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sexta-feira, julho 03, 2015

Uma perspectiva positiva das coisas...

«General opinion makes out that we live in a world of hatred and greed. I don’t see that. Seems to me that love is everywhere. Often it’s not particularly dignified or newsworthy but it’s always there. Fathers and sons, mothers and daughters, husbands and wives, boyfriends, girlfriends, old friends. When the planes hit the Twin Towers, as far as I know, none of the phone calls from people on board were messages of hate or revenge, they were all messages of love. If you look for it, I’ve got a sneaky feeling you’ll find that love actually is all around».


Love Actually quote

segunda-feira, julho 22, 2013

Dori knows best

 ‘Just keep swimming. Just keep swimming…”

quinta-feira, abril 28, 2011

Tournée - Em digressão



Estava desejoso por ver este filme que dramatiza a vida de uma grupo de artistas americanas de New Burlesque durante a sua visita a França, trazidas por um empresário francês algo misterioso que se vai "descobrindo" ao longo do filme. O potencial era enorme. O trailer está bem feito e deixou-me em pulgas. Na realidade o filme acaba por não explorar todo o material que tinha à disposição. Nenhuma personagem para lá do empresário ganha alguma expressão e é uma pena. Nem o próprio grupo, enquanto grupo de mulheres, ganha vida própria. A realização está muito "inconclusiva". Não é do melhor cinema francês que vi nos últimos tempos.






12/20

segunda-feira, janeiro 31, 2011

O amor é o melhor remédio


Até que enfim uma comédia romântica com o seu quê de realista e ácido e com personagens que não sairam da Disney. Ok. Não esquecer que é uma comédia romântica, mas tem bastante para espremer. A Anne Hathaway e o Jake estão muito bem adequados aos papéis. A química entre os dois é muita (e a minha química com os dois também foi muita :-p). Gosto que num filme aparentemente soft, se abordem questões bastante sérias sobre doença, estigmatização e, ainda, algumas questões existencialistas sobre o sucesso e a ambição. Gostei. É bom ver algo de novo no género "romântico". Ah! E outra coisa que me agradou, é que neste filme fornica-se. Sim, porque as pessoas que gostam uma das outras são seres sexuais e fornicam, não dão só beijinhos e fazem olhares doces.


16/20

segunda-feira, outubro 11, 2010

Orar, comer, amar


Que difícil é falar deste filme. Em primeiro lugar aconselho toda a gente a ver, não porque é um bom filme, mas porque está cheio de bom material, de dúvidas e questões que podem fazer uma diferença enorme junto daqueles que sentem que estão à procura de algo nas suas vidas e não sabem bem o quê, ou junto daqueles que não se sentem muito felizes e têm medo de enfrentar a mudança. O filme começa bem, mas sensivelmente depois do meio envereda pelo caminho da "americanização" fica demasiado filme americano para donas de casa e mulheres de meia idade. E colocar o Javier Bardem a fazer de brasileiro quando ele não consegue atinar sequer com o português é um tiro no pé (para espectadores portugueses). No final, vim com muitas ideias e achar que o livro em que o filme se baseia deve ser extraordinário. A Júlia Roberts é sempre um gosto e a Viola Davis também. Comprem o livro e dispensem o filme, ou vejam o filme que sempre é mais barato e inspirem-se.


13/20

quinta-feira, maio 20, 2010

Aquário


Um filme sobre o "white trash" suburbano inglês. Os criadores do Little Britain conseguiram brincar com este sítio onde nascem as Vicky Pollards, mas quando a abordagem é realista, o resultado final é bem mais cru e claustrofóbico. Como escapar a uma realidade que quase nos persegue nos genes? Mães adolescentes desistentes da escola, dão à luz filhas com o mesmo percurso, que se perdem pelos mesmos sonhos. Há espaço para sensibilidade? Para gostar? Ou só para a agressividade reservada á sobrevivência. É possível sair do aquário? O argumento é simples, mas construído com mestria. A interpretação da actriz principal, Katie Jarvis, é muito forte e não sabemos se simpatizamos com ela se a detestamos, como detestaríamos alguém com aquele comportamento. Mas há momentos de pausa, momentos de respiração onde vemos as pessoas por baixo da sujidade que o meio transmitiu. É um peixe num aquário.


16/20

terça-feira, abril 06, 2010

Um lugar para viver


Um filme delicioso. Calmo, quente, confortável. Torna-se ainda mais delicioso por ser baseado numa história verdadeira. Um casal de trinta e poucos anos, descobre que está à espera de uma criança e quer perceber onde a vai criar uma vez que os avós vão viver para a Europa e eles não vão ter um sistema familiar de apoio. Aos 30 e poucos conservam ainda todo o sentido de humor da adolescência, têm poucs posses materiais, trabalhos com remuneração baixa e por isso mesmo têm dúvidas se vão ser bons pais ou não. Parece que na nossa sociedade, quando não se enveredou por uma profissão de sucesso e quando não se assumiu todo o cinzentismo pequeno burguês somos sempre vistos como uns falhados. A meu ver este casal é perfeito. Ama-se para lá de qualquer coisa, têm sentido de humor e uma 'goofyness' com a qual me identifiquei bastante. Haja gente viva, gente com sabor.


17/20

terça-feira, janeiro 19, 2010

A Estrada


Estava à espera de um filme mais chocante. Pelo que li o romance é totalmente claustrofóbico. Não senti essa claustrofobia no filme. Não me perdi totalmente nas personagens, fiquei a pensar como seria se fosse a Dakota Fanning a fazer o papel do miúdo. No meio do filme existiu também um erro de cenografia que me distraiu. Para além do mais foi tudo filmado de um modo muito "americano" A história é belíssima contudo, podendo ser enquadrada no mesmo lote do «Ensaio sobre a cegueira». Falamos da humanidade quando se perde a humanidade e da sobrevivência. No final somos apenas animais, ou talvez não. O amor neste filme aparece como o exemplo redentor e força primordial para qualquer ser humano. O amor de um pai pelo filho. Gostaria de ler o livro, não ser distraído pelos pormenores de realização.


15/20

domingo, dezembro 20, 2009

Avatar


Fui ver sem grande expectativa, talvez por culpa de toda a publicidade sobre como este filme vai mudar a história e o futuro do cinema. Não fui ver a versão 3D e fico muito feliz por isso, porque me pude concentrar na história. Gostei muito do filme. Muito mesmo. A maior parte do tempo esqueci-me de que estava a ver animação. Claro que os efeitos especiais ajudam à espectacularidade das cenas, mas é um forte manifesto político, cultural, humanista e ambientalista. A história é clássica. Um variação dos filmes de heróis messiânicos da antiga hollywood. Nada de novo, mas não obstante, brilhantemente contado, filmado e cheio de subtilezas - as quais não estou certo de serem apreendidas por todos os espectadores do filmes.
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Em certa medida, este filme pode ser dar "pérolas a porcos" porque muita gente nunca irá apreciar a exposição das questões políticas e citações que são incluídas nas frases dos personagens assim como quem não quer a coisa. Os americanos da era Bush (se não fossem tão estúpidos) ficariam a ranger os dentes pela crítica a que «metaforicamente» são submetidos no filme. É meu desejo que muita gente saia inspirada da sala de cinema. Não sei se isso vai acontecer. Mas se assim fosse, talvez este filme fizesse mais pelo planeta Terra do que aquilo a que a cimeira de Copenhaga alguma vez se propôs.


18/20

segunda-feira, agosto 03, 2009

A valsa com Bashir



Valeu a pena ter esperado tanto tempo para ver o filme. É um filme muito humano, no sentir, no descobrir de todas as nossas técnicas de camuflagem para conseguir sobreviver à vida e à memória. É um filme sobre a estupidez da guerra, mas essencialmente sobre pessoas em cenários limite e a viver situações que não desenharam e não desejaram. É um filme necessário. Porque a memória colectiva da humanidade camufla-se para dentro e para fora de si.
17/20

quinta-feira, junho 25, 2009

Frases célebres de filmes 14







«Hi, my name's Mae, and that's more than a name, that's an attitude!» .

A League of Their Own (1992)

segunda-feira, junho 22, 2009

Frases célebres de filmes 13








«I'm offering you my body and you're offering me semantics.»
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in Clerks (1994)

terça-feira, setembro 02, 2008

Frases célebres de filmes 8


«You don't know if you want to hit me or kiss me. I get a lot of that.»

Breathless Mahoney in Dick Tracy (1990)

quarta-feira, agosto 27, 2008

Frases célebres de filmes 7









«I wish I knew how to quit you»

in Brokeback Mountain (2005)

quarta-feira, agosto 20, 2008

Frases célebres de filmes 6






«If I'm not back in five minutes... just wait longer».
Ace Ventura: Pet Detective (1994)