Lembras-te melhor bolacha do pacote (julga a bolacha)? Voltou a atacar. Às vezes fico pasmo com a capacidade que uma pessoa tem em enganar-se relativamente a outrém (ou com a capacidade que algumas pessoas têm para enganar os outros), mas também me admiro com a capacidade que podemos ter para regenerar-nos a partir do que aprendemos com os nossos enganos.
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terça-feira, junho 19, 2007
quarta-feira, março 21, 2007
Pessoas Fantasma
Há pessoas que são fantasmas. Tenho essa sensação sempre que vejo alguém que em dada altura da minha vida foi importante para mim, mas com quem houve perda de intimidade, pois a pessoa acabou por se revelar diferente do que eu imaginava. O corpo físico está lá, é a cara da pessoa, mas a pessoa é uma espécie de névoa. Ela existe sem existir. Não se consegue reconhecer a pessoa que um dia existiu. Nada mais há do que um reflexo ou uma memória longínqua daquilo que foi.
quinta-feira, dezembro 28, 2006
A Maria Rita no seu melhor...(Jazz meets Bossa Nova)
Ficou difícil
Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível
E depois enxergar
Que é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecer
Que é uma pena
Mas você não vale a pena
(CD Maria Rita - Não vale a pena - faixa 4)
Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível
E depois enxergar
Que é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecer
Que é uma pena
Mas você não vale a pena
(CD Maria Rita - Não vale a pena - faixa 4)
sábado, dezembro 23, 2006
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Sobre amor...
"As palavras são fáceis e amar não é suficiente.
Mas é suficiente amar... "
No dia que comecei este blog, fiz o primeiro post com um poema que escrevi. O verso acima é o que resta dele, pois é do poema original a única coisa que me interessa. Amar não é suficiente quando as palavras são fáceis e as verdades são fátuas. Mas amar é suficiente, quando o sentimento é irrefutável.
Às vezes cruzamo-nos com pessoas que nos enganam simplesmente porque vivem uma mentira pessoal, uma mentira que é só sua mas que acaba por nos enredar com consequências dramáticas. Porque fomos enredados, dizemos e fazemos coisas que não somos e durante algum tempo deixamos de ser nós para ser nada mais que dor e desespero. Mas algures no caminho, porque as palavras deixam de ser fáceis para serem verdadeiras e porque amar é suficiente, não voltamos a olhar para trás. Vamos descobrindo quem somos e acima de tudo que não somos vítimas. Só está sujeito quem vive e eu quero viver muito e, no caminho, aprender e amar o máximo que puder e souber.
É sem pretensiosismos que vos digo «benvindos ao Blog do Silvestre, alguém que vive».
Mas é suficiente amar... "
No dia que comecei este blog, fiz o primeiro post com um poema que escrevi. O verso acima é o que resta dele, pois é do poema original a única coisa que me interessa. Amar não é suficiente quando as palavras são fáceis e as verdades são fátuas. Mas amar é suficiente, quando o sentimento é irrefutável.
Às vezes cruzamo-nos com pessoas que nos enganam simplesmente porque vivem uma mentira pessoal, uma mentira que é só sua mas que acaba por nos enredar com consequências dramáticas. Porque fomos enredados, dizemos e fazemos coisas que não somos e durante algum tempo deixamos de ser nós para ser nada mais que dor e desespero. Mas algures no caminho, porque as palavras deixam de ser fáceis para serem verdadeiras e porque amar é suficiente, não voltamos a olhar para trás. Vamos descobrindo quem somos e acima de tudo que não somos vítimas. Só está sujeito quem vive e eu quero viver muito e, no caminho, aprender e amar o máximo que puder e souber.
É sem pretensiosismos que vos digo «benvindos ao Blog do Silvestre, alguém que vive».
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