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sábado, janeiro 21, 2012

We are family!!!

O meu irmão escreveu algumas reflexões sobre a nossa mãe. Não podia estar mais de acordo.

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A MINHA MÃE

A minha mãe não anda pelo facebook, nem navega pela net, mas faz o melhor arroz doce do mundo.
A minha mãe só tem a quarta classe, mas o carinho dela sempre me curou mais depressa do que qualquer remédio.
A minha mãe é pouco mais alta do que duas laranjas uma em cima da outra, mas ajudou o meu pai a ser o homem enorme que foi.
Eu sempre exigi tudo e mais alguma coisa, a minha mãe contentou-se sempre com a minha felicidade.
A minha mãe não fala línguas, mas quem por vezes tem dificuldades em fazer-se entender sou eu.
Nos braços da minha mãe cabe o universo todo; nos meus, de vez em quando, cabe a minha mãe.
A minha mãe ainda me limpa as lágrimas; eu provoco as dela.
Mas quando a minha mãe sorri o mundo é bonito!
Ah, e a minha mãe ensinou-nos, a mim e ao meu irmão, que dizer isto não é pieguice, é ser humano!

domingo, junho 20, 2010

Parabéns mano.

O meu irmão faz hoje 42 anos. Põe-me sempre um sorriso na cara pensar como é que um eterno adolescente já é quarentão. Ter um irmão mais velho é sempre uma sorte daquelas, podemos olhar para a experiência dele e ajustar a nossa. É uma boareferência. Espero chegar aos 42 com a mesma jovialidade dele (com menos uns quilos também:-p).

terça-feira, março 23, 2010

Irmãos.

Estou cada vez mais parecido com o meu irmão. Acho que esse facto sempre me incomodou de alguma forma. Não queria ter 'a cara do irmão', mas acho que essa "embirração" se devia ao facto de me querer distanciar dele e da imagem que tinha dele. Na realidade, apesar de sempre ter gostado muito dele, não tinha respeito por aquilo que ele representava enquanto indivíduo. O facto de ser 6 anos mais novo e ser obrigado a fazer o papel de irmão mais velho irritava-me. Os pais depositavam em cima de mim o peso e a responsabilidade que lhe pertenciam a ele.
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O nascimento da minha sobrinha aproximou-nos. Falei mais com ele num ano do que em 10. Comecei a percebê-lo e a aceitá-lo. Ele fez o mesmo comigo. Ele é um excelente pai e começou por aí a minha nova relação com ele. Já não me faz confusão que ele seja um eterno adolescente porque ele também é outras coisas e deu-me espaço a mim também para ser leve, para ser o irmão mais novo. Hoje quando me olho ao espelho e vejo que estou cada vez mais parecido com o meu irmão fico contente. O meu irmão é brilhante.

sexta-feira, junho 20, 2008

O mano faz anos hoje

Parabéns ao mano!!!! Oba, oba. Yuppiiiii...
A única coisa chata é que não faço ideia do que lhe vou oferecer de prenda. Tenho até às 20h.

terça-feira, outubro 30, 2007

Inesperado

Sabem quando acontece uma coisa verdadeiramente inesperada? Ontem foi um desses dias. Recebi um telefonema de alguém que nunca me telefonou antes, a não ser para coisas práticas. E ontem apenas me telefonou para saber como eu estava. Assim, do nada. «Eu estou melhor, sim... melhor. Obrigado por teres telefonado». «Obrigado porquê? Somos família.»

sábado, outubro 27, 2007

O irmão

O meu irmão é mais velho do que eu, um bom bocado mais velho. Não temos nada a ver um com o outro. Não gostamos da mesma música, não gostamos dos mesmos livros, não gostamos dos mesmos filmes, não gostamos dos mesmos sítios para passar férias, não gostamos dos mesmos cafés. Parece que com um irmão assim a distância seria intransponível, mas não. Não fazemos uma vida próxima porque não temos, de facto, muito em comum. Mas existe um profundo amor entre os dois.
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Ontem alguém me disse que eu tinha um bom irmão. Passamos 19 anos da minha vida às turras um com o outro. Mas apesar de tudo, a verdade é que tenho um bom irmão. Se eu precisar o meu irmão está lá. O giro é que falamos através de um canal infalível... a mãe. Quando falamos com a mãe a primeira coisa que dizemos é «olha, como é que está o mano?». A mãe é o nosso meio de comunicação mais actual. É também o elemento mais forte que temos em comum. Gostamos os dois imenso da mãe. Temos os dois um profundo respeito pela memória do nosso pai. Eu amo o meu irmão. Esse homem com quem tenho tão pouco em comum. E depois, quando estamos bem dispostos, falamos pelos cotovelos. É uma das coisas que temos em comum. Fartamo-nos de rir e dizer piadas. E a mãe também alinha (em família, claro).

quarta-feira, junho 20, 2007

O eu que não sou eu bem

Hoje dedico um abraço a alguém
Alguém que sou eu e que não sou eu bem
Um abraço que é beijo, mas um beijo porém
Que vai e que fica e retorna também
Nos fios invisíveis deste laço que contém
Um filho e o outro filho do meu pai e da minha mãe.

by Silvestre

PARABÉNS MANO!!!


À beira dos 40, o mano continua a ser um eterno teenager. Que a alegria nunca o largue e que a tristeza o rejeite, sempre.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Coisas de família

A família é, talvez, um dos dados mais adquiridos que temos. Nós nascemos e ela está lá: pais, avós, tios, irmãos, etc. Tenho uma família enorme, mas não somos dados uns aos outros. Não somos um clã como eu gostaria, mas antes um conjunto de pequenos núcleos que se encontra em casamentos e funerais. Por isso, acabo por radicar na família próxima. Mas mesmo na família próxima as coisas nem sempre são simples. A ligação aos pais é sempre mais fácil de manter, mas com os irmãos pode ser mais problemática. As vidas que vivemos podem acabar por distanciar-nos. Escolas diferentes, grupos de amigos diferentes, gostos diferentes, acabam por construir um estilo de vida diferente para cada um, o que pode gerar incompatibilidades de convivência.

Acho que isso aconteceu um pouco entre mim e o meu irmão mais velho. Não há dúvidas sobre o que gostamos um do outro, mas por sermos tão diferentes, pensámos sempre que o outro ia achar uma seca estar a fazer alguma coisa connosco. Acabámos por nos acomodar e a deixar que esse 'fosso diferencial' se fosse adensando. Às vezes existem pontos de contacto que podem ser aproveitados para uma base de construção. É isso que quero fazer agora. O meu irmão formou a família dele, eu estou a formar a minha. Temos isso em comum. E há um núcleo maior onde as duas devem ser incluídas e onde ambos somos partes imprescindíveis. De repente, o meu irmão vê-se metido na minha vida e percebe que afinal eu também posso estar na dele. É um novo começo.