Mais um amigo meu que sucumbiu ao "Cliché do Ex", o velho «ah telefonou-me o meu Ex e ainda me ama e eu também o amo a ele e por isso é melhor acabarmos» ou «encontrei o meu Ex porque ele tinha pedido para conversarmos e não sei como foi, mas acabamos na cama e ainda há muita química entre nós». Mas já ninguém sabe o que quer da vida? E que tal não deixar alguém pensar que está numa relação a sério até que tenhamos a certeza de que já estamos resolvidos? Acho que isto é uma coisa muito própria dos homens em geral, mas os gays conseguem destacar-se neste assunto.
Um perguntinha...
Alguém sabe de empresas/organizaçãoes em Portugal que estejam a contratar espanhóis? Conheço alguém que está no desemprego em Espanha e quem sabe se Portugal poderá ser uma opção. Obrigado.
Não gostooooooooo...
Chegou aquela altura do ano em que tenho de estender a roupa na sala e ficar com a casa a cheirar a mofo. Odeio chuva.
quarta-feira, outubro 24, 2012
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