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domingo, junho 20, 2010

Tarde com o afilhado...

Depois de almoçar com o mano e com o resto da família, resolvi ir visitar o afilhado de quem já tinha saudades (isto dos feriados não ajudou nada, porque sempre que posso piro-me de Lisboa e arredores). Como sempre o miúdo enche-me de luz. Nem reparou no nariz do padrinho, reparou na nódoa negra na perna e disse-me «tens a perna preta, tens doi-doi?». E logo a seguir quis foi que eu ficasse a vê-lo jogar bowling na Wii.
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Depois mostrou-me como é que fazem os bailarinos de dança contemporânea (os pais seguem o Achas que sabes Dançar), foi assim uma mistura de Isadora Duncan com Joaquin Cortés. E depois disse-me «não posso fazer assim (braços no ar), porque tenho um doi-doi aqui, andei armado em maluco e caí no quarto». Para 3 anos de idade acho que se expressa muito bem.
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A mãe disse-me que ele agora está com tanta personalidade que quando não o deixa fazer o que ele quer, ele simplesmente lhe responde «agora não gosto mais de ti, temos pena... chora». O puto saiu-me foi uma boa drama queen.
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Com drama ou sem drama, é delicioso estar perto dele a ouvi-lo, a interagir com ele ou a simplemente ouvi-lo rir. Tem outra coisa a favor dele, gosta dos chapéus/gorros que eu lhe dou. Hoje gostou do chapéu à Justin Timberlake. Cool... o puto faz-se.

segunda-feira, maio 19, 2008

O que vai na cabeça de uma criança de 15 meses?

O Alex está cada vez mais bonito, mais engraçado, mais tudo. Ok, admito que devo estar sob a influência daquela hormona que se desnvolve nos adultos quando nasce uma criança que lhes é afectivamente significativa, mas adiante. Ontem estive em casa dele e dos papás e diverti-me bastante com ele, ou melhor, ele divertiu-se bastante comigo. Está numa fase muito gira em que dá tudo a toda a gente, dá os brinquedos todos e ri muito. Mas às vezes interrogo-me sobre o que vai na cabeça de um puto de 15 meses. Lembrei-me, a dada altura, de pôr umas argolas na cabeça (daquelas largas de plástico para eles enfiarem num pino) e depois inclinar a cabeça para elas cairem. Ele adorou o efeito e riu desmedidamente. É claro que estive mais de 5 minutos a repetir o processo de colocar argolas na cabeça e deixá-las cair porque ele queria que eu repetisse. Qual será a piada disto? Eu continuei, na altura, porque ouvi-lo a rir é uma das coisas mais bonitas de que me consigo lembrar. Mas depois do ter percebido que o pai fez um vídeo deste momento fiquei a sentir-me idiota. Ainda não tive coragem de ver o vídeo. Mas isto é hoje, aqui sozinho, sem o ter ao pé. Só para ter o prazer de o ouvir rir, se for preciso, eu faço o pino, imito um lagarta a asfixiar com insecticida, meto o pé na boca, faço de porco, de galinha, orangotango, enfim... só pode ser da hormona.

domingo, maio 04, 2008

terça-feira, abril 15, 2008

Afinal há quem goste de publicidade

Adivinhem quem é que corre (sim porque ele já anda há quase 1 mês) para ver os anúncios, colocando-se estrategicamente enconstado ao sofá em frente à televisão, yeaps... o Alex!

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Fim de semana em cheio II

No domingo lá voltei a ver o Alex. Está enorme, está com umas "favolas" lindas e continua com a mesma boa disposição de sempre. Não há dúvida de que os pais estão a fazer um bom trabalho com ele. O miúdo é um fenómeno na arte do socializar... e só tem um ano.

sexta-feira, janeiro 25, 2008

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Sereio

Este puto é ou não é um verdadeiro sereio? Está quase com um anito de idade. Parece que foi no outro dia que nasceu e só mais uma semaninha e já não lhe contamos a idade em meses. Se a minha gripe continua desta forma, a próxima vez que eu lhe deitar a vista em cima, ele está a entrar para a faculdade. Será que ele ainda se lembra do padrinho? Buááááá...

terça-feira, dezembro 04, 2007

Os putos fazem-nos fazer coisas...

Estava eu para aqui a pensar que hoje andei a fazer corridas de gatas com um miúdo de 10 meses. Depois brinquei ao cucu (esconder a cabeça e aparecer e dizer 'cucu') e passado um bocado, quando ele percebeu que podia meter na boca uma borracha Steadler (ainda empacotada no plástico), deixou de me ligar tanta importância como isso. Mas a borracha também foi sol de pouca dura, depois veio a bola vermelha grande, depois a bola vermelha de Natal, depois os talões da Zara e aí tive de intervir porque começou a comê-los. Segundo a mãe ele gosta de comer papel. Ok, podia ser pior, podia gostar de lampreia de ovos... bleurgh.

segunda-feira, novembro 12, 2007

terça-feira, novembro 06, 2007

O homem da minha vida

Pois é, cada vez mais me convenço disso, acho que encontrei o homem da minha vida. Estou completamente apaixonado. Tem 9 meses e chama-se Alexaaaaaaaaaaaaaaandre. Yeaps, é o meu afilhado. Não resisto a sorrir sempre que olho para o telemóvel e lá está ele no wallpaper com o seu chapeuzito e sorriso lindo. Penso nele e dá-me vontade de sorrir. É incrível a disponibilidade e a felicidade que estes 'macaquitos' conseguem trazer às nossas vidas. E há que aproveitar este período tão engraçado da vida dele em que está a descobrir tudo (e começa a destruir também). Ainda no outro dia ele nasceu, está aqui tem 1 ano.

quinta-feira, agosto 09, 2007

Adivinhem quem foi à praia

















É verdade, o Alex estreou-se esta quarta-feira na praia. Parece que foi o cabo dos trabalhos para ele não comer a areia, da qual gostou bastante. O mar deixou-o surpreendido (e tal como a mãe) temperaturas frias não é com ele. Fez umas grandes carantonhas ao sentir a água fria nos pés. Agora digam lá que este miúdo não sabe posar para as câmaras.

quarta-feira, agosto 08, 2007

Quem é o puto fashion do Padrinho?

Já passaram 6 meses e este miúdo está um mimo. É simpático, sossegado, risonho e já se começa a adivinhar uma personalidade muito própria. É um puto de sorte porque tem uns pais espetaculares, para não falar de muita gente à volta que o adora também.

Quando penso nele penso nos miúdos que não são bem tratados pelas famílias que têm. É uma decisão muito importante, ter um filho, um compromisso para a vida. E adoro ver os pais dele a tratá-lo sem mariquices, mas como se ele fosse a coisa mais preciosa. E sabem que mais? Ele é a coisa mais preciosa.

segunda-feira, agosto 06, 2007

Não me canso de olhar...

...para a última foto que me enviaram do Alex. O puto já tem seis meses e está lindo. Mas o padrinho é um asno e não consegue tirar as fotos do telemóvel para o PC. Quem sabe a mãe dele não lê esta missiva e em dois tempos envia a dita foto? ;-)

terça-feira, julho 03, 2007

Fashion Victim

Pois é, pois é... afilhado de peixe sabe nadar. Um bébé dos tempos modernos tem de ter o seus óculos de sol. O Alex acabou de ganhar os primeiros da mummy dele. Já estou a pensar no fato de banho que vai completar o figurino. Aguardem-no, este bébé vai esbanjar estilo na praia... (He's too sexy for Milan, too sexy for Milan , New york and Japan)

segunda-feira, junho 25, 2007

O brilho das fadas

Há muito tempo ouvi uma história sobre como, há muitos anos atrás, as fadas se juntaram todas e formaram uma bola de luz mágica que estilhaçaram em milhões de pedaços, que alojaram no riso dos bébés.

Diz-se que a partir dessa altura, sempre que ouvimos/vemos um bébé a rir podemos sentir nele o brilho mágico das fadas, que nos envolve numa onda de felicidade.

Estava eu ontem a ver a brincar com o Alexandre, enquanto os pais lhe mudavam a roupa para ele ir tomar banhinho, quando pensei se esta história não será verdade. Se não for não faz mal nenhum. O riso dele não deixa de ser mágico por causa disso e eu não deixo de me sentir feliz.

quinta-feira, março 22, 2007

Alexandre VI

O Alex está lindo e já ri. É muito bom vê-lo rir, é uma coisa tão espontânea que, na minha opinião, contagia tudo o que rodeia esse sorriso com uma enorme felicidade. Pelos sorrisos, pela descoberta, pela simplicidade, o puto faz-me sentir humilde. Ontem fiquei com ele ao colo para o fazer arrotar. É ou não é uma coisa feliz? Por momentos sou eu que fico pequenino e indefeso porque fico totalmente exposto pela emoção que toma conta de mim.

quarta-feira, março 14, 2007

Bébés

Quando se tem 3 grávidas no emprego, é natural que o tema de conversa à hora de almoço seja... bébés. É incrível o fascínio que o tema exerce sobre as pessoas. E é engraçado como as expectativas pessoais dos pais (neste caso, das mães) se começa a desenhar tão cedo. Hoje falava-se de crianças bonitas e feias, de quem tem os pés do pai, o umbigo da tia, os olhos da tetaravó. Tudo isto são manifestações de pertença e de declarar a criança como herdeira de um património familiar que começa pelos genes. Para a grande maioria dos pais, parece-me, um filho é mais deles, quanto maior for a parecença consigo, com os seus hábitos e sistemas de valores.

Se eu for para a frente com a adopção de uma criança o meu filho ou filha, nunca terá o nariz da avó, nem as orelhas do pai. Para já porque, em Portugal, pessoas com a minha orientação sexual estão proibidas de adoptar em casal (o curioso é que se eu mentisse sobre a minha orientação já me deixam, mas que raio de exemplo estaria eu a dar a um filho, ao começar a nossa convivência com base na mentira); e depois, como irei adoptar ao estrangeiro devo ter um filho chamado Lin-You Tang ou Makelembe Tibulu e, por conseguinte, com traços diferentes dos meus .

O facto de, à partida, me estar vedada a transmissão de um património genético. Aquilo que eu espero de um filho (filha) é que tenha uma grande personalidade, que seja curioso e ávido por apreender o mundo. Do resto terei de tratar eu e o outro papá. E esperemos que corra tudo bem, se acontecer. Até lá vou ganhando experiência com o Alex que está lindo e cada vez mais parecido com o pai (desculpa Alexa). Serão as bochechas recém-adquiridas?

quinta-feira, março 01, 2007

Alexandre VI

Ontem estive em casa do Alex e dos pais. Foi o dia mais intenso da nossa convivência, ou seja, estava acordado e por isso mamou, cagou-se, mudou a fralda e chorou irritado. Apercebi-me de como é intenso ter uma criança em casa, de como nem sempre são "anjinhos" e de como eu continuo a achar que eles são mais frágeis do que na realidade são.

No meu imaginário, os bebés gostavam de ser embalados gentilmente, connosco a dizer «pssst» ou «pupupupu» em voz sussurrada. No caso, o puto gosta de ser embalado com uma certa velocidade, eu diria mesmo que ele gosta de ser chocalhado. Mas tudo bem, ultrapassada a minha estranheza inicial, diverti-me bastante a embalá-lo... errr... chocalhá-lo.

Está grande o petiz.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

O Alexandre fez ontem 1 mês

PAraBéNs, ParaBÉNS, paRABÉns!

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Alexandre V

Parece que lhe é indiferente a hora do banho. O padrinho adorava tomar banho. Mas no tempo do padrinho não haviam toalhas tão engraçadas. Fico feliz por saber que ninguém o vai obrigar a vestir babygrows amarelos com patos ou abelhas.