quarta-feira, junho 30, 2010

Momento alto do dia...

Depois de um dia tão simpático como o de ontem, eis-me num dia em que o ponto alto vai ser ir ao Pingo Doce comprar leite e pimentos vermelhos.

Quero...

Entrar para a rede social The Star Tracker.

O IKEA pode perder a piada...

Sempre achei um piadão em ir fazer compras ao IKEA. Acho tudo tão civilizado e económico e eco friendly, mas as compras são sempre coisas bastante manejáveis e saio de lá com um ar feliz e gracioso. Hoje fui buscar o conteúdo para decorar 1 quarto e uma sala... sozinho. Consegui meter tudo (com recurso a malabarismos diversos porque empregados nem vê-los) em dois carros que ficaram pesadíssimos. Quando consegui chegar à caixa já a minha hérnia discal estava aos berros comigo. Depois ainda tive de levar aquilo tudo para a transportadora....arghhhhh. Estou com um pó ao IKEA que não posso.

Hoje é o dia Internacional das Redes Sociais...

Eu facebooko, tu facebookas, ele facebooka, nós facebookamos, vós facebookais, eles facebookam.

Simples e eficaz

I am not a robot - Marina and the Diamonds

Merece um post só para ele...

Eduardo Rocks!!!

terça-feira, junho 29, 2010

Scissor Sisters - Night Work

É o segundo álbum deste ano a causar-me um entusiasmo tremendo. Tudo bate certo, desde a estupenda fotografia do Robert Mapplethorpe que aparece na capa à sonoridade "rock meets electropop meets 70's". O Stuart Price fez finalmente um trabalho de produção ao mesmo nível da realizada no álbum da Madonna Confessions on a Dancefloor. Este CD é mais do que Scissor Sisters, é mais do que eu podia imaginar. É, ao mesmo tempo, dancável sem perder a identidade da banda e muito melódico.

Gestão honesta de recursos humanos


O horóscopo

O horóscopo desta semana diz que as acções em ocorrência podem ter um efeito muito positivo na minha vida profissional. Cool.

segunda-feira, junho 28, 2010

As Divas iludidas

The Muse Surmounted é um CD que reune 11 das piores cantoras de ópera de sempre, onde se encontra incluída a nossa Natália de Andrade (Amor Verde). Em comum tinham todas uma enorme dedicação ao canto.
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A maior parte das pessoas faz troça delas. Curiosamente todas realizaram o seu sonho de cantar em público. Algumas inspiraram grandes compositores e cantores, não pela sua qualidade, mas pelo seu amor à música e ao canto.
Ao ler o Público desta domingo fiquei a saber um pouco mais da Natália de Andrade, do mundo de ilusão em que vivia, mas realizou o seu sonho e ficou efectivamente na história da cultura popular.
A vida é, de facto, uma coisa extraordinária. Nunca sabemos onde nos leva e como nos leva. Desta história interessa-me reter que há pessoas que querem coisas com muita força, muita muita força. Nós chamamos-lhes loucas, ridículas, mas acabam por conseguir cumprir os seus sonhos. Alguns desses sonhos tarefas bastante complicadas. O que é ser tolo afinal?

Frase para entrar bem a semana...

"Nada é permanente neste mundo cruel - nem mesmo os nossos problemas" by Charlie Chaplin

domingo, junho 27, 2010

Achas que sabes dançar - Gala 5



Top 6 bailarinos - Giro. Coreografia alinhadinha. Os meninos portaram-se todos bem. Mas o Marco e o Tiago destacam-se. A produção percebendo a legião de fãs do Marco aproveita bem o facto. Regras de audiência televisiva.
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Top 6 bailarinas - Bollywood com Xanax. A coreografia era mortinha e as meninas fizeram tudo bem, apesar da dificuldade ser reduzida. Alguém conhece as coreografias do Nakul (coreografa para os americanos. Isso é que é Bollywood a bombar). As roupinhas eram assim tipo Índia da Arábia Saudita, mas para quem não conhece até come gato por lebre.
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Inês e João - hip hop - Ele esteve melhor que ela. O Hip hop foi... o costume.
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Tiago e Mariana - jazz - Zzzzzzzzzzz... meu rico Flashdance. Eles fizeram tudo direitinho, mas a coreografia não tinha velocidade nenhuma. Um aborrecimento do ínicio ao fim. Para mim quando se busca inspiração numa coisa é para apropriá-la e fazê-la melhor, isto foi pequenino. Quem viu o filme sabe do que estou a falar.
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Marco e Inês - contemporâneo -O Marco deu-me o primeiro desgosto. Embora o carisma não tenha faltado. A interpretação foi pouco energética. A coreografia não valia um pêssego. A roupa estava engraçada, mas os adereços complicaram. Ter de andar a ajustar os adereços um ao outro corta a fluidez daquilo. A Inês foi igual a ela. Passou.
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Tiffanie e Ricardo - pop/jazz -Devo estar a sonhar. O guarda-roupa acertou? Boa! A coreografia era boa e eles estiveram bem. Houve apenas umas (pequenas) questões ao nível da sincronização, mas a energia estava lá. Nunca perderam o "boneco". Gostei mesmo.
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Rita e Colin - contemporâneo - Ó Sr. coreógrafo e que tal fazer outro passinho que não seja a cabecita atirar para trás? Emoção zero. A realização foi um exemplo de péssima realização. O júri diz que a coreografia foi boa, mas ninguém vê a versão americana, canadiana, inglesa? A globalização ainda não chegou cá?
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Kelly e Bruno - pop/jazz - O realizador merece um tabefe. Para ele é mais importante mostrar o Bruno no sofá que a Kelly a dançar no outro lado do palco. A Kelly é muito boa. Quando dança acrescenta. O Bruno, bem, chegou a altura de sair. É rijo como um tronco. LOLOLOL... ouvi o Miguel (ó miúda tens cá umas pernas) Quintão dizer que o Bruno é do favoritos dele no programa. E tiram-lhe o chapéu. Fico sem reacção.
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Coreografia de grupo - Muito inspirada no que foi feito na série 3 da versão americana. A mesma música, o mesmo tipo de roupa, a coreografia é que foi mais fraquita.
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Solos - A realização é tão má que não existe. Quase vejo os dentes chumbados dos concorrentes. A Inês saiu. Foi a pior e não porque torceu o pé, mas porque a Rita deu tudo e a Mariana é muuuuuuito boa. O Colin saiu. Fiquei admirado, pensei que era o João. O Tiago acabará por sair do programa agora que não tem o júri a protegê-lo.
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Ah e é mesmo terceiro mundo esta coisa dos bailarinos a mandar beijinhos para a Titi, para a avó da tia da madrinha, para a Associação dos Desmilinguidos e Afins, etc., etc... E trazer também um garrafão de vinho e uma sandes de presunto para comer? Já agora...

Arraial Pride 2010

Ora bem. Foi a primeira vez que fui a um. Estreei-me logo com uma bela "buba". Eu e as caipirinhas somos mesmo um caso sério de cumplicidade alcoólica. Foi divertido (não a buba que me faz sempre falar demasiado) e deu para boas conversas.

sexta-feira, junho 25, 2010

Quando eu tinha 20 anos

Esta era música de dança que passava nas discotecas. A malta dançava que nem uns perdidos. Hoje em dia tenho dificuldades em encontrar um sítio para dançar e quando o encontro já sei que não me posso esticar porque as pessoas ocupam a pista a conversar enquanto se movimentam lentamente para a esquerda e para a direita como se estivessem prestes a vomitar.

As meninas sexy de hoje têm a sensualidade e o talento demonstrado pelas meninas do Famashow no Achas que Sabes Dançar (procurem essa... cof, cof, pérola). Os meninos têm muito melhor aspecto do que nós tinhamos (mas nos anos 90 quase ninguém tinha bom aspecto) mas têm o vigor dançante da Clara Pinto Correia no Dança Comigo (outra pérola da televisão) ou então com o mesmo ar de frete referido no primeiro parágrafo. E porquê? Hoje é tudo muito mais fácil, há muito mais variedade, mais liberdade, faz-se música bem melhor que naquele tempo (se bem que as discotecas tendem a passar quase sempre a mesma coisa).

Pensava eu que a raça tinha morrido quando dei por mim no Here and Now (bandas dos 80) no Pavilhão Atlântico. Olhei à minha volta e vi muitas barrigas proeminentes, falta de cabelo, etc. Mas quando a música deu para dançar, ali estavam eles o movimento estava lá. Aquela malta toda continuava a dançar bem. Tinham ritmo, brilho nos olhos.

No ano novo estiquei-me no Bedroom porque de repente estavam a tocar música de dança e hip hop do 90's, mas afinal o Michael, a Janet, a Paula Abdul existiram para quê? A geração de 70 (com as devidas excepções que sempre existem) tem um gosto especial em mexer o pé (e o resto do corpo todo). Se virem um tipo prestes a levantar vôo numa pista de dança, sou capaz de ser eu, ou alguém da minha tribo...

Haverá algo de errado comigo?

Fui o único trabalhador que não aceitou a dispensa para ir ver o jogo (não vale dizer que gays não gostam de futebol porque conheço muitos gays que estão a agora a ver a bola, tá?!).

Pensava que só acontecia aos outros...





Nunca pensei ver um destes papéis no WC do local onde trabalho. Sabemos que existe, mas pensamos que só acontece aos outros. Lógico que foi no WC das mulheres e lógico que tive de tirar uma fotografia. Viva a senhora da limpeza.

Ginásio Blues - XIV

Sou eu que sou muito preconceituoso ou é efectivamente esquisito estar um homem com o cu espetado e as pernas meio flectidas (virado de frente para as outras pessoas) enquanto passa vigorosamente a toalha entre as nádegas? Há gente muito à vontade.

quinta-feira, junho 24, 2010

O Jornal 24Horas vai acabar.

Hummm... existirá Deus afinal?

O que fazer...

Na perspectiva de dar um salto profissional comecei a pensar em fazer um mestrado ou uma pós-graduação que me acrescentassem valor. Mas de repente parece que volto a cometer o mesmo erro que cometi antes. Infelizmente, na função pública, a aposta em nós está ligada ao facto das chefias irem com a nossa cara ou confiarem em nós porque estão para aí virados. Há colegas meus que tiraram mestrados e que continuam exactamente no mesmo ponto.
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Assim coloca-se-me a questão. Criei a disponibilidade mental para dois anos de formação, porque não aplicá-los em algo que me abra outro mercado? Outro tipo de trabalho. Algo que me dê efectivamente prazer num área diferente. Ontem a falar com um amigo surgiu a hipótese de tirar um curso profissional de fotografia. Tenho o instinto, porque não ter a técnica? E porque não habilitar-me a ser fotógrafo profissional? Mesmo que não desenvolva a fotografia profissionalmente, será sempre um valor acrescentado como hobbie.
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Outros colegas/amigos insistem que eu devia dedicar-me ao fashion advising, uma vez que consigo perceber o que fica bem às pessoas e lhes explico o porquê. Se já vou às compras com os amigos e amigos de amigos, porque não ganhar dinheiro com isso.
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O importante nisto tudo é que é necessário pensar "fora da caixa". Seja o que for em que me vou meter (fotografia, organização de eventos, web design, ilustração, fashion advising, etc) tem de explorar o meu lado criativo. Algo que me dê tanto prazer como um hobbie mas que, ao mesmo tempo, possa ser levado a um outro nível. O terreno está definido, só falta decidir a actividade. Detesto grandes tomadas de decisão. Mas quem gosta?

Homem de Ferro...

...ou do ferro?